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Vidro Laminado

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Um prisma de vidro dentro de um shopping no Rio de Janeiro, com estrutura similar a do renomado cubo de vidro da loja Apple, em Nova York (EUA). Este era o desafio de execução da Inovention do Brasil, que usou cerca de 1.000m2 do vidro Diamant, o extra clear fabricado pela Cebrace, na criação de uma loja impactante, moderna e inovadora dentro do Bossa Nova Mall.
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A ideia era apostar na transparência, então como criar um estabelecimento inteiramente de vidro com poucos elementos estruturais aparentes?
A Inovention resolveu essa questão usando o vidro de forma estrutural. Com isso, as peças de fixação ficam praticamente invisíveis no prisma de vidro, valorizando a ideia original de transparência, leveza e modernidade.
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Para garantir a segurança e a sustentação, a empresa utilizou vidros Diamant temperados e laminados 8+8mm com película SentryGlass aplicados na fachada e no teto.
Para os “pilaresde vidro da estrutura que sustenta o cubo foram usados extra clear Diamant temperados e laminados 8+8+8mm também com película SentryGlass. A versão laminada e temperada é a mais segura para a aplicação, considerando que o vidro laminado evita acidentes e o devassamento do vão, pois em caso de quebra os cacos ficam retidos na película, mantendo-se inclusive a função estrutural.
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Ficha Técnica
Arquiteto: Paulo Baruki Arquitetura
Construtora: Método Engenharia
Consultor de fachada: Igor Alvim
Consultores estruturais: Ângelo Arruda e Raimundo Calixto,
Vidros: Cebrace
Beneficiamento: Unividros
Design, execução e instalação: Inovention do Brasil – Diretores responsáveis: André Luiz de Aquino e Sergio El Beck

O que fazer com pedaços de vidro que não podem ser utilizados? A pergunta que muitos profissionais vidreiros se fazem tem uma resposta mais simples do que parece. Saiba quais as melhores soluções disponíveis no mercado para a reciclagem e descarte de cacos e pó de vidro.
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Quais processos geram descarte de vidro?
Cacos de vidro
Todo vidro que não pode ser utilizado no processamento é considerado um descarte. São diversos os motivos:
– Retalhos (pedaços que sobram) do processo de corte que não possuem tamanho adequado para serem aproveitados;
– Cacos de vidro que surgem de quebras durante a lapidação, furação ou no forno de têmpera — seja pelo manuseio errado das peças ou defeitos de fabricação;
– Baixa qualidade da matéria-prima, revelada pela presença de bolhas no vidro, por exemplo;
– Peças enviadas pelos fabricantes de vidro que não estão de acordo com o pedido realizado. “Podemos dizer que o descarte gerado em todo o processo está em torno de 11% a 12% do vidro que entra na empresa”, comenta Albert Pestana, diretor-industrial da Pestana Vidros.
Pó de vidro
É gerado durante dois processos:
– Lapidação — polimento das bordas da peça;
– Furação/recorte — feitos para o encaixe de ferragens e acessórios.
O que fazer com os cacos de vidro?
Reciclagem do vidro
“O mercado ainda não nos oferece muitas opções para a comercialização dos cacos”, opina Vânia Felix, gerente-administrativa da New Temper. A melhor opção, sem dúvidas, está na reciclagem do vidro, escolha de inúmeras processadoras pelo Brasil, incluindo Brazilglass, Divinal Vidros, DVM Vidros, GlassecViracon, New Temper e Pestana Vidros. “Além de atender às normas ambientais de destinação, gera receita e possibilita a reutilização desses resíduos pelas empresas vidreiras, economizando recursos naturais e energia”, explica Maurício Zaramella, coordenador de Logística da GlassecViracon.
Como fazer?
Para isso, é necessário entrar em contato com uma empresa especializada nesse serviço. De forma geral, essas companhias são responsáveis por coletar, tratar e destinar o vidro. Elas pagam às processadoras pela tonelada do material, de acordo com o tipo do produto (incolor, colorido, laminado, espelho etc.), e depois vendem para a indústria.
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Qual o destino?
“Atualmente, grande parte dos nossos volumes se destina à fabricação de float ou embalagem”, comenta Juliana Schunck, diretora da Massfix, uma das maiores empresas de reciclagem de vidro no País. “Entretanto, também destinamos para outros segmentos, como sinalização viária, jateamento e cerâmica.”
Vantagens
Para o diretor-propretário da Pastglass, Benedito Aparecido Bueno, em relação ao custo-benefício, a coleta é a melhor forma de reuso do descarte. “Caso a empresa geradora queira destinar o material para aterros, terá de pagar muito caro”, diz ele. Sua companhia, especializada em reciclagem, também cria objetos decorativos com cacos, como fruteiras e lustres — mais uma forma de atrair lucro a partir de resíduos. A processadora Brazilglass também ganha dinheiro assim. “Vendemos sucata de laminado para fábricas de lustres e materiais de decoração”, comenta o diretor-comercial Carlos Almeida.
Retornar o vidro ao fabricante
Algumas fabricantes de vidro nacionais possuem programas para que seus clientes retornem os cacos.
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Vivix
Em fevereiro de 2015, a Vivix criou o Projeto Capta Caco. A ideia é simples e se baseia na gestão de logística reversa: a Vivix compra os cacos dos processadores e estes podem enviar a sucata quando forem retirar um pedido de vidro na fábrica. Além de eliminar o custo de descarte em aterros por parte das empresas, o projeto ainda gera receita para elas. Para participar, o cliente deve enviar materiais livres de impurezas e separados por cores.
Guardian
Cerca de quarenta clientes participam de forma contínua do programa oferecido pela Guardian. “Incentivamos o retorno dos cacos no mesmo caminhão que carregará vidro em nossas unidades”, revela o gestor nacional de Meio Ambiente, Saúde e Segurança, Cléber Campos. “Em situações específicas, estabelecemos uma rota de coleta de cacos em locais de concentração”. A empresa afirma que todo caco recebido é revisado e avaliado para garantir que não existam contaminantes (sujeira, rebolos etc.) ou mistura entre cores de vidro.
A Cebrace não possuir iniciativa desse tipo.
Bolsa de Resíduos da Fiesp: solução para compra e venda de descarte
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) possui, desde 2002, uma solução para fazer com que as empresas lucrem com a venda e compra de material descartado. Trata-se da Bolsa de Resíduos, um serviço gratuito e simples: basta se inscrever no site www.fiesp.com.br/servicos/bolsa-residuos-fiesp e cadastrar sua sucata. Assim, outras empresas poderão ver seu anúncio e entrar em contato. Vale lembrar que a negociação não se dá por meio da plataforma — isso é de responsabilidade dos usuários.
O objetivo da iniciativa é oferecer um espaço para a troca de informações. “Dos mais de 2.600 inscritos, cerca de 80% são pequenas e médias empresas”, revela Ricardo Garcia, criador do programa e membro do Departamento de Meio Ambiente da entidade. Qualquer empreendedor pode participar da Bolsa de Resíduos, basta possuir CNPJ.
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Vidraceiros: como eles descartam
Vidraçarias também geram sucata, porém em menor quantidade se comparada às processadoras. Para elas, o descarte não tem segredos: o vidro deve ser levado a aterros ou coletado por empresas de reciclagem. Algumas processadoras oferecem parcerias para a coleta, separando caçambas especiais para o vidraceiro descartar seus materiais. Portanto, vidraceiro, pergunte ao seu fornecedor se ele recolhe sucata.
O que fazer com o pó de vidro?
O material deve ser tratado antes do descarte. Para isso, a empresa precisa ter uma central de tratamento de água. Em geral, o processo ocorre da seguinte forma:
– A água utilizada na lapidação e furação, misturada com o pó de vidro, descansa em tanques decantadores;
– Nessa mistura, são aplicados floculantes, substâncias químicas que separam materiais sólidos de líquidos;
– A massa de pó é retida enquanto a água é filtrada para ser reutilizada no processamento do vidro;
– Por fim, a massa de pó deve secar antes de ser embalada para o descarte.
O ambiente correto para a destinação do pó de vidro é o aterro industrial — local próprio para receber resíduos sólidos produzidos por empresas. “Creio que muitos não se preocupam com o destino final, dispensando em lugares impróprios para esse fim”, alerta Fernando Passi, da Divinal Vidros. Todas as processadoras precisam estar atentas à forma de descarte para neutralizar seu impacto ambiental.
Pó de vidro é reciclável?
Hoje, para a indústria vidreira, o pó não tem serventia. Porém, estudos apontam que ele pode ser usado como matéria-prima de argamassas e cerâmicas. O engenheiro civil e gerente-administrativo da DVM Vidros, Luís Augusto Knorst, abordou a substituição da cal hidratada por pó de vidro em argamassas de revestimento em sua monografia de graduação pela Universidade Federal de Ouro Preto (MG). “Detectamos um aumento na resistência à compressão simples conforme o percentual de pó de vidro aumentava, e uma menor necessidade de água para se chegar à consistência desejada da argamassa, aumentando a durabilidade do material”, explica Knorst. “Como foi um estudo inicial, destacamos a necessidade de mais pesquisas sobre o tema”.
O que a legislação diz sobre o descarte de resíduos?
A principal lei brasileira a tratar do assunto é a 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que define diretrizes para o combate à poluição. A implementação da logística reversa pela indústria é abordada na PNRS, assim como outros objetivos fundamentais:
– Redução na geração de resíduos;
– Reutilização, reciclagem e tratamento;
– Disposição final adequada de rejeitos (materiais que não podem ser recuperados).
Vale salientar que o descarte ilegal de resíduos sólidos é crime ambiental.
Fonte: abravidro

Hoje em dia quem escolhe um imóvel com sacada já pensa em criar uma extensão para lazer, não é mesmo? O fechamento de sacadas e varandas de edifícios residenciais cresce nas principais cidades do país.
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Os moradores desejam aumentar a área útil, e com isso, valorizam ainda mais o imóvel e aumentam o conforto para receber amigos e parentes, e até mesmo pensam em usar o espaço para uma área gourmet adaptando uma área para refeições ligada diretamente com a cozinha, ou um local ainda mais aconchegante para descanso e leitura, enfim as possibilidades são muitas.
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Mas envidraçar a varanda não é tarefa simples, é preciso se certificar de que a estrutura do prédio comporta os vidros na sacada e se possui concordância e padronização do condomínio. Nem todas as varandas são projetadas para receber um sistema de envidraçamento, o que pode ocasionar em uma carga de peso contínua sobre a estrutura.
Mas como evitar e está preparado para compreender esse risco?
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O trabalho de Javier Gómez, o mais conceituado artista plástico espanhol a utilizar o vidro laminado como material plástico e artístico impressiona.
Apesar de não ter formação académica ao nível das artes plásticas, afirma-se ser um “autodidata, com jeito para as manualidades”, que, em 1986, ficou desperto para o vidro enquanto material plástico, ao ver um folheto com obras feitas com vidro laminado.
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Sem recorrer ao trabalho dos mestres vidreiros, trabalha sozinho no seu ateliê fazendo uso da transparência e rigidez do vidro laminado, ele adiciona cor através da mistura de pigmentos numa pasta especial, através de uma técnica que ele próprio desenvolveu.
O resultado são obras de uma beleza rara, algumas de grande volume, movimento e monumentalidade.
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Ao fim de 30 anos de carreira e mais de 800 peças catalogadas, Javier Gómez confessa que a obra da sua vida “é aquela que está por fazer”. Referindo-se aos desafios que impõe à sua criatividade em cada obra que desenvolve e objetiva que, assim que concluída, “fale por si própria e possa ser contemplada pelos outros”.
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Contudo, ambiciona ter algumas das suas esculturas expostas em locais públicos para que um ainda maior número de pessoas possa ter acesso à sua arte em vidro laminado, que diz ser inquebrável.
 
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Fonte: vidroimpresso

Os vidros resistentes ao fogo são capazes de bloquear o curso das chamas, existem dois tipos no mercado: o antichamas e o corta-fogo.

O VIDRO ANTICHAMAS.

O antichamas é um vidro temperado, que no seu processo de fabricação, recebe a adição de outros materiais para ficar mais resistente ao fogo. O boro é um dos produtos mais usados nessa mistura, daí vem o termo Borofloat para vidro resistentes ao fogo.
A espessura do vidro varia de 5 a 12 mm e o tempo da sua exposição ao fogo vai de 15 a 120 minutos. A espessura do vidro tem pouco a ver com a resistência, o que conta mais é a composição química do vidro, é comum que os vidros antichamas tenham mais de 8mm mas não é porque o vidro mais grosso seja mais resistente.
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O VIDRO CORTA-FOGO.

Os vidros contra fogo, também chamados de antifogo, são vidros laminados compostos por várias lâminas intercaladas com material químico transparente, como o gel intumescente, que se funde e dilata, o gel perde água e se expanda em caso de incêndio
A resistência do vidro corta-fogo tem relação direta com as camadas de gel existentes no vidro laminado. Para resistir 60 minutos contra o fogo, precisamos de um vidro duplo, para ter 120 minutos, será preciso pelo menos um vidro quádruplo.
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O vidro corta-fogo se destaca também pela sua capacidade de reter a temperatura, além das chamas. O calor não será 100% controlado, pois o vidro estará aquecido, porém sua temperatura nunca poderá ser superior a 140 graus, evitando ao máximo a radiação de calor para o ambiente.
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PERFIS E ESQUADRIAS CONTRA O FOGO.

Em geral os materiais de perfis e esquadrias contra o fogo são feitos de aço 1010, 1020 ou inox, mas também existem os de alumínio adaptados para essa função. Os perfis são todos tubulares e com o canal preenchido com fibra cerâmica. Assim que atinge o tempo limite de resistência, o vidro começa a ceder.
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Os vidros contra fogo são utilizados em diversas aplicações: divisórias de escritórios, saídas de emergência, rotas de fuga, locais públicos de difícil evacuação, coberturas e laterais de túneis e fachadas de edifícios.
 
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Fonte:  abravidro
 

No mês de novembro, a Cebrace anunciou a produção nacional do vidro extra-clear Diamant. Esse tipo de vidro é fabricado com menos óxido de ferro, elemento responsável pela coloração esverdeada presente nas bordas dos vidros, o produto é mais transparente que os vidros comuns e ideal para quem quer o máximo de visibilidade nos projetos.
Anteriormente, o produto era importado das matrizes da joint-venture, situadas na Europa.  A fabricação do produto nas unidades da Cebrace no Brasil traz mais versatilidade ao material, que agora está disponível em diferentes espessuras (4,6, 8 e 10mm), assim como em diferentes dimensões ( 3,21 x 2,20, 3,21 x 2,40 e também em chapas jumbo  – 3,21 x 6m).

Cebrace anuncia nova produção nacional do vidro extra clear.
Cebrace anuncia nova produção nacional do vidro extra clear.
Segundo Carlos Henrique Mattar, gerente de marketing da Cebrace, a novidade beneficia toda a cadeia vidreira, uma vez que ao ser produzido no país, além da versatilidade de dimensões e espessuras, o produto tem maior facilidade de reposição. “Distribuidoras e vidraçarias terão uma reposição mais rápida do material e passam a poder optar pelo vidro ‘invisível’ nos mais variados tipos de projetos que exijam o máximo de transparência”, afirma.
Essa característica faz com que o vidro esteja presente em obras que requerem uma visão bem nítida do local, sendo utilizado na construção civil principalmente em passarelas e observatórios. O Diamant também tem sido largamente utilizado na decoração de interiores, em tampos de mesa, prateleiras e até escadas de vidro.
O vidro extra clear da Cebrace pode ser combinado com qualquer tipo de vidro, laminado com polivinil butiral (PVB), etil vinil acetato (EVA) ou resina, além de ser facilmente transformável. Pode ser utilizado como vidro monolítico, laminado, temperado, curvo ou duplo.
 
 

Atenção Profissional Vidraceiro, esta semana o Professor Pedro Pina publica sobre: Normas em Evidência.
“Lembro aos Profissionais Vidraceiros que quando postarem suas obras,publiquem também as especificações dos Materiais usados dentro das normas. Estamos vendo várias obras concluídas com Vidros beneficiados aplicados fora das normas, como por exemplo:
Cobertura com Vidro Temperado e pior com película aplicada (chamando a mesma de película de segurança).
A Norma NBR 7199 diz que em coberturas o Vidro deve ser: Laminado ou Aramado.
Nós Profissionais do Vidro temos a obrigação de informar o correto, principalmente aos novos profissionais que se formam a cada semana, e que esperamos que eles sejam nossos parceiros e não concorrentes de especificações e aplicações erradas, somente visando preço e não qualidade. ”

Dicas do Professor Pedro Pina Obras dentro das Normas.
Dicas do Professor Pedro Pina Obras dentro das Normas.
VIDRO: A MARCA DE RESPEITO AO PROFISSIONAL VIDRACEIRO.
Qualquer dúvida, sobre as Normas Técnicas Vigentes.
Professor Pedro Pina
Telefone: 11 97240-5000
E-mail: pedro-rogelio@ig.com.br
 

O Shopping Iguatemi Esplanada, localizado na região de Sorocaba, utiliza-se de vidros especiais em sua estrutura, a  beneficiadora PKO forneceu cerca de 910 m²  de vidro insulado Low-E para a estrutura, já para a cobertura foi usado o Skylights de 32 mm e para as laterais o vidro laminado Low-E de 10 mm. O edifício foi entregue em novembro do ano passado e está localizado no município de Votorantim, na região metropolitana de Sorocaba

Shopping Iguatemi Esplanada tem destaque em sua estrutura por utilizar o vidro.
Shopping Iguatemi Esplanada tem destaque em sua estrutura por utilizar o vidro.
. O vidro está presente em diversas aplicações, com o destaque para os amplos Skylights, que conectam todos os pisos do shopping e valorizam a iluminação natural, proporcionando assim maior economia de energia elétrica.
O projeto do shopping oferece uma grande interação entre os ambientes internos e externos do shopping, possuindo jardins, cafés, sorveterias e restaurantes na sua entrada principal seguindo a linha de um open mall. O novo shopping tem entradas sociais em todos os pisos e é integrado ao Shopping Esplanada, por meio de passarelas, formando assim o complexo Iguatemi Esplanada.
Confira a galeria de Imagens logo abaixo:
Fonte:
vidroimpresso

Como já mostramos aqui no site da Anavidro, a Apple não é conhecida apenas pela qualidade de sua linha de produtos eletrônicos, famosos em todo o planeta: o design e a arquitetura de suas lojas sempre merecem destaque.
A entrada da Apple Store de Xangai, segunda loja da marca na China, foi projetada com alguns dos maiores painéis de vidro curvo do planeta. Com doze placas dispostas em sua fachada, os vidros de 12,5 m de altura por 2,5 de comprimento são de fabricação da North Glass e foram produzidos com camadas de laminado temperador ultraclear e antimanchas. Ao todo, são 62 peças do material na loja – sendo que cada uma demorou cerca de um ano para ficar pronta.

Construção da Apple Store de Xangai é, oficialmente, patente da Apple (apple.com)
Construção da Apple Store de Xangai é, oficialmente, patente da Apple (apple.com)
Nesta semana, o grande feito arquitetônico foi reconhecido pelo U.S. Patent and Trademark Office, responsável pelas patentes e criações em território norte-americano. A estrutura, o tipo de vidro e os métodos de construção aplicados no projeto são oficialmente de posse da Apple.
A patente, que apresenta David Andreini, Karl Backus, Jon F. Cooksey, Tim Eliassen, Scