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O Cristal é a denominação popular para um vidro de alta qualidade perfeitamente lapidada, garantindo sua transparência e brilho inigualável, por isso que a grife austríaca SWAROVSKI, referência mundial em objetos, componentes e jóias de cristais, decidiu inaugurar em outubro de 1995 o museu Kristallwelten (em alemão “ Mundo dos Cristais ”), situado na cidade de Wattens na Áustria.
O parque foi feito para comemorar o centenário da empresa, logo na entrada do museu está localizada uma enorme fonte, no formato de um rosto, dando a impressão ao visitante de estar entrando em um corpo,

Entrada do museu com uma enorme fonte de água, no formato de um rosto.
Entrada do museu com uma enorme fonte de água, no formato de um rosto.
O projeto foi assinado pelo artista André Heller, inicialmente as previsões era de receber 400 visitas por dia, mas atualmente são vendidos quatro mil ingressos diários em média. Mais de 10 milhões de pessoas já visitaram o parque, localizado ao lado da fabrica.
interior de umas da sala que imita um Crystal.
interior de umas da sala que imita um Crystal.
No seu interior existem várias salas que imitam o interior de um cristal, o levando a conhecer um mundo cheio de esplendor e emoções, mostrando curiosidades do tipo como o menor (0,87 milímetros) e o maior (62 Kg) cristal já lapidado no mundo.
Entre as instalações encontram-se cristais associados a obras de artistas como Andy Warhol, Salvador Dali, Marc Chagall, Joan Miró, Pablo Picasso.
Para conhecer mais desse mundo veja o vídeo abaixo:
Fonte:
kristallwelten
sonoticiaboa
mundodasmarcas

Na hora de lavar copos e taças de vidro, o grande problema é quando se tem acúmulos de água e fluidos, que ficam presos dentro do copo, nesse processo a secagem é mais demorada, criando bolores no espaço fechado do vidro.
Pensando nisso, o designer Huang Shi-Hao criou uma solução muito simples, um corpo com borda inclinada batizado de Tilt Cup.
 

Tilt Cup copo antimofo riado pelo designer Huang Shi-Hao .
Tilt Cup copo antimofo criado pelo designer Huang Shi-Hao .
A invenção é sutil e bastante útil, pois impede a formação de mofo enquanto o corpo está no processo de secagem. Ele introduziu uma extremidade cortada, onde o corpo mantivesse o equilíbrio perfeito na sua distribuição para acelerar o processo de secagem.
Quando o corpo é virado de cabeça pra baixo, a água flui facilmente, evaporando o liquido pela abertura criada pelo recorte.
Use ar livre para secagem rápida na prevenção de bolores.
O que Você acha?
Fontes:
yankodesign
vidrado
nascentarray

Quando vamos fazer aquela faxina em casa o pior local para se limpar é o banheiro.
Pois precisamos dar ao local, um ar de impecável para quem o utiliza, só que limpar não e tarefa fácil. O vidro necessita de cuidados e atenção especial na hora da limpeza,
O bom seria secar o boxe logo após o banho, já que o contato com Shampoos, cremes, sabonetes e até oleosidade natural que o corpo emite, acaba causando manchas brancas que insiste em permanecer no Boxe de vidro.

Limpeza por dentro do Box de Banheiro
Limpeza por dentro do Box de Banheiro
Uma das dicas é usar água e sabão, para remover as manchas, não utilize produtos com ácidos, cloro e água sanitária, use água quente com vinagre branco caso as manchas persistam ,use uma esponja macia para esfregar, e em seguida seque o vidro com um pano limpo e macio.
Utilize água e sabão para limpar o Box.
Utilize água e sabão para limpar o Box.
Outra dica é usar detergente (neutro) com álcool, use nesse processo primeiramente água quente, jogue no local da mancha e depois passe uma esponja, depois e só enxaguar com água fria e secar naturalmente.
Veja abaixo um vídeo detalhado.
Fontes:
dicasdemulher
organizesemfrescuras
solucoeslucymizael
 
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Um simples abajur não é só mais um objeto de decoração, o item caiu nas mãos do talentosíssimo Charles Lewis Tiffany fundado da famosa joalheria Tiffany & Co, que percebeu que na fundição de diferentes vidros podia ser obter algo admirado por seus consumidores.

