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Um tampo de vidro 10mm, uma corda elástica e três pernas de madeira, foram os materiais necessários para que o designer inglês Henry Swanzy elaborasse uma mesa de centro redonda com um interessante sistema de montagem.
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Ainda que a peça não seja um exemplo de beleza e design, os cinco componentes se combinam para criar uma mesa de absoluta integridade estrutural, que pode ser montada e desmontada em questão de poucos minutos.
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Veja o vídeo de divulgação do produto, para ter uma ideia de sua praticidade e estabilidade.

 
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Fonte: vidrado

O ponto de interrogação desta matéria foi introduzido após a apresentação da palestra do consultor Francisco Palácios Marin, no Segundo Encontro Nacional de Temperadores de Vidros, realizado no mês de julho em Atibaia (SP). A introdução de sua apresentação foi justamente questionar o título sugerido para sua palestra
Os organizadores sugeriram o título baseados em sugestões dos próprios transformadores, que apontavam os vidraceiros como o “elo mais fraco da corrente” e a “perna mais frágil do tripé composto por fabricantes, transformadores/distribuidores e vidraceiros”. A reportagem também já acompanhou reuniões de transformadores no qual o vidraceiro era jogado em uma vala comum.
Segundo Marin – que atuou 40 anos no setor vidreiro, começando na Santa Marina e dirigindo uma vidraçaria por 33 anos – essa visão pode estar distorcida. É claro que existem vidraceiros mal informados, que buscam somente o preço ou fazer somente serviços básicos; mas, segundo ele, não se pode generalizar.
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Em sua palestra, Marin destacou primeiramente o fato de que os vidraceiros continuam sendo os maiores e principais clientes dos transformadores e distribuidores. Como consequência lógica, se estes querem ter suas empresas fortalecidas, devem investir para que seus clientes sejam fortes.
O palestrante explicou que, como presidente da ANAVIDRO, conseguiu ainda captar as necessidades de vários perfis de vidraceiros. “Os vidraceiros têm necessidades que muitas vezes não são objetivas, têm necessidades subjetivas que muitas vezes são difíceis de identificar exatamente”, explicou.
Respondendo à pecha de que os vidraceiros são carentes, melindrosos e ignorantes, o consultor explicou que não podemos tratar todo vidraceiro da mesma forma, porque existem vários profissionais e tipos. Os que estão dedicados à área da decoração, por exemplo, com uma clientela final diferenciada, lidam com o arquiteto e com o decorador para se pensar em casas ou apartamentos de alto padrão, comerciais ou residenciais.
Outro tipo de vidraceiro é o que se dedica um pouco mais a obras e instalações. Obras que podem ser prédios, edifícios, residências e envolvem vidros comuns, laminados, temperados e todos os tipos de ferragens.
Citou ainda empresas especializadas em produtos específicos, como boxes, fechamentos de sacadas, vitrines, entre outros, e explicou que cada um desses vidraceiros especializados possuem necessidades diferentes: o da área de decoração vai precisar de produto especializado; o de obras não tem problemas de risquinhos; já o que vai levar um tampo de mesa para uma dona de casa não pode ter um único risco sequer. “Se o transformador e o distribuidor não conhecerem o perfil de seus vários clientes, não poderão satisfazer suas necessidades. Não adianta equipamentos de última geração – não é o que ele está precisando. Os clientes vidraceiros são diferentes e não podem ser tratados como iguais, cada um tem seu perfil”.
O ex-vidraceiro citou, como curiosidade e para exemplificar uma situação específica, que nos últimos anos de seu negócio, apesar de se tratar de uma vidraçaria, o vidro não era o principal produto. Quando comparados os valores vidro, serviços e projetos, os vidros estavam abaixo de 50%.

PREÇO

Outro mito combatido por Marin em sua palestra é o de que todo vidraceiro procura unicamente por preço baixo. Ele enfatizou que um preço competitivo é importante, mas que não é o único fator que deve ser levado em conta – pois, muitas vezes, o vidraceiro acaba “pagando o preço baixo mais caro do mercado”, segundo suas próprias palavras.
Marin enfatizou cada um dos itens que compõem o custo do vidro para o vidraceiro, incluindo prazo de pagamento, entrega, pontualidade, correta proteção do vidro, apoio técnico e outras.
Marin sugeriu ainda entregas periódicas dentro de roteiros pré-definidos, para otimizar os custos e facilitar a vida dos pequenos.

