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O que fazer com pedaços de vidro que não podem ser utilizados? A pergunta que muitos profissionais vidreiros se fazem tem uma resposta mais simples do que parece. Saiba quais as melhores soluções disponíveis no mercado para a reciclagem e descarte de cacos e pó de vidro.
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Quais processos geram descarte de vidro?
Cacos de vidro
Todo vidro que não pode ser utilizado no processamento é considerado um descarte. São diversos os motivos:
– Retalhos (pedaços que sobram) do processo de corte que não possuem tamanho adequado para serem aproveitados;
– Cacos de vidro que surgem de quebras durante a lapidação, furação ou no forno de têmpera — seja pelo manuseio errado das peças ou defeitos de fabricação;
– Baixa qualidade da matéria-prima, revelada pela presença de bolhas no vidro, por exemplo;
– Peças enviadas pelos fabricantes de vidro que não estão de acordo com o pedido realizado. “Podemos dizer que o descarte gerado em todo o processo está em torno de 11% a 12% do vidro que entra na empresa”, comenta Albert Pestana, diretor-industrial da Pestana Vidros.
Pó de vidro
É gerado durante dois processos:
– Lapidação — polimento das bordas da peça;
– Furação/recorte — feitos para o encaixe de ferragens e acessórios.
O que fazer com os cacos de vidro?
Reciclagem do vidro
“O mercado ainda não nos oferece muitas opções para a comercialização dos cacos”, opina Vânia Felix, gerente-administrativa da New Temper. A melhor opção, sem dúvidas, está na reciclagem do vidro, escolha de inúmeras processadoras pelo Brasil, incluindo Brazilglass, Divinal Vidros, DVM Vidros, GlassecViracon, New Temper e Pestana Vidros. “Além de atender às normas ambientais de destinação, gera receita e possibilita a reutilização desses resíduos pelas empresas vidreiras, economizando recursos naturais e energia”, explica Maurício Zaramella, coordenador de Logística da GlassecViracon.
Como fazer?
Para isso, é necessário entrar em contato com uma empresa especializada nesse serviço. De forma geral, essas companhias são responsáveis por coletar, tratar e destinar o vidro. Elas pagam às processadoras pela tonelada do material, de acordo com o tipo do produto (incolor, colorido, laminado, espelho etc.), e depois vendem para a indústria.
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Qual o destino?
“Atualmente, grande parte dos nossos volumes se destina à fabricação de float ou embalagem”, comenta Juliana Schunck, diretora da Massfix, uma das maiores empresas de reciclagem de vidro no País. “Entretanto, também destinamos para outros segmentos, como sinalização viária, jateamento e cerâmica.”
Vantagens
Para o diretor-propretário da Pastglass, Benedito Aparecido Bueno, em relação ao custo-benefício, a coleta é a melhor forma de reuso do descarte. “Caso a empresa geradora queira destinar o material para aterros, terá de pagar muito caro”, diz ele. Sua companhia, especializada em reciclagem, também cria objetos decorativos com cacos, como fruteiras e lustres — mais uma forma de atrair lucro a partir de resíduos. A processadora Brazilglass também ganha dinheiro assim. “Vendemos sucata de laminado para fábricas de lustres e materiais de decoração”, comenta o diretor-comercial Carlos Almeida.
Retornar o vidro ao fabricante
Algumas fabricantes de vidro nacionais possuem programas para que seus clientes retornem os cacos.
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Vivix
Em fevereiro de 2015, a Vivix criou o Projeto Capta Caco. A ideia é simples e se baseia na gestão de logística reversa: a Vivix compra os cacos dos processadores e estes podem enviar a sucata quando forem retirar um pedido de vidro na fábrica. Além de eliminar o custo de descarte em aterros por parte das empresas, o projeto ainda gera receita para elas. Para participar, o cliente deve enviar materiais livres de impurezas e separados por cores.
Guardian
Cerca de quarenta clientes participam de forma contínua do programa oferecido pela Guardian. “Incentivamos o retorno dos cacos no mesmo caminhão que carregará vidro em nossas unidades”, revela o gestor nacional de Meio Ambiente, Saúde e Segurança, Cléber Campos. “Em situações específicas, estabelecemos uma rota de coleta de cacos em locais de concentração”. A empresa afirma que todo caco recebido é revisado e avaliado para garantir que não existam contaminantes (sujeira, rebolos etc.) ou mistura entre cores de vidro.
A Cebrace não possuir iniciativa desse tipo.
Bolsa de Resíduos da Fiesp: solução para compra e venda de descarte
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) possui, desde 2002, uma solução para fazer com que as empresas lucrem com a venda e compra de material descartado. Trata-se da Bolsa de Resíduos, um serviço gratuito e simples: basta se inscrever no site www.fiesp.com.br/servicos/bolsa-residuos-fiesp e cadastrar sua sucata. Assim, outras empresas poderão ver seu anúncio e entrar em contato. Vale lembrar que a negociação não se dá por meio da plataforma — isso é de responsabilidade dos usuários.
O objetivo da iniciativa é oferecer um espaço para a troca de informações. “Dos mais de 2.600 inscritos, cerca de 80% são pequenas e médias empresas”, revela Ricardo Garcia, criador do programa e membro do Departamento de Meio Ambiente da entidade. Qualquer empreendedor pode participar da Bolsa de Resíduos, basta possuir CNPJ.
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Vidraceiros: como eles descartam
Vidraçarias também geram sucata, porém em menor quantidade se comparada às processadoras. Para elas, o descarte não tem segredos: o vidro deve ser levado a aterros ou coletado por empresas de reciclagem. Algumas processadoras oferecem parcerias para a coleta, separando caçambas especiais para o vidraceiro descartar seus materiais. Portanto, vidraceiro, pergunte ao seu fornecedor se ele recolhe sucata.
O que fazer com o pó de vidro?
O material deve ser tratado antes do descarte. Para isso, a empresa precisa ter uma central de tratamento de água. Em geral, o processo ocorre da seguinte forma:
– A água utilizada na lapidação e furação, misturada com o pó de vidro, descansa em tanques decantadores;
– Nessa mistura, são aplicados floculantes, substâncias químicas que separam materiais sólidos de líquidos;
– A massa de pó é retida enquanto a água é filtrada para ser reutilizada no processamento do vidro;
– Por fim, a massa de pó deve secar antes de ser embalada para o descarte.
O ambiente correto para a destinação do pó de vidro é o aterro industrial — local próprio para receber resíduos sólidos produzidos por empresas. “Creio que muitos não se preocupam com o destino final, dispensando em lugares impróprios para esse fim”, alerta Fernando Passi, da Divinal Vidros. Todas as processadoras precisam estar atentas à forma de descarte para neutralizar seu impacto ambiental.
Pó de vidro é reciclável?
Hoje, para a indústria vidreira, o pó não tem serventia. Porém, estudos apontam que ele pode ser usado como matéria-prima de argamassas e cerâmicas. O engenheiro civil e gerente-administrativo da DVM Vidros, Luís Augusto Knorst, abordou a substituição da cal hidratada por pó de vidro em argamassas de revestimento em sua monografia de graduação pela Universidade Federal de Ouro Preto (MG). “Detectamos um aumento na resistência à compressão simples conforme o percentual de pó de vidro aumentava, e uma menor necessidade de água para se chegar à consistência desejada da argamassa, aumentando a durabilidade do material”, explica Knorst. “Como foi um estudo inicial, destacamos a necessidade de mais pesquisas sobre o tema”.
O que a legislação diz sobre o descarte de resíduos?
A principal lei brasileira a tratar do assunto é a 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que define diretrizes para o combate à poluição. A implementação da logística reversa pela indústria é abordada na PNRS, assim como outros objetivos fundamentais:
– Redução na geração de resíduos;
– Reutilização, reciclagem e tratamento;
– Disposição final adequada de rejeitos (materiais que não podem ser recuperados).
Vale salientar que o descarte ilegal de resíduos sólidos é crime ambiental.
Fonte: abravidro