Loja da Tiffany nos anos de 1905 e 1940.
Loja de Interiores na 5 ª Avenida da Tiffany & Co.. Entre 1905 e 1940
A história da Tiffany & Co. Teve inicio no dia 18 de setembro de 1837, quando os jovens Charles Lewis Tiffany e John B. Young, com um investimento inicial de US$  1 mil para investir em um negócio em New York a proposta era estabelecer um comércio de artigos de luxo e papelaria para casa, mais acabou se tornando uma joalheria mundialmente famosa por seus artigos de luxo únicos diversificados trazendo status e bom gosto.
Terceira maior joalheria do mundo, possui uma ampla linha de produtos vendidos em suas lojas como relógios, artigos de prata, vidros, porcelana, talhares diversos, matérias gravados e acessórios de moda.
Lâmpada decorativa estilo Abajur Tiffany.
Lâmpada decorativa estilo Abajur Tiffany.
Mais o item de destaque é a Tiffany Lamp Criado pelo Designer Louis Comfort Tiffany por volta de 1895, o abajur Tiffany Lamp é feito  por diferentes tonalidades de cor  do vidro Favrile, vidro esse fundido com óxidos metálicos que absorvidos pelo vidro criar-se um efeito único e luxuoso.  Na fabricação  utiliza-se  técnicas que envolve a peça em uma  fita de cobre para ficar entranhada e soldada entre si .
Os abajures Tiffany Lamp são itens colecionáveis e preciosos por sua beleza única e de importância histórica, a coloração do vidro já vem desde a idade Média, na construção e utilização em vitrais de igrejas e catedrais, o artista admirava a coloração dos vidros medievais, convencido de que a qualidade do vidro contemporâneo poderia ser melhorado no processo de fabricação, começando a utilizar a técnica.
Admirado e procurado pelo público e por colecionadores o item ligado, passa a ter um elemento de elegância e classe, emitindo uma suave iluminação colorida no ambiente de decoração.
Fontes:
casodesucesso.com
mundodasmarcas
abrael
tiffany.com

Fred Astaire e Ginger Rogers formam um dos casais mais famosos da história do cinema, com aparições conjuntas em mais de 10 filmes – todos tendo a dança como tema principal. O Dancing House, edifício comercial em Praga, capital da República Checa, com um visual incrível e impressionantes fachadas de vidro, talvez seja uma das maiores homenagens já relatadas à dupla.
O prédio de duas torres, popularmente conhecimento como Fred e Ginger, foi construído em 1996, substituindo um espaço destruído pelos americanos na Segunda Guerra. Idealizado por Vlado Milunic, arquiteto familiarizado com o espaço, e pelo então presidente Václav Havel, surgiu com o patrocínio da consultora de seguros Nationale-Nederlanden (atual ING Bank), que pôs Milunic em parceria com o também arquiteto Frank Gehry para a produção do edifício.
O resultado é uma obra estática e dinâmica, com um estilo arquitetônico completamente diferente do que o conhecido em toda a República Checa – fato que marcou a transição do regime comunista para o parlamentarismo.
Dancing House é uma obra com dois corpos centrais: o primeiro deles, com 99 paineis de concreto, todos com formas e tamanhos diferentes, recoberto por uma fachada de aspecto retorcido, recoberta por vidro temperado. O segundo, que parece abraçar o primeiro, como em um passo de dança, possui formas mais sóbrias, mas traz a sensação de movimento ao longo de suas janelas de vidro.
Logo abaixo, você confere algumas imagens do edifício e também um vídeo de apresentação do projeto.

