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3 dicas úteis do professor Alexandre Araujo para dimensionar sua produção

Dimensionar a produção de uma serralheria que vai começar a comercializa esquadrias sob medida não é nada fácil, por isso exige o mínimo de planejamento do gestor. Diferente das esquadrias padronizadas, as esquadrias sob medidas possuem medidas diferentes e uma variedade de tipologias.

O professor e consultor Alexandre Araujo (MSc), autor de “A arte da gestão nas serralherias e vidraçarias” (publicado pela Editora A4), aborda em seu livro várias dicas úteis sobre produção para os empresários colocarem em prática no dia a dia e administrarem seu negócio com muito sucesso.

Para ajudar os empresários leitores, o professor Alexandre Araujo selecionou três dicas úteis, que ele avalia importantes para que o empresário possa dimensionar melhor a capacidade produtiva da sua empresa.

DICA 1 – Analise o layout

A produção das esquadrias precisa fluir da melhor maneira possível, para tanto é preciso que o espaço da fábrica seja organizado de forma estratégica e prática. Sendo assim, é importante na hora da elaboração de um layout levar em consideração três aspectos: (1) a quantidade de esquadrias que será produzida – que determinará o cálculo do número de equipamentos e da área de estoque; (2) considerar os equipamentos necessários; (3) estabelecer o tipo de layout, levando em consideração também os processos e os operários.

DICA 2 – Defina a quantidade de operários

Um dos fatores que influenciam o dimensionamento da capacidade produtiva de uma serralheria é o número de operários (mão de obra direta) envolvidos diretamente no processo produtivo dos produtos. Por exemplo, se em uma empresa tivermos 20 operários realizando uma fabricação de esquadrias à razão de 500 kg/mês – então, por operário, a capacidade da fábrica expressa em números de quilos por mês, será de 10.000 kg (20 operários X 500 kg). Como vimos, podemos dimensionar a capacidade produtiva de uma empresa já instalada pelo número de funcionários.

DICA 3 – Determine o tipo e o número de equipamentos

O número de equipamentos usados em uma indústria de esquadrias depende, principalmente, de três aspectos: (1) capacidade produtiva; (2) quantidade de turnos (dois ou três); (3) especificação técnica de cada equipamento. O que vejo nas indústrias são equipamentos superdimensionados, comprados sem nenhum estudo prévio. Por exemplo, uma serra de corte monocabeça, descendente, semiautomática operada por um operário em um dia de trabalho – em cortes de obras residenciais – tem capacidade de cortar 1.000 kg, sendo assim, quando essa quantidade é multiplicada pelo período de um mês (20 dias úteis) o resultado é igual a 20.000 kg (1.000 kg X 20 dias).

O livro do professor Alexandre Araujo, “A arte da gestão nas serralherias e vidraçarias”, aborda tudo o que é necessário para se tornar um empresário de sucesso. Este livro possui uma imensa gama de dicas que lhe serão extremamente úteis.

O livro pode ser adquirido por R$ 39,90 no site www.divergenciasdosaber.com.br.

Sobre o autor:

Alexandre Araujo tem como missão levar conhecimentos para todos que queiram aprender. Por isso, que desde que se formou em serralheria de alumínio e ferro em sua juventude ele vem se aperfeiçoando e busca incansavelmente conhecimentos para compartilhar com toda a cadeia do setor. Após sua formação e experiência como serralheiro, concluiu o curso de projetista desenhista de esquadrias de alumínio e passou a trabalhar em grandes empresas do Rio de Janeiro, sua cidade natal. Mais tarde formou-se em Propaganda e Marketing, concluiu a Pós Graduação em Marketing e o MBA em Organizações e Estratégia.

É Mestre em Sistemas de Gestão pela Qualidade Total, pela Universidade Federal Fluminense. Atualmente suas atividades estão divididas como professor universitário, consultor e instrutor do SEBRAE, diretor e professor do Canal do Serralheiro e analista de treinamento e desenvolvimento da AFEAL – Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio. Também é coordenador e palestrante do SEBRASER – Seminário Brasileiro de Serralheria, idealizador do Campeonato Brasileiro Serralheiro TOP e colunista da Revista Contramarco.

Atuante no mercado da Indústria de Esquadrias de Alumínio há mais de 25 anos, com passagens pelas áreas: operacional, técnica e comercial de grandes empresas, tornou-se especialista em Esquadrias de Alumínio, Fachadas “Pele de Vidro”, ACM (Alumínio Composto) e foi certificado na Espanha em especificação de esquadrias com sistema de câmara europeia. Foi instrutor do SENAI e do CEFET/FUNCEFET.

Premiado pelo melhor trabalho apresentado no 7º Congresso Internacional do Alumínio em 2016, com o tema “Revestimento em ACM: uso na arquitetura e na comunicação visual”.

Autor de três livros, sendo o primeiro publicado em 2003: Esquadrias de Alumínio – Alumínio e Acessórios. O segundo, o mais vendido, publicado em 2014: Revestimento em ACM – Uso na Arquitetura e Comunicação Visual: Guia Prático e Didático. E o terceiro, o mais recente, publicado em Agosto de 2016: A Arte da Gestão nas Serralherias e Vidraçarias.

 

 

 

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