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Sustentabilidade

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A construtora Camargo Correa lançará em breve o seu mais novo empreendimento, que terá em sua fachada o vidro, o Camargo Corporate Towers, estará localizado na avenida Juscelino Kubitschek.
Combinando tecnologia, engenharia, sustentabilidade e design em seu primeiro projeto feito no Brasil, o escritório mantém a tradição que fez com que sua sede em Nova Iorque se tornasse um dos 50 primeiros edifícios a receber a certificação LEED, (Leadership in Energy and Environmental Design) um sistema internacional de certificação e orientação ambiental para edificações, com o objetivo de incentivar a transformação dos projetos, obra e operação das edificações, com foco na sustentabilidade.

Empreendimento Sustentável receberá vidros com proteção térmica.
Empreendimento Sustentável receberá vidros com proteção térmica.
As duas torres dos prédios  compostas de 30 andares cada, possuem usinas de geração de energia própria, sistema de captação de água das chuvas para reaproveitamento, além de superfície com proteção térmica, que reduz a demanda de climatização interna dos ambientes.
Assinado pelo premiado escritório de arquitetura Peli Clarke Pelli e nacionalização por conta de outro time consagrado Aflalo & Gasperini Arquitetos, além de luminotécnica concebida pelo Studio IX,
Veja a Galeria de Fotos:
Fonte:
arkpad

Quando vamos fazer aquela faxina em casa o pior local para se limpar é o banheiro.
Pois precisamos dar ao local, um ar de impecável para quem o utiliza, só que limpar não e tarefa fácil. O vidro necessita de cuidados e atenção especial na hora da limpeza,
O bom seria secar o boxe logo após o banho, já que o contato com Shampoos, cremes, sabonetes e até oleosidade natural que o corpo emite, acaba causando manchas brancas que insiste em permanecer no Boxe de vidro.

Limpeza por dentro do Box de Banheiro
Limpeza por dentro do Box de Banheiro
Uma das dicas é usar água e sabão, para remover as manchas, não utilize produtos com ácidos, cloro e água sanitária, use água quente com vinagre branco caso as manchas persistam ,use uma esponja macia para esfregar, e em seguida seque o vidro com um pano limpo e macio.
Utilize água e sabão para limpar o Box.
Utilize água e sabão para limpar o Box.
Outra dica é usar detergente (neutro) com álcool, use nesse processo primeiramente água quente, jogue no local da mancha e depois passe uma esponja, depois e só enxaguar com água fria e secar naturalmente.
Veja abaixo um vídeo detalhado.
Fontes:
dicasdemulher
organizesemfrescuras
solucoeslucymizael
 
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Um simples abajur não é só mais um objeto de decoração, o item caiu nas mãos do talentosíssimo Charles Lewis Tiffany fundado da famosa joalheria Tiffany & Co, que percebeu que na fundição de diferentes vidros podia ser obter algo admirado por seus consumidores.

Loja da Tiffany nos anos de 1905 e 1940.
Loja de Interiores na 5 ª Avenida da Tiffany & Co.. Entre 1905 e 1940
A história da Tiffany & Co. Teve inicio no dia 18 de setembro de 1837, quando os jovens Charles Lewis Tiffany e John B. Young, com um investimento inicial de US$  1 mil para investir em um negócio em New York a proposta era estabelecer um comércio de artigos de luxo e papelaria para casa, mais acabou se tornando uma joalheria mundialmente famosa por seus artigos de luxo únicos diversificados trazendo status e bom gosto.
Terceira maior joalheria do mundo, possui uma ampla linha de produtos vendidos em suas lojas como relógios, artigos de prata, vidros, porcelana, talhares diversos, matérias gravados e acessórios de moda.
Lâmpada decorativa estilo Abajur Tiffany.
Lâmpada decorativa estilo Abajur Tiffany.
Mais o item de destaque é a Tiffany Lamp Criado pelo Designer Louis Comfort Tiffany por volta de 1895, o abajur Tiffany Lamp é feito  por diferentes tonalidades de cor  do vidro Favrile, vidro esse fundido com óxidos metálicos que absorvidos pelo vidro criar-se um efeito único e luxuoso.  Na fabricação  utiliza-se  técnicas que envolve a peça em uma  fita de cobre para ficar entranhada e soldada entre si .
Os abajures Tiffany Lamp são itens colecionáveis e preciosos por sua beleza única e de importância histórica, a coloração do vidro já vem desde a idade Média, na construção e utilização em vitrais de igrejas e catedrais, o artista admirava a coloração dos vidros medievais, convencido de que a qualidade do vidro contemporâneo poderia ser melhorado no processo de fabricação, começando a utilizar a técnica.
Admirado e procurado pelo público e por colecionadores o item ligado, passa a ter um elemento de elegância e classe, emitindo uma suave iluminação colorida no ambiente de decoração.
Fontes:
casodesucesso.com
mundodasmarcas
abrael
tiffany.com