Sensação de movimento criada pela torre de vidro se espalha por todo o edifício (www.idesignarch.com)
Sensação de movimento criada pela torre de vidro se espalha por todo o edifício (www.idesignarch.com)
Junção das torres homenageia os passos de Fred Astaire e Gingers Rogers (www.jacobogordon.com)
Junção das torres homenageia os passos de Fred Astaire e Gingers Rogers (www.jacobogordon.com)
Iluminação garante muito movimento ao edifício (500px.com)
Iluminação garante muito movimento ao edifício (500px.com)

Fontes:
Prague Experience
Wikipedia – Dancing House (em inglês)
Wikipedia – Vlado Milunic (em inglês)
Wikipedia – Frank Gehry (em inglês)
Vidro Impresso

Ao lado da Torre Eiffel e do Arco do Triunfo, o Museu do Louvre é um dos principais pontos turísticos de Paris, capital da França. Além do extenso acervo, que conta com obras clássicas como a Monalisa e a Vênus de Milo, a Pirâmide, entrada principal do museu, fez do Louvre um cartão postal parisiense também pela arquitetura.
Situado no Palácio do Louvre, antiga sede da monarquia francesa, o espaço começou a se transformar em museu no século XVII, quando se instalaram academias de arte e pintura no local. Resistindo ao tempo, crescendo em número e variedade de galerias e exposições, o Louvre precisou passar por adequações após a metade do século XX para adequar-se à quantidade de visitantes que recebia, e, em 1989, ganhou sua própria pirâmide das mãos do arquiteto Ieoh Ming Pei.

Visão comum: Pirâmide carregada de visitantes (mochileiros.com)
Visão comum: Pirâmide carregada de visitantes (mochileiros.com)
A Pirâmide de Vidro, que parece uma obra futurista em meio à estrutura do Louvre, tem mais de 20 metros de altura e é constituída por 673 painéis de vidro, sendo 603 losangos e 70 segmentos triangulares, todos com 21 mm de grossura. Construída na porção central do terreno, a mais nobre do museu, ela se tornou a entrada principal por facilitar o acesso subterrâneo a todos os edifícios em seu entorno e por garantir iluminação à recepção de visitantes.
Centralizada, Pirâmide é um dos pontos mais nobres do Louvre (conexaomundo.com.br)
Centralizada, Pirâmide é um dos pontos mais nobres do Louvre (conexaomundo.com.br)
La Pyramide Inversée – A Pirâmide Invertida
Após a construção da Pirâmide do Louvre, Ieoh Ming Pei projetou uma claraboia em um centro comercial posicionado em frente ao Louvre que faz oposição à obra arquitetônica do museu.
A Pirâmide Invertida serve como orientação para a entrada principal do museu. Pesando 30 toneladas e com 13 m², a Pirâmide Invertida tem o seu vértice apontando para o solo, suspenso a quase 1,5 m do chão. Abaixo das vidraças, uma pirâmide pequena se ergue do chão, como um espelho da construção sobre seu topo, e as duas quase se encostam.
La Pyramide Inversée: toneladas de vidro para nortear os turistas (mochileiros.com)
La Pyramide Inversée: toneladas de vidro para nortear os turistas (mochileiros.com)
Fontes:
Pirâmide do Louvre
Museu do Louvre
La Pyramide Inversée
Structurae
UFSC – Arquitetura Enterrada
Conexão Paris

Artista influente tanto no século XIX quanto no século XX, o francês René Jules Lalique foi designer, mestre vidreiro e joalheiro, tornando-se conhecido pela criação de joias, frascos de perfume, vasos, copos e taças, entre outros delicados itens fabricados em vidro.
Nascido em 1860, o francês inspirou-se nos estilos artísticos surgidos no fim do século XIX, o art nouveau e art déco, para deixar um legado de produções que remetem à qualidade, beleza e diversidade. Como designer de joias, desenvolveu peças baseadas na natureza, como aves e insetos, aproveitando-se de materiais tidos como pouco comuns, como o vidro.
Lalique foi o primeiro a conceber os frascos de perfume em vidro, passando a investir na comercialização de um produto luxuoso em embalagens igualmente refinadas. Até 1914, popularizou sua arte, fazendo com que as produções em vidro passassem a ser acessíveis para o grande público, mas, no ano de início da Primeira Guerra Mundial, transformou sua fábrica de vidro em território de produção de material médico para hospitais e farmácias.
Do fim do conflito até 1945, ano de sua morte, René Lalique investiu em modelos exclusivos de vidro, desenvolvidos em uma fábrica construída em Wingen-sur-Moder. Lá, foram patenteados diversos processos para a fabricação de vidro, como o satinado Lalique ou o vidro opalescente. Presente também na arquitetura, foi pioneiro na escultura de vidro para obras monumentais, como as portas do Hotel Alberto I, em Paris, ou as fontes dos Campos Elíseos, além de marcar presença também na construção de trens, navios, igrejas e residências.
Veja, logo abaixo, alguns dos trabalhos de Lalique.

Embalagem produzida por Lalique (www.prweb.com)
Embalagem produzida por Lalique (www.prweb.com)
Libélula de vidro produzido pelo francês, exposta em museu de Portugal (commons.wikimedia.org)
Libélula de vidro produzido pelo francês, exposta em museu de Portugal (commons.wikimedia.org)
Fontes:
Wikipedia
Saber Design

Nascida em 1914, a arquiteta Achilina Bo, nascida e formada em Roma, chegou ao Brasil em 1946. Casou-se com o jornalista Pietro Maria Bardi, em 1951, naturalizou-se brasileira e descobriu no país a inspiração necessária para mostrar todo o seu talento.
Mais conhecida como Lina Bo Bardi, a arquiteta ítalo-brasileira tem em seu currículo o Museu de Arte Moderna da Bahia, a Igreja do Espírito Santo do Cerrado, em Uberlândia, além do Teatro Oficina e o Sesc Pompéia, ambos na cidade de São Paulo, que também abriga são obras mais importantes: O MASP, um dos cartões postais paulistanos, e a Casa de Vidro, antiga residência de Lina e Pietro, atual sede do Instituto Lina Bo e P.M. Bardi.
A Casa de Vidro, construída em 1951, é um dos grandes projetos arquitetônicos da cidade de São Paulo, com um jardim da casa de 7 mil m² que é um dos últimos exemplos de conservação da mata brasileira.
A casa é a sede do Instituto Lina Bo e P.M. Bardi, criado por Pietro em 1990. O local guarda um extenso acervo montado pelo casal e foi doado para o instituto para pesquisa e divulgação de arte e arquitetura no Brasil. Entre obras de arte, móveis, documentos e diversos objetos, são mais de 20 mil itens significativos para a história do país.
O local foi tombado pelo CONDEPHAAT em 1987, sendo reconhecido também como IPHAN como patrimônio histórico. É fonte de pesquisa para estudiosos e arquitetos internacionais, recebendo exposições, encontros e palestras, entre outros eventos.

A Casa de Vidro, em imagem dos anos 60 (olapisverde.blogspot.com.br)
A Casa de Vidro, em imagem dos anos 60 (olapisverde.blogspot.com.br)
Confira, no vídeo abaixo, um pouco mais sobre o local, em reportagem feita pelo programa Metrópolis, da TV Cultura. Para mais informações, entre em contato com o Instituto Lina Bo e P.M. Bardi pelo telefone 3743.3875 ou pelo e-mail contato@institutobardi.com.br.

As lâmpadas incandescentes, que atualmente têm sido substituídas gradativamente por lâmpadas fluorescentes ou mesmo LEDs, fontes de luz fria que geram maiores quantidades de luz visível, são uma das grandes invenções da história da humanidade, já que tiveram um papel fundamental na evolução dos grandes centros urbanos e das indústrias. Você pode não saber, mas o vidro também foi imprescindível para essa invenção. Vejamos a seguir.
Além de possuir um exterior elaborado em vidro, fato que aproveita a luz irradiada pelas lâmpadas, o interior de cada item possui um filamento formado por tungstênio – ou, atualmente, um gás ainda mais inerte – e uma cápsula de vidro. Isso acontece porque os elétrons da corrente vão aquecendo o filamento e passam a emitir uma luz visível, e o vidro é útil tanto pelo fato de ser um material que não influi no processo quanto pela transparência oferecida, que contribui para a propagação da luz gerada pelo processo.
Nas lâmpadas fluorescentes, o vidro também é parte integrante das estruturas internas e externas da lâmpada, mas o mecanismo de funcionamento é bastante diferente: a corrente elétrica excita as moléculas dos gases do interior da lâmpada, que colidem e emitem luz visível sem gerar o aumento de temperatura.

Filamentos de tungstênio e cúpula de vidro, em detalhes (www.patriciomartino.com)
Filamentos de tungstênio e cúpula de vidro, em detalhes (www.patriciomartino.com)
Fontes:
http://casa.hsw.uol.com.br/lampadas.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A2mpada_incandescente
http://www.iar.unicamp.br/lab/luz/ld/L%E2mpadas/Fontes_Lumin.pdf
http://www.mundofisico.joinville.udesc.br/index.php?idSecao=120&idSubSecao=30&idTexto=135

O Shanghai Museum of Glass (também conhecido como Museu do Vidro da China, em tradução livre, ou SHMOG) é uma gigantesca construção sediada em Xangai, maior cidade do país. Com 5 mil m², o museu é parte integrante das transformações econômicas pelas quais a China tem passado nas últimas décadas, sendo mais um símbolo da grandeza do país que almeja ser a maior economia do planeta.
O SHMOG é um dos 100 museus inaugurados em Xangai de 2000 para cá, como tentativa de fazer da cidade um pólo cultural. Projetado pelo escritório alemão Logon, o museu foi instalado na antiga sede da Shanghai Glass Co. O museu é parte do G+ Glass Theme Park, que contará também com um campo de esculturas, um parque científico, um parque de negócios e tem previsão de inauguração para 2018 – tornando-se, provavelmente, o maior centro de desenvolvimento de produtos em vidro.
Aliando beleza arquitetônica ao conforto e às funcionalidades oferecidas pelo vidro, o escritório alemão incorporou tecnologia de ponta à construção para a criação de um espaço que é ao mesmo tempo moderno e aconchegante para o público, facilitando a interação dos visitantes com os materiais expostos.
Com uma ambientação futurista e muitos LEDs refletidos em vidro, além de telas espalhadas por toda a extensão do espaço, o SHMOG conta a história do vidro de uma maneira voltada para a participação do usuário.
A parte já finalizada do projeto reserva espaços para exposições, workshops e laboratórios de pesquisa, além de lojas, cafés e restaurantes.

Noite no SHMOG realça refletividade e transparência do vidro (mamathroughthepacificglass.blogspot.com.br)
Noite no SHMOG realça refletividade e transparência do vidro (mamathroughthepacificglass.blogspot.com.br)
O museu é uma excelente opção de passeio para quem for conferir as tendências asiáticas que serão apresentadas na China Glass Expo 2013, que acontecerá entre os dias 24 e 27 de maio, em Xangai.
Fontes:
http://prosainterativa.com.br/de-tudo-um-pouco/xangai-e-o-seu-museu-do-vidro-ideias-fora-da-caixa
http://noticias.vidrado.com/curiosidades/museu-do-vidro-de-xangai-e-inaugurado/
http://en.shmog.org/

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