Entendimento x Atendimento

Para Marin, o empresário tem o vocabulário, mas às vezes não há o entendimento. Ele cita: “A vírgula, às vezes, não é interpretada corretamente; é importante porque você se esforça no atendimento, mas o cliente não entende. Ou ao contrário – o cliente fala e você não entende. Tem um elo negativo na comunicação que vai gerar um estresse lá na frente. Essa comunicação tem 70% ou 80% de erros”.
Marin cita que uma das formas de comunicação está no apoio ao cliente. Ele cita como exemplo o caso de vidraceiros que atrasam pagamentos não porque não possuem serviços, mas sim por desorganização.
Nesse caso sugere que o fornecedor lhe ofereça apoio de gestão, visitas de profissionais ou cursos para que este aprenda a se organizar.
Outra dica passada foi para que o fornecedor participe do pós-venda ao cliente final, para ver se o vidro está sendo bem colocado pelo cliente vidraceiro. “Se não estiver direito não é para puxar a orelha, é para orientar e aperfeiçoar”, recomenda o palestrante. O ex-vidraceiro sugere ainda a diferenciação dos clientes com promoções tipo fidelização, por milhas com doação de prêmios e inovação.
Para finalizar, cita a frase de que “a vaca não nos dá nada, nós é quem temos que ir lá tirar dela”, de Mário Sérgio Cortella.
Associa tal pensamento ao fato de que as máquinas dos transformadores não vão dar resultado se estes não forem atrás. Ele argumenta: “caso contrário, quebrarão ou ficarão paradas e o prejuízo será maior quanto melhor e sofisticado for o equipamento”.

Mande sua mensagem para o Marin pelo e-mail:

fp.marin@uol.com.br
 
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Fonte: vidros

Fundado em janeiro de 2014, o estúdio da designer Sarah Colson, em Londres, vem ganhando notoriedade com suas linhas de vasos e luminárias em vidro soprado. Segundo a artista, sua arte em vidro é inspirada nas cores e formas orgânicas encontradas na natureza.
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Após passar por cidades como Londres e Milão, sua exposição ganhou destaque durante a Maison & Objet 2015, evento de decoração que aconteceu em Paris.
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Fonte: vidrado

No último domingo (17), colaboradores da Saint-Gobain Glass – uma das maiores produtoras de vidros impressos do Brasil, se juntaram aos 21 mil participantes da 30ª edição dos 10 Km Tribuna FMUnilus, uma das maiores provas de pedestrianismo do país, realizada na cidade de Santos (SP).
A empresa está há mais de 70 anos no país com uma unidade fabril na cidade vizinha de São Vicente e pela primeira vez se mobilizou para participar de um evento esportivo deste porte.
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Segundo Marcela Félix Calabre, responsável pelo Marketing da Saint-Gobain Glass, “Além da importância e grandiosidade da corrida, os colaboradores participantes aproveitaram o aniversário dos 350 anos do Grupo Saint-Gobain que está sendo comemorado este ano, para promover por meio do esporte, saúde, bem-estar e alegria”, explica.
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Sobre a Saint Gobain Glass
Presente no Brasil há mais de 70 anos, a Saint-Gobain Glass acumula quase três séculos e meio de experiência e tradição na manufatura de vidros em todo o mundo. A fabricante é conhecida no cenário nacional por possuir a mais moderna tecnologia na produção e pelo investimento constante na fabricação de vidros impressos.
Os vidros produzidos pela Saint-Gobain Glass se destacam pela versatilidade e pelas inúmeras possibilidades de aplicações e beneficiamentos, como têmpera, serigrafia, pintura a frio, laminação, espelhação e até mesmo iluminado por led, agregando valor estético aos ambientes e podendo ser utilizados em projetos cada vez mais inusitados.
Com tecnologia de ponta e matérias-primas selecionadas que garantem os melhores vidros para construção civil, decoração e setor moveleiro, a unidade de vidros impressos localizada na cidade de São Vicente, em São Paulo, é detentora de grande know-how industrial e tecnológico e das certificações ISO 9001 e 14001 e OHSAS 18001.
 
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O Prêmio Destaque ANAVIDRO chega em sua 10ª edição, com uma visão positiva sobre a evolução do vidro. O objetivo do evento sempre foi o crescimento do setor vidreiro e consequentemente, estimular as empresas a uma melhoria, dando aos vencedores mais destaque no setor.
Graças a todas as empresas participantes e apoiadoras, o Prêmio Destaque ANAVIDRO ganhou cada vez mais prestígio, e passou a ser reconhecido como a maior premiação do segmento.
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Assim, neste ano de 2015, a 10ª edição do Prêmio comemora não só o sucesso da premiação em si, mas também a melhoria gradativa do mercado do vidro e das empresas ao longo da última década, lançando um olhar analítico sobre a evolução do vidro desde então, e sua capacidade daqui pra frente.
O vidro, nada mais é do que um dos mais versáteis materiais criados pelo homem, através de elementos básicos da natureza em nosso planeta, podendo ser utilizado na decoração e na construção, passando por todo o tipo de uso.
Sendo hoje um material de fácil manuseio, o vidro ganha ainda mais potencial com as novas tecnologias desenvolvidas e tende a impressionar ainda mais nos anos que virão. O vidro é o futuro.
O 10º Prêmio Destaque ANAVIDRO selecionará as empresas que mais se destacaram no segmento vidreiro nas seguintes categorias:
01. Rebolos e Brocas para o Vidro
02. Acessórios para o Vidro
03. Distribuidor de Vidro
04. Fábricas de Ferragens
05. Kits para Box e Instalação
06. Softwares e Programas Direcionados ao Setor
07. Máquinas e Equipamentos para o Vidro
08. Molduras
09. Molas para Portas
10. Perfis de Alumínio
11. Portas Automáticas, automação e controle
12. Selantes, Gaxetas e Adesivos
13. Têmperas de Vidro
14. Vidros Laminados
15. Vidros Especiais
Poderão cadastrar-se para concorrer ao Prêmio, às empresas fornecedoras de produtos e serviços do setor vidreiro, que se enquadre em quaisquer das categorias da premiação acima descritas, com mais de dois anos de fundação e de boa reputação no mercado, sendo vedada a inscrição em mais de uma categoria.
Confira o novo site do Prêmio Destaque ANAVIDRO 2015 e saiba tudo sobre a maior premiação do setor vidreiro.
Site: www.premioanavidro.com.br
 
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Usar espelhos na sala de estar é um trunfo decorativo, mas quando bem planejado. O recurso traz a sensação de amplitude para o ambiente e pode ser aproveitado, por exemplo, na parede de trás da mesa. O truque é instalar uma faixa espelhada logo acima das cadeiras, de modo que os convidados não fiquem olhando a parede, mas aproveitem a vista do restante da sala.
Os espelhos ainda potencializam o projeto luminotécnico, já que criam pontos de luz (quando em menores tamanhos) ou a refletem totalmente. A presença deles, no entanto, requer muita atenção para evitar efeitos como o da profundidade infinita – quando uma peça espelhada fica em frente à outra.
Uma alternativa para o espelho é deixá-lo encostado atrás de móveis como o aparador ou fixos na parede sob a forma de quadros. O ideal é que tais peças sejam colocadas no mesmo lado da parede e somente em ambientes de tamanho médio ou grande. Quem preferir mosaicos deve comprar molduras harmônicas com o estilo decorativo da sala – armações brancas de contornos rebuscados, por exemplo, ficam melhor em salas provençais.

Confira algumas dicas que a ANAVIDRO separou para investir em espelhos na sala de jantar.
Confira algumas dicas que a ANAVIDRO separou para investir em espelhos na sala de jantar.
É importante ressaltar que os espelhos multiplicam os itens ao redor, algo inconveniente em determinados ângulos da sala de jantar. O efeito espelhado pode ainda marcar presença nos próprios móveis do ambiente – aparadores, mesas de centro e itens decorativos. O problema é o risco de quebrarem e comprometerem não só a estética do lugar, mas também a segurança dos moradores.
Uma dica para conseguir melhores resultados é instalar os espelhos sempre em superfícies planas, trazendo mais estabilidade ao resultado. Lembre-se também de que o ideal é nunca refletir lugares sem acabamento ou o avesso de cortinas e, no caso de iluminações indiretas, a fonte de luz e a fiação.
Caprichar no acabamento das peças espelhadas é mais um aspecto fundamental na decoração da sala de jantar. Bordas trabalhadas com chanfrados e angulações diferenciadas (conhecido como bisotê) são técnicas interessantes e que conferem beleza. O resultado, no entanto, dependerá muito da proporção entre o espelho e ambiente.
Veja a Galeria de fotos:
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Fonte:
arkpad

Os vidros especiais são produtos com diferenciais em seu processo de fabricação e beneficiamento, muito diferente do vidro comum que é apenas cortado e lapidado. Podemos considerar os vidros especiais com alto valor agregado, pois o desafio de moldá-lo de acordo com cada tipo de projeto acaba o tornando especial e digno de admiração de quem o ver.
Algumas características básicas determinam quais vidros são considerados especiais: em termos de tamanho, esse tipo de produto ultrapassa e muito as medidas das chapas de mercado (aproximadamente 2400 x 3210). Seus acabamentos (Blindados, multi-laminados,serigrafados) também classificamos como produtos incomuns,delicados e ao mesmo tempo ousados.
Esses vidros especiais já vêm sendo utilizados há muito tempo, porem a demanda está cada vez maior, sendo procurado por arquitetos e outros profissionais de construção civil e decoração, fazendo novas aplicações e formas totalmente diferentes.

Conheça um mercado com grande potencial: Vidros especiais para construção.
Conheça um mercado com grande potencial: Vidros especiais para construção.
Em todo o processo o vidro recebe um tratamento especial, dando atenção ao tipo de equipamento para manuseio ou a técnica aplicada para ser obter o resultado final. Seu sistema de estocagem é o mesmo utilizado para vidros comuns, usando cavaletes ou paletes com dimensões apropriadas. Seu transporte deve ser feito por pessoas especializadas, em alguns casos requer o uso de caminhões com Munck e ventosas pneumáticas para manuseio do vidro.
O mercado está engatinhado ainda, mas já possui um grande desenvolvimento, segundo o Diretor geral da Conlumi, Claudio Passi, “O avanço da tecnologia na produção e beneficiamento de vidros especiais, já podemos antever um aumento na oferta de maneira gradativa, fazendo do preço um detalhe. Este mercado tem evoluído ano após ano, mas o volume da produção de vidros especiais só aumentará com o amadurecimento do consumidor, pois existe ainda uma grande lacuna de produtos a surgir e ocupar o lugar de outros materiais”
Fonte:
vidroimpresso

Em meados de 2012, o canadense Patrick Lehoux lançou dois interessantes produtos no site Kickstarter, plataforma que viabiliza a produção de diversos projetos e invenções: o Kinkajou, aparato que auxilia o corte de garrafas de vidro, e o Jabiru, um base prática para transformar gargalos cortados em taças.
Desenvolvido com um suporte ajustável para garrafas de diferentes tamanhos, o Kinkajou faz uma linha de corte bastante precisa no vidro, que é cortado definitivamente com água quente e esforço mínimo. Após um polimento rápido, tem-se um gargalo pronto para virar taça e um fundo para ser usado como copo.

Kinkajou e alguns dos trabalhos facilitados por ele (www.thekinkajou.com)
Kinkajou e alguns dos trabalhos facilitados por ele (www.thekinkajou.com)
O Jabiru, projeto mais recente de Patrick Lehoux, se encaixa em quase todos os tipos de garrafa existentes no mercado. Ainda em fase de pré-produção, deve começar a ser comercializado ainda este ano. No site Bottle Cutting .Inc, já é possível adquirir o Kinkajou por cerca de 50 d
Jabiru, com encaixe em tamanhos variados de gargalo (www.kickstarter.com/projects/lehoux/the-jabiru-bottle-top-stem)
Jabiru, com encaixe em tamanhos variados de gargalo (www.kickstarter.com/projects/lehoux/the-jabiru-bottle-top-stem)
ólares.
Ambas as invenções de Lehoux fizeram grande sucesso no Kickstarter, obtendo resultados rápidos para sair do papel e facilitar a vida de quem quer belos itens de decoração sem nem precisa sair de casa. O vídeo abaixo traz a apresentação do produto inicial, e, mesmo em inglês, dá para ver como o Kinkajou é fácil de usar e porque a ideia deu tão certo.

Fontes:
http://noticias.vidrado.com/curiosidades/tacas-inusitadas-a-partir-de-garrafas-de-vidro-cortadas-video/
http://www.kickstarter.com/projects/lehoux/the-kinkajou-a-bottle-cutter-with-a-new-twist
http://www.kickstarter.com/projects/lehoux/the-jabiru-bottle-top-stem

O vidro é composto por elementos facilmente encontrados na natureza, sendo produzido, basicamente, pela fusão de sílica e cálcio em altas temperaturas. A sílica, porém, é pouco reagente, sendo resistente inclusive a ação de substâncias extremamente potentes, como o ácido sulfúrico. Apenas o ácido fluorídrico é capaz de alterar sua estrutura.
E, por ser o único a reagir com a sílica, o fluorídrico é amplamente utilizado nos processos de tratamento químico do vidro. Artesanalmente, o jateamento com o ácido consiste em pequenas aplicações do material, produzindo decalques. Em maior escala, a aplicação controlada produz uma peça que permanece com a suavidade da textura e com a capacidade de difusão da luz, podendo receber tratamentos posteriores, como o bisoteamento.
Por manter um caráter elegante e por garantir certa privacidade aos ambientes pelo fosqueamento ao qual é submetido, o vidro acidado tem sido bastante utilizado em paredes e divisórias. Como peça de decoração, o design do vidro acidado tem sido aplicado em mobiliários nobres por promover o realce de ambientes e por ser de fácil limpeza.

Vidro tratado realça detalhes dos ambientes (intranex.cinex.com.br)
Vidro tratado realça detalhes dos ambientes (intranex.cinex.com.br)
Fontes:
http://super.abril.com.br/ciencia/acido-nao-corroi-vidro-481947.shtml
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-e-o-acido-mais-forte-do-mundo
http://www.vidros.inf.br/toque-acetinado-como-o-dos-italianos
http://www.guiadovidro.com.br/tipos-de-vidro

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