A mostra Reciclarte – Arte da Reciclagem, que fica no Memorial da América Latina entre os dias 8 e 19 de outubro, é uma coletânea de ensaios fotográficos, depoimentos e registros diversos de quem lida diretamente com os materiais reaproveitáveis, todos os dias.
A Verallia, divisão de embalagens de vidro do Grupo Saint-Gobain, marcou sua presença no evento cedendo cacos de vidro, além de um recipiente produzido com o material. A empresa também abriu suas portas para geração de imagens, e o colaborador Thiago Pedro da Silva contribuiu com um depoimento sobre o contato diário com o vidro.
Com entrada franca, a mostra divide-se por todas as etapas do processo de reciclagem, abordando do descarte ao artesanato produzido com os materiais reciclados. Peter Milko, diretor de redação da revista Horizonte Geográfico, completamente voltada para a sustentabilidade, é o curador, enquanto Gustavo Lourenção e Davilym Dourado são os responsáveis pela fotografia.
“Reciclarte” seguirá, após o dia 19 de outubro, para Mauá, Paulínia e Sorocaba.
Serviço
Reciclarte – Arte da Reciclagem
Biblioteca do Memorial da América Latina: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, portões 1, 2, 5 e 6 – Barra Funda – São Paulo.
De 8 a 19 de outubro, com entrada franca, das 10h às 18h de segunda a sexta e das 10h às 17h aos sábados.

Verallia apresentará como é o contato com o vidro na Reciclarte (Divulgação/www.edhorizonte.com.br/reciclarte)
Verallia apresentará como é o contato com o vidro na Reciclarte (Divulgação/www.edhorizonte.com.br/reciclarte)
Fontes:
Ed. Horizonte – Reciclarte
Abividro

A 1ª Semana da Mata Atlântica da Região Metropolitana da Baixa Santista, realizada em Cubatão entre os dias 17 e 22 de setembro, foi marcada por destacar atitudes ecológicas a serem aplicadas na preservação da região. A Saint-Gobain, preocupada em disseminar ações sustentáveis e incentivar a adoção de novas posturas de preservação ambiental, marcou presença na iniciativa.
Com duração de seis dias, o evento reuniu uma série de palestras e oficinas, destacando ações ecológicas a serem colocadas em prática para a conservação da Mata Atlântica, presente nos nove municípios da Baixada Santista. Ao longo de seis dias, cerca de 600 visitantes compareceram ao evento, que foi apoiado por empresas e promovido pela Secretaria de Meio Ambiente de Cubatão.

Saint-Gobain promove sustentabilidade para preservação da Mata Atlântica na Baixada Santista (vidroimpresso.com.br)
Saint-Gobain promove sustentabilidade para preservação da Mata Atlântica na Baixada Santista (vidroimpresso.com.br)
Fontes:
Vidro Impresso
Revista Ecoturismo
Prefeitura de Cubatão

Todo mundo sabe que vidro é um material reciclável. Porém, alguns processos químicos na produção podem tornar a reciclagem bem complicada. É o caso da maior parte dos vidros de janela, que podem ser feitos com vários tipos de vidro, do comum ao laminado – é muito importante que você conheça qual tipo compõe a sua janela, para saber como proceder com ele na hora de trocá-lo. Os mais comuns são o laminado e o temperado.
O vidro temperado tem analogia com o aço temperado. Ambos têm a sua resistência aumentada pelo processo de têmpera, que consiste em aumentar a temperatura de forma lenta e depois resfriar o material rapidamente, por diversas vezes. Esse processo permite uma maior resistência ao choque e à temperatura, e, em contrapartida, proporciona uma menor resistência à tensão de compressão. Isso acontece devido às características da produção desse tipo de vidro, que induz diversas compressões na superfície do material, desgastando-a.
No vidro temperado, a resistência à tensão de compressão é neutralizada por um choque aplicado ao vidro em um determinado ponto. Isso ocorre porque quando algum ponto é rompido, toda a chapa se quebra em pequenos fragmentos sem arestas cortantes ou lascas pontiagudas, o que reduz a chance de alguém se ferir quando entra em contato com esses fragmentos. Desse modo, o vidro temperado pode ser designado como um vidro com características de segurança, muito recomendável para janelas, porém, difícil de ser reciclado por conta de sua alta resistência.
Um outro tipo de vidro muito usado em janelas é o vidro laminado, que é feito basicamente de duas chapas de vidro unidas ao meio por uma resina plástica especial – normalmente polivinil butiral (PVB). No caso de um vidro desse tipo quebrar, os fragmentos ficarão presos na resina, minimizando os riscos de laceração ou ferimentos. Além disso, o vidro laminado é excelente em filtrar radiação UV, bloqueando aproximadamente 99,6% desse tipo de radiação.
Graças à sua resistência ao choque (não quebrando mesmo quando atravessado ou diminuída a incidência térmica), esse tipo de vidro pode ser utilizado em automóveis, fachadas de edifícios, etc.
Como é feito?
O vidro temperado usado normalmente em janelas é produzido quando o vidro comum (float) é aquecido e depois resfriado rapidamente. Esse processo o torna cerca de cinco vezes mais resistente à quebra por impacto. Infelizmente, depois de temperado, o vidro não pode ser cortado ou furado, ou seja, ele deve ser transformado antes de passar por um processo de reciclagem.
O vidro laminado, por sua vez, possui um processo de fabricação diferente: duas chapas de vidro são unidas com uma camada de PVB, uma resina plástica resistente que adere aos vidros e evita que eles se estilhacem com um choque físico.
Como reciclar?
O primeiro passo para a reciclagem do vidro de janela, também encontrado nos automóveis, nos eletrodomésticos da chamada linha branca, como fogões, micro-ondas e geladeiras, é identificar o tipo de vidro usado na fabricação.
Se você constatar que a sua janela é feita de vidro comum ou temperado sem qualquer revestimento, este produto pode ser encaminhado para a reciclagem. Mas caso o vidro seja do tipo laminado, o melhor é buscar o fabricante ou postos especializados na reciclagem deste tipo de produto, pois ele tem uma camada intermediária feita de outro elemento, geralmente de plástico PVB ou algum outro tipo de resina, o que demanda um trabalho maior e diferente na hora de reciclar.

Vidros especiais também podem ser reciclados (ecycle.com.br)
Vidros especiais também podem ser reciclados (ecycle.com.br)
Conteúdo retirado do eCycle.com.br

A Shanghai Tower, edifício ainda em construção na capital da China, já nasce com o título de segundo maior prédio do mundo, com 632 metros de altura, ficando atrás apenas do Burj Khalifa, nos Emirados Árabes Unidos, com 828 metros – e, assim como o gigante do Oriente Médio, terá toda a sua fachada recoberta por vidro.
Criado com um projeto arquitetônico inovador, a Shanghai Tower será constituída por nove edifícios cilíndricos sobrepostos, como se fossem empilhados uns sobre os outros. O design da fachada dupla também merece destaque: a interna cobrirá as estruturas cilíndricas, enquanto a parte formará um desenho curvo a ser recoberto por vidro – e, entre as duas fachadas, estarão nove átrios, todos com jardins.

Ainda em construção, Shanghai Tower já se destaca na paisagem da cidade (businesswire.com)
Ainda em construção, Shanghai Tower já se destaca na paisagem da cidade (businesswire.com)
O vidro garantirá a beleza estética do edifício, quando concluído, mas também será fundamental para os ideais de sustentabilidade e alto desempenho imaginados pelo escritório de arquitetura Gensler, responsável pela obra. A comunicação visual entre o interior da torre e a malha urbana de Xangai será facilitada pelo vidro, que auxiliará na manutenção do terço do espaço que será reservado a espaços verdes.
A Shanghai Tower deve estar totalmente operacional em 2015, abrigando escritórios de alto padrão, lojas, um hotel de luxo e centros culturais.
Visão noturna destaca a fachada curva de vidro (launchgram.com)
Visão noturna destaca a fachada curva de vidro (launchgram.com)
Espaço entre a fachada dupla ajudará o alto desempenho energético (abravidro.org.br)
Espaço entre a fachada dupla ajudará o alto desempenho energético (abravidro.org.br)
Fontes:
Abravidro
Forbes
Estadão
China Daily Mail

Mohan Manoharan, pós-doutorando da Universidade do Estado da Pensilvânia, desenvolveu um novo uso para os vidros finos e flexíveis, como aqueles fabricados para telas de smartphones e tablets, que já povoam o mercado há tempos e foram especialmente desenvolvidos para serem sensíveis ao toque.
Procurando por alternativas que pudessem ser úteis para veículos elétricos e híbridos, que utilizam capacitores de polímeros para guardar a energia elétrica que necessitam para o funcionamento, Manoharan descobriu um vidro de apenas 10 micrômetros de espessura fabricado pela Nippon Electric Glass, do Japão.
Como a quantidade energética envolvida no processo pode ser intensa demais, os capacitores acabam se tornando muito pesados, fazendo com que trabalhem abaixo de sua capacidade.
A utilização do vidro para recobrir dos capacitores garante grande estabilidade ao material, produzindo um material capaz de curar-se de trincar e rachaduras e altamente resistente.

Manoharan e sua descoberta para melhor armazenamento elétrico (www.dailyfusion.net)
Manoharan e sua descoberta para melhor armazenamento elétrico (www.dailyfusion.net)
Fontes:
Inovação Tecnológica
Energy Storage Journal

A alta capacidade de captação solar do vidro é uma alternativa bastante aplicada na hora de resolver questões relacionadas ao consumo de energia: ao longo do dia, um edifício com fachadas de vidro recebe diretamente a luz do Sol, e, graças à transparência do material, pode reduzir consideravelmente a utilização de iluminação artificial.
Outras soluções para um consumo mais sustentável, porém, surgem com facilidade para designers e projetistas criativos. Kyuho Song e Boa Oh, por exemplo, são os responsáveis pelo Window Socket, uma tomada portátil para ser fixada em janelas de vidro.

Window Socket: luz solar atravessa o vidro e promove economia de energia elétrica (http://www.yankodesign.com)
Window Socket: luz solar atravessa o vidro e promove economia de energia elétrica (http://www.yankodesign.com)
O mecanismo do projeto é simples: de um lado, um painel solar acoplado a uma ventosa, e, do outro, uma tomada para plugues de dois pinos. Com 5 a 8 horas de exposição à luz solar, a Window Socket conseguiria se manter carregada por 10 horas, de acordo com os designers sul-coreanos.
O Ray, lançado pela Quirky, plataforma que concretiza invenções de projetistas independentes, segue uma linha bastante similar, mas é voltado para o carregamento de celulares. Com um painel solar acoplado a uma ventosa, o produto serve tanto para janelas quanto para vidros de carro, contando com um suporte de apoio para mudar a inclinação do carregador e facilitar a utilização em ambientes diversos.
Ray, da Quirky: projetado para janelas e vidros de automóveis (http://noticias.vidrado.com)
Ray, da Quirky: projetado para janelas e vidros de automóveis (http://noticias.vidrado.com)
Ambos os produtos devem chegar em breve ao mercado: por enquanto, o Window Socket é um protótipo bem encaminhado rumo à linha de produção, enquanto o Ray pode ser encomendado no site oficial da empresa fabricante, a Quirky. É o vidro, mais uma vez, oferecendo soluções que favorecem a sustentabilidade.
Fontes:
http://noticias.vidrado.com/meio-ambiente/conceito-de-tomada-portatil-para-janelas-de-vidro/
http://ciclovivo.com.br/noticia/carregador-solar-gera-energia-ao-entrar-em-contato-com-o-vidro
http://www.materiaincognita.com.br/carregador-solar-de-celulares-para-colar-em-janelas/#axzz2TBlJauHj

A reciclagem de vidro já foi um dos temas apresentados aqui no site da ANAVIDRO.

É um processo fundamental para os produtores de vidro, que podem se aproveitar do altíssimo poder de reciclagem do material para economizarem em matéria-prima, mas é ainda mais importante em relação à limpeza do meio ambiente proporcionada pelo processo.

Entre todos os materiais que podem ser retirados do meio ambiente e reciclados, o vidro é o que mais leva tempo para ser absorvido novamente, mesmo sendo uma produção de elementos naturais, como a sílica, presente na areia das praias. Isso ocorre porque a composição do vidro faz com que ele seja extremamente resistente às alterações climáticas.

Diferentes estudos e institutos analisam as condições de decomposições de resíduos no meio ambiente. Alguns avaliam como os materiais resistem à exposição a céu aberto, enquanto outros verificam a resistência dos descartes à água do mar e à ação de elementos químicos. Confira o quadro abaixo.

FONTE:

Campanha
Ziraldo

Comlurb website

SMA
São Sebastião

DMLU
POA

UNICEF
website

Material

         
Casca de banana ou laranja   2 anos 2 a 12 meses    
Papel 3 a 6 meses   De 3 meses a vários anos 2 a 4 semanas 3 meses
Papel plastificado   1 a 5 anos      
Pano 6 meses a 1 ano        
Ponta de cigarro 5 anos 10 a 20 anos De 3 meses a vários anos   1 a 2 anos
Meias de lã   10 a 20 anos      
Chiclete 5 anos 5 anos 5 anos   5 anos
Madeira pintada 13 anos       14 anos
Fralda descartável         600 anos
Nylon Mais de 3 anos       30 anos
Sacos plásticos   30 a 40 anos      
Plástico Mais de 100 anos   Mais de 100 anos 450 anos 450 anos
Metal Mais de 100 anos Até 50 anos 10 anos 100 anos  
Couro   Até 50 anos      
Borracha Tempo indeterminado        
Alumínio   80 a 100 anos Mais de 1000 anos 200 a 500 anos 200 a 500 anos
Vidro 1 milhão de anos Indefinido Mais de 10 mil anos Indeterminado 4 mil anos
Garrafas plásticas   Indefinido      
Longa vida     100 anos    
Palito de fósforo     6 meses    

Vemos que a decomposição total do vidro na natureza pode durar até 1 milhão de anos, dependendo das condições às quais o material é sujeito. Mesmo com grande variação, o tempo mínimo de desgaste total é de 4 mil anos – muito mais tempo que itens fabricados com alumínio ou plástico.

Considerando que vidro é uma descoberta de 6 mil anos atrás, muitos dos primeiros fragmentos encontrados e descartados do material ainda não tenham sido reabsorvidos por completo pela natureza.

Reciclagem é lucrativa para o meio ambiente e para quem cria objetos com vidro (www.elo7.com.br)
Reciclagem é lucrativa para o meio ambiente e para quem cria objetos com vidro (www.elo7.com.br)

Fontes:
lixo
Vidro
Reciclagem

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