A Glass South America, principal plataforma de negócios do setor vidreiro na América Latina, acontecerá entre 8 e 11 de junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. O evento apresentará as mais recentes novidades em aplicações de vidro, máquinas, equipamentos e acessórios, e deve receber 12 mil profissionais qualificados do setor e 200 marcas nacionais e internacionais em exposição.
Neste ano, empresas como Cebrace, Bottero, Dorma, Eastman, Glaston, Keraglass, Saint Gobain, Lisec, Interbox, Elber Ferragens, Guardian, GlassVetro e muitas outras já confirmaram sua participação como expositores da Glass South America. O evento, segmentado em design e tecnologia, reúne as mais modernas máquinas da indústria de transformação do vidro e permite que seus visitantes interajam e troquem experiências, acompanhando demonstrações ao vivo de máquinas em funcionamento.
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“O vidro é uma matéria-prima que sempre se destacou na aplicação para diversas indústrias, como construção civil, arquitetura, moveleira e automotiva. A partir disso, o principal objetivo da Glass South America é proporcionar um espaço ideal para compartilhar conhecimento, conectar pessoas e criar experiências junto aos importantes players desse mercado que buscam soluções e novas ideias para o uso do vidro”, afirma a diretora-geral da NürnbergMesse Brasil, Ligia Amorim.
Após a última edição, 92% dos expositores relataram que a Glass South America contribui para que a empresa gere novos negócios e relacionamentos. “Oferecemos aos nossos expositores, visitantes e parceiros uma completa ferramenta de marketing e negócios”, complementa Ligia. “Entendemos que as feiras têm um valor estratégico ainda maior em períodos de turbulência econômica e, nesse cenário, a Glass South America proporciona oportunidades de desenvolvimento de negócios e troca de melhores práticas entre profissionais do mercado e também entre as empresas”, finaliza.
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A 12ª edição da Glass South America, por meio de uma parceria com a Landesmesse Stuttgart, receberá também a estreia da feira R+T South America. O evento internacional referência no mercado de persianas, portas/portões e proteção solar interna e externa já conta com edições na Austrália, Turquia, China e Alemanha, que em 2015 comemorou sua 50º edição, recebendo 888 expositores e cerca de 60 mil visitantes.
A primeira edição do evento no Brasil ocorrerá simultaneamente à Glass South America, contando com mais de 1500 m² de área em exposição e expositores da Espanha, Itália, Polônia, Turquia, China, Holanda, Estados Unidos entre outros. Uma oportunidade para que os profissionais do setor encontrem uma gama completa de fornecedores, produtos e serviços desse mercado.
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12ª Glass South America e R+T South America
Data: 8 a 11 de junho de 2016
Onde: Transamerica Expo Center – São Paulo
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo
www.glassexpo.com.br
www.rt-southamerica.com

Fonte: vidroimpresso

Entre os dias 14,15,16 e 17 ocorreu na sede da ANAVIDRO os módulos dos cursos Prática 100,  cursos de especialização da ANAVIDRO que visa a capacitação dos profissionais do ramo vidreiro, proporcionando melhor desempenho nas práticas de montagem.
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Nos dois primeiros dias os alunos aprenderam o módulo de Projetos, Medições, Folgas, Orçamento e Comercial, um ótima base com conceitos fundamentais de aplicação para vidros temperados na construção civil. A aplicação do conhecimento foi elaborada em mais de 40 projetos na apostila, os alunos aprenderam na prática e discutiram os pros e contras da montagem dos projetos.
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Já o Curso de Aplicação de Vidros Temperados que ocorreu entre os dias 16 e 17 os alunos saíram do método teórico para o pratico, perfeito para aqueles que buscam trabalhar em vidraçarias, como instalador de vidros temperados tipo Box de banheiro, Janelas, Portas e outros produtos.
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“Agradeço e muito pelo conhecimento passado pelo professor Jotanael, creio que agora com todas essas dicas de instalação e de projetos, estarei com novas soluções ágeis e seguras para o meus clientes”, Silvio Santos da Rocha, aluno do curso Prática 100.
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Projetos, Medições, Folgas, Orçamento e Comercial
Aplicação de Vidros Temperados
 
Os Cursos da ANAVIDRO é patrocinado pelas empresas Vivix, UBV, Saint-Gobain, Guardian, Cebrace, AGC. E tem o apoio da ABIVIDRO (Associação Tecnica Brasileira das Industrias Automáticas de Vidro)

A Glass South América, principal plataforma de negócios do setor vidreiro na América Latina, acontecerá entre 8 e 11 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.
O evento apresentará as mais recentes novidades em aplicações de vidro, máquinas, equipamentos e acessórios, e deve receber 12 mil profissionais qualificados do setor e 200 marcas nacionais e internacionais em exposição.
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Neste ano, empresas como Cebrace, Bottero, Dorma, Eastman, Glaston, Keraglass, Saint Gobain, Lisec, Interbox, Elber Ferragens, Guardian, GlassVetro e muitas outras já confirmaram sua participação como expositores da Glass South América 2016.
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O evento é segmentado em design e tecnologia, e reúne as mais modernas máquinas da indústria de transformação do vidro e permite que seus visitantes interajam e troquem experiências, acompanhando demonstrações ao vivo de máquinas em funcionamento.
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A 12ª edição do Simpovidro, maior encontro do setor vidreiro no Brasil, foi realizada entre os dias 25 a 29 de Novembro, no Hotel Vila Galé Marés, Praia de Guarajuba, Bahia. Mesmo com o cenário de instabilidade econômica no País, o evento teve um grande número de participantes: 814 pessoas. Prova inequívoca de que o segmento entendeu o recado de que, em momentos de dificuldade, é hora de se unir e aperfeiçoar.
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O circo como inspiração
Como divulgado largamente antes do evento, o tema do 12º Simpovidro foi o circo: tradição milenar que soube se reinventar ao longo dos tempos a fim de alcançar os mais diversos públicos. E os que estiveram no simpósio notaram que as artes circenses estiveram no evento durante o tempo todo.
A Plenária Simpovidro, inspirada em uma tenda, proporcionou um espaço lúdico para as apresentações de palestrantes renomados e representantes das fabricantes vidreiras no Brasil. O circo não ficou só na decoração: logo na cerimônia de abertura, houve um número de dança e malabarismo executado pela trupe Felchak, de Guarapuava (PR), seguido pela interpretação do Hino Nacional Brasileiro pela cantora Raíssa Fayet, suspensa a 7 m de altura por cabos. Durante o dia, desde o café da manhã, passando por palestras, coffee-break e momentos de lazer, a trupe interagia com todos, por meio de intervenções artísticas. No jantar de encerramento, não poderia ser diferente: uma apresentação de cerca de quinze minutos marcou o final do evento.
12º Simpovidro: Falando sobre vidro

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Muito mais do que mero aspecto formal do simpósio, a cerimônia de abertura, historicamente, é o momento no qual a indústria de base (AGC, Cebrace, Guardian, Saint-Gobain Glass, UBV e Vivix) revela visões de mercado e planos para o futuro.
O presidente da Abravidro, Alexandre Pestana, compartilha a visão da associação sobre o que acontece no setor. A atual situação econômica — e, consequentemente, do mercado — não foi deixada de lado. De acordo com o dirigente, baseado na arte circense, o empresário vidreiro precisará equilibrar-se nas contas, fazer malabarismos com o orçamento disponível e mágica nas vendas.
Logo em seguida, passou o que pode ser considerado a sua principal mensagem, destinada a toda a cadeia. “As dificuldades são de todos e dar continuidade a essa guerra insana, com políticas de preço camicases, inviabiliza a perenidade das nossas empresas. Negociações fazem parte, mas não se deve ultrapassar o limite mínimo do custo”, alertou.
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Conteúdo relevante contra a crise
Um dos momentos mais esperados dessa edição eram as palestras. A Abravidro não poupou esforços para levar ao congresso o melhor time possível de conferencistas, de maneira a oferecer conteúdo que pudesse fazer a diferença em seus negócios.
Na quinta-feira, dia 26, primeiro dia de palestras do 12º Simpovidro, trouxe uma verdadeira aula magna do professor e jornalista Clóvis de Barros Filho sobe moral, ética e convivência social. Ele explicou que a ética nada mais é que a inteligência compartilhada em prol do bem-estar de todos e afirmou que quem coloca suas vontades acima dessa convivência, cometendo qualquer tipo de corrupção, obtém uma vantagem sempre menor do que os prejuízos que gera para toda a sociedade.
Outra apresentação do dia, do economista Paulo Rabello de Castro, abordou os diversos motivos que levaram o País a enfrentar a atual crise. Dentre eles, foram listadas questões externas, como o menor crescimento da China; de mercado, como a queda do valor das commodities; além de má gestão pública da economia.
Houve ainda espaço para números de mágica feitos pelo ilusionista Bianko, convidado pela Vivix, e para a história de superação do atleta Paulo Eduardo Chieffi Aagaard, o Pauê, convidado pela Saint-Gobain Glass.
Na sexta-feira, as novas formas de comunicação foram discutidas pelo publicitário Dado Schneider. Os primeiros vinte minutos da apresentação foram “mudos”: com música alta e apenas mensagens apresentadas por slide, ele prendeu a atenção de todos — em meio ao conteúdo, não faltou bom humor. O objetivo foi mostrar que, em tempos de smartphones e redes sociais, um bom comunicador deve sempre se digitalizar, reciclar e rejuvenescer.
Por sua vez, Paulo Storani, ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais do Rio de Janeiro (Bope) e antropólogo, apresentou conceitos de liderança e gestão. Segundo o militar, um líder deve encarar suas responsabilidades, sendo protagonista na resolução de problemas.
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Também na sexta-feira, o gerente de Vendas e Marketing da AGC, Denis Ramboux, apontou a necessidade de que as empresas disponham de um mixe de produtos diferenciados, enquanto Solange Cruz Bichara, presidente da escola de samba Mocidade Alegre, foi convidada pela Cebrace para falar sobre a importância de uma boa gestão.
O último dia de palestras, sábado, abordou o tema das empresas familiares: Eduardo Najjar, consultor especialista em sucessão nessa área, deu conselhos aos participantes do 12º Simpovidro. Entre eles, citou que as emoções nunca devem se sobrepor à gestão racional e que se deve evitar a contratação de pessoas que, no caso de uma demissão, podem levar os problemas para o âmbito familiar.
Quem também marcou presença nesse dia foi o maestro João Carlos Martins, um dos mais renomados músicos do século 20 . Além de apresentar sua história de talento, superação e humildade, Martins sentou-se ao piano e encantou a plateia com a execução de cinco peças, algumas com acompanhamento de violino. Foi, sem dúvida alguma, um dos momentos mais marcantes desta edição.
Vitor Hugo Farias, responsável pela área comercial nacional e internacional da União Brasileira de Vidros (UBV), alertou os participantes sobre a importância de estar atentos às mudanças do mercado. Por sua vez, o economista Samy Dana — convidado pela Guardian — explicou as causas do momento ruim para a economia nacional, apontando soluções para voltarmos ao crescimento.
Nos embalos da Fafá de Belém

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Durante a noite, após a apresentação da trupe Felchak e do jantar de despedida,o encerramento do 12º Simpovidro se deu com um show da cantora Fafá de Belém. Ela apresentou sucessos de sua carreira e clássicos da música sertaneja.
Bem que, na abertura do evento, o presidente Alexandre Pestana avisou: “Daqui a alguns anos, você vai lembrar porque, em uma atmosfera circense, você se surpreendeu bastante, se inspirou, refletiu sobre pontos importantes em seus negócios e, ainda por cima, se divertiu muito!”. Resta-nos agora aguardar as surpresas reservadas para o 13º Simpovidro, em 2017.
Patrocínio e apoio
O 12º Simpovidro contou com o patrocínio de todas as empresas fabricantes de vidro com plantas instaladas no Brasil: AGC, Cebrace, Guardian, Saint-Gobain Glass, União Brasileira de Vidros (UBV) e Vivix. Teve ainda o apoio de dezenove companhias: Abrasipa, Arbax, Bottero, Diamanfer, Eastman, GlassControl, GlassParts, Glasspeças, Glass South America, Glass Vetro, Glaston, Gusmão Representações, Keraglass, Lisec, ScreenLine, Sglass, Stanley, SystemGlass e Tecbril. O Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS) deu apoio institucional.
 
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Fonte: abravidro

O Sincomavi Escola de Negócios promoverá entre os dias 05, 10, 12, 17 e 24 de novembro, um programa de treinamento desenvolvido especialmente para o varejo de vidros. O evento terá uma aula inaugural sobre “Canais de Comunicação”, que contará com o comando do consultor e professor Adriano Sá. Já a consultora e psicóloga Nidelci de Oliveira (Nina) ministrará o curso “Atendimento e Foco em Vendas”.
Entre os pontos abordados no evento gratuito destacam-se: o valor da comunicação e da marca (branding), planejamento da comunicação, Divulgação tradicional (panfletos e folders) x Novas tecnologias de comunicação, entender o processo de atendimento, negociação e fechamento de vendas, o que faz um vendedor de sucesso? Elo entre produção e distribuição e conhecendo o produto e o cliente.
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O evento tem o apoio da Abravidro e Abividro, e o patrocínio de AGC, Cebrace, Guardian, Saint-Gobain, UBV e Vivix.
As vagas são limitadas!
Informações e Inscrições
Telefone: (11) 3488-8200
E-mail: cursos@sincomavi.org.br
Local: Rua Boa Vista, 356 – 15º andar – Centro – São Paulo – SP (ao lado da estação de metrô São Bento)
 
Confira a programação completa
Aula Inaugural: Canais de Comunicação
Data:
 05.11.2015
Horário: 19h às 21h
Objetivo: Sensibilizar o público alvo para a importância de utilizar dos meios disponíveis para divulgar seus produtos e serviços da área de vidros
Tópicos Abordados:
• Contexto: Mercado x Consumidor;
• O valor da comunicação e da marca (branding);
• Planejamento da comunicação: como atingir o público alvo;
• Divulgação tradicional (panfletos e folders) x Novas tecnologias de comunicação;
• Promoção, Merchandising e Propaganda.
 
Curso – Atendimento e Foco em Vendas
Datas:
 10, 12, 17 e 24.11.2015
Horário: 19h às 22h
Objetivo: Desenvolver as competências de Marketing, Atendimento e Vendas para o aumento nas vendas de produtos à base de vidro destinados à Construção, Reformas e Decoração.
Tópicos Abordados:
• Entender o processo de atendimento, negociação e fechamento de vendas;
• O que faz um vendedor de sucesso? Elo entre produção e distribuição;
• Conhecendo o produto e o cliente;
• A influência do preço sobre as vendas (aspectos subjetivos e objetivos);
• Promoção de venda (Tipos e Características).
Consultores:
Adriano Sá
Diretor da ADRIANO/SA, consultoria em branding/marcas, marketing e comportamento do consumo no varejo. Membro Associado do IBEVAR – Instituto Brasileiro de Executivos do Varejo e Mercado de Consumo e integrante do comitê de Inovação em Marketing. É co-autor do livro Manual do Varejo no Brasil. Publicitário, especializado em Gestão Estratégica de Marcas pela FIA, Pós Graduado com MBA Gestão Executiva pelo INSPER (Ibmec/SP). Certificado em Marketing pela University of Pennsylvania – The Wharton Business School.
Nidelci de Oliveira (Nina)
Psicóloga, especialista em treinamento e em gestão de pessoas, com mais de 25 anos de experiência. Sócia fundadora da DNA Ideias e Soluções, consultoria voltada ao desenvolvimento humano e organizacional. A frente de projetos e equipes para a facilitação a novas culturas organizacionais que gerem mudança de atitude. Desenvolve e conduz programas para Líderes, Sinergia e Integração de áreas e equipes, e também programas de Vendas e Atendimento.
 
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Entre os dias 25 e 29 de Novembro o mercado nacional de vidro se reúne para a 12º edição do Simpovidro, um dos maiores encontros do setor vidreiro no Brasil.
O estado escolhido mais uma vez foi a Bahia, que além de todos os seus encantos reconhecidos internacionalmente, concentra boa parte dos mais estruturados resorts instalados no Brasil, o Hotel Vila Galé Marés, localizado na praia de Guarajuba na capital de Salvador.
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O 12º Simpovidro é uma oportunidade para se relacionar com atuais ou futuros clientes, trocar informações e fechar negócios, além de se atualizar sobre as tendências em ambiente diferenciado.
A grade de palestras é sempre o maior destaque do evento, pois reuni grandes personalidades da área de gestão e líderes do setor vidreiro em apresentações imperdíveis.

12º Simpovidro: Hotel Vila Galé Marés, Guarajuba - Salvador
12º Simpovidro: Hotel Vila Galé Marés, Guarajuba – Salvador
A 12º Simpovidro conta com o patrocínio dos fabricantes nacionais de vidro plano como: AGC, Cebrace, Guardian, Saint-Gobain Glass, UBV e Vivix.
Em breve, serão lançadas as cotas de apoio para todas as demais empresas que desejarem apresentar seus produtos e marcas, mas várias delas já se anteciparam e garantiram seu lugar como apoiadores: Abrasipa, ARBAX, Diamanfer, Glass Vetro, Gusmão Representações, Keraglass e SF Informática.
 
Inscreva-se: www.simpovidro.com.br
 
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Em operação desde agosto de 2014, a nova linha de produção de vidro float da Guardian, em Tatuí, interior de São Paulo, recebeu investimentos de cerca de 5 Milhões de reais, em um projeto de gestão ambiental que engloba sistemas para tratamentos de gases e solventes, com redução de 96% das emissões, e reaproveitamento de 100% da água de efluentes.
Esse é um dos programas implantados pela empresa, visando um modelo de gestão ambiental e social que inclui um amplo trabalho de reciclagem. Das 450 mil toneladas de vidros fabricados por ano pela empresa no Brasil, 90 mil provêm de resíduos de vidros, o que equivale a 20% de toda a produção.

Guardian investe em gestão ambiental.

Esse índice deve subir para 30% este ano, impulsionando principalmente pela coleta que a Guardian faz junto aos processadores de vidro e pelo programa de descontos e subsídios de frentes que a companhia criou para estimular esses processadores a participar da reciclagem.
Para coletar cacos de vidro, utilizados pela Guardian na fabricação de novas chapas, a empresa envia para os processadores do produto contêineres plásticos reciclados. Já os cacos de espelho são remetidos a empresas licenciadas para a fabricação de artefatos de vidro, pisos e azulejos.
Fonte: Revista FINESTRA – ED. 92
 
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Espelhos oxidados, trincas na superfície, distorção óptica: esses são alguns dos problemas que surgem quando a instalação de espelhos não é feita de maneiras correta.
Confira um roteiro especial para a instalação correta e segura de espelhos.
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1º Antes de instalar o espelho, é importante verificar suas medidas e as do espaço em que ele será colocado e conferir se a superfície que o receberá está limpa, seca e livre de umidade.
2º Os adesivos (substâncias para fixação) devem ser elastoméricos neutros, como silicones de cura neutra de base alcoxi sem solvente tóxicos (Fabricados por empresas como Adespec, Alpatechno e Tekbond) ou fitas dupla face isentas de solventes.
3º Adesivos devem ser aplicados na superfície em que será feita a colagem em filetes na vertical – NUNCA NA HORIZONTAL – para permitir a circulação de ar e evitar o acúmulo de umidade no verso no espelho.
4º Na fixação, é fundamental que haja espaço de 3 mm entre o costado do espelho e o substrato, para permitir a circulação de ar e o escoamento da umidade.
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Instalação Mecânica

Esse tipo de instalação faz uso de elementos que não agem quimicamente para a fixação de espelhos. Veja a seguir os tipos de instalação mecânica e alguns cuidados para cada um.
 
Aparafusamento:
– Devem-se usar arruelas ou espaçadores plásticos em ambos os lados do espelho;
– O aperto completo é feito apenas no final, preferencialmente pelas diagonais das peças;
– Deve-se evitar o contato direto entre os parafusos de fixação e a peça do espelho, utilizando entre eles materiais como silicone neutro ou arruelas de borracha e plásticos.
 
Botão Francês:
– Utilize apoio de borracha ou plástico, para evitar contato direto entro o metal e o espelho;
– O número de botões a se usar deve ser proporcional às dimensões do espelho – segundo Luiz Cláudio Rezende, gerente Industrial da Viminas, deve-se pedir ao fabricante do botão qual limite de peso ele suporta sem quebrar.
 
Molduras:
– Utilize molduras e elementos de fixação que não absorvam umidade;
– Para instalação com molduras metálicas, use espaçadores macios ( como calços de borracha ou clipes plásticos);
– O espelho deve estar encaixado na moldura, como no mínimo 5 mm em todas as arestas;
– Evite elementos de fixação que possam causar danos às superfícies e arestas do espelho.
 
Presilhas ou garras:
– O número de presilhas ou garras a serem utilizadas deve ser proporcional às dimensões do espelho;
– Deve haver espaçamento de pelo menos 3 mm entre o costado do espelho e o substrato.
 
OBS: Seguir a norma é indispensável.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas tem um texto especifico para a instalação de espelhos: trata-se da NBR 15198Espelhos de prata – Beneficiamento e Instalação.
É fundamental que todos os profissionais que trabalham com instalação de espelhos leiam essa norma, para saber todos os cuidados a serem tomados, evitar erros e ter conhecimento para responder às duvidas de seus clientes.
 
O que não deve fazer.
Wagner Domingues, coordenador de Engenharia de Aplicação da Cebrace, aponta alguns dos erros mais frequentes na instalação química de espelhos:
– Usar colas como solventes orgânicos (como “colas de sapateiro” e “colas para tapete”) para a fixação, em vez de silicone neutro ou adesivo recomendado pela fabricante do espelho;
– Não nivelar a superfície em que o espelho será colado, quando for necessário;
– Aplicar o adesivo em forma de círculos, o que gera acúmulo de umidade e causa a oxidação do espelho;
– Usar a quantidade insuficiente de material de colagem de acordo com o tamanho e peso do espelho;
– Não usar o protetor de borda, o que facilita a oxidação;
– Usar mantas ou jornais entre  espelho e a parede, o que propicia o surgimento da umidade por bloquear a ventilação;
– Usar cera automotiva para “limpar” o vidro – como o produto costuma ter solventes ou silicones, causa manchas no espelho.
 
A equipe do departamento técnico da Guardian observa outros problemas comuns:
Espelhos instalados em saunas, banheiros, piscinas ou qualquer outro ambiente com alto índice de umidade ou atmosfera corrosiva são propensos à oxidação;
– Não é recomendado o uso de iluminação tipo spot direcionado diretamente ao espelho, pois gera calor e pode deteriorar a camada de prata ou trincar a peça.
 
Fonte:Revista – O Vidro Plano – Nº 505
 
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Uma das maiores fabricantes de vidros e espelhos do mundo, a Guardian vem ampliando o fornecimento de vidros para outros mercados além da decoração e arquitetura de interiores. Um exemplo é o setor de eletrodomésticos da linha branca, no qual a Guardian tem conquistado espaço no Brasil devido, principalmente, à qualidade de seus produtos.
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O vidro Plano transparente que a Guardian fabrica é um vidro muito mais claro. “Nosso vidro plano inspirou inclusive um grande fabricante de eletrodomésticos a criar toda uma nova linha de produtos com design diferenciado, na qual o vidro é o material de destaque”, conta Renato Sivieri, gerente de Comunicação da Guardian.
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Outro vidro da Guardian, que vem sendo aplicado pela indústria de eletrodomésticos, é o Coater, um tipo de vidro que recebe camadas metálicas para criar um efeito refletivo.
Esse produto é utilizado em micro-ondas, fornos e lava-louças, permitindo fazer composição com outros eletrodomésticos, como geladeiras e fogões em inox. “O vidro é, sem dúvida, um material que, por seu visual clean e pela versatilidade, contribui para a diferenciação do design dos eletrodomésticos”, acrescenta Sivieri, ao destacar que o vidro Guardian é peça-chave para a fabricação também de fogões cooktop.
 
Fonte: vidroimpresso
 

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