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ANAVIDRO se reúne com CREA para discutir fiscalizações em obras

Com o objetivo de executar as ações propostas no 1º Fórum União dos Vidraceiros, a ANAVIDRO se reuniu com o CREA nesta quarta-feira (3), para discutir o tema fiscalização de obras que são feitas com o vidro.

 

Com duração de aproximadamente uma hora, estiveram presentes o presidente da ANAVIDRO, Claudio Luís Acedo, Fabiana Félix, também da ANAVIDRO e Jussara Anunciação Ralisse, chefe da Unidade de Parcerias e Convênios – UPC CREA.

 

A ANAVIDRO deu início ao encontro explicando os motivos pelos quais a associação quer fechar uma parceria com o CREA sobre denúncias de fiscalização e palestras educativas sobre o assunto.

 

Infelizmente hoje não é possível fazer uma fiscalização direta na fonte, então é feita através de denúncias ou quando é encontrada uma incompatibilidade entre a atribuição do responsável técnico e a ART recolhida.

 

Mesmo que exista um responsável técnico pela obra, se houver uma denúncia, o CREA averigua e entram em contato com a pessoa que a fez para entender o caso. Depois do contato um fiscal vai até o local para ver se existe a necessidade de abrir um processo ou somente uma orientação. Nesse caso é feito um acompanhamento para verificar se as orientações foram acatadas.

 

O CREA não tem um corpo de fiscalização que consiga averiguar todas as obras, apesar das tentativas em mapear as obras, porém o número é muito alto. O prazo para o final do processo pode variar em torno de seis meses até um ano. Os processos são avaliados internamente por uma comissão formada por cerca de 70 conselheiros. Hoje qualquer pessoa pode fazer uma denuncia sobre uma obra irregular.

“Foi sugerido pela Jussara que antes de formalizarmos essa parceria seria interessante conversarmos também com a superintendência de colegiados que é a parte técnica do conselho. Eles podem enviar um representante de forma honorifica para a próxima reunião e assim explicar as normas técnicas e os procedimentos”, explica Claudio Luís Acedo, presidente da ANAVIDRO.

 

A ANAVIDRO também convidou um representante do Conselho, especificamente da área técnica, para que fossem discutidas as diretrizes a serem tomadas. Ao final da reunião, foi possível definir três pontos de ação para resolver o problema:

 

  • Criar uma norma que será divulgada pelo conselho que passa a ser popularizada e praticada por todos que executam esse tipo de trabalho. A partir dessa norma cria-se a responsabilidade de fiscalizar, quando surgir uma ART com o serviço determinado. Vai depender da avaliação de um conselheiro para posteriormente abrir para câmara de engenharia uma normatização e o conselho ou a própria câmara criaria um grupo de trabalho para definir alguma norma/instrução que passa a ser obrigatória para os executores de serviços de vidro e esquadria. Dessa forma facilita o processo de fiscalização tornando o obrigatório, aquele que deixar de cumprir, independente de denuncia passa a ser fiscalizado.

 

  • Criar um canal de relacionamento direto para os Associados da ANAVIDRO acionarem o CREA, para que eles possam informar quando uma obra for iniciada, as denuncias e onde possam acessar o automaticamente.

 

  • Levar até os profissionais engenheiros um conhecimento maior sobre os tipos de vidro e a aplicação dele. O CREA já tem uma comissão especifica que já visita as Universidades, a Comissão de Relações Publicas-CRP, que é composta por membros do Conselho, seria uma parceria diferenciada, não existe a necessidade de formalizar, seria uma parceria técnica com a contribuição de ambos os lados na troca de conhecimento.

A ANAVIDRO fará novas reuniões para verificar a viabilidade das ações citadas acima e os próximos passos a serem seguidos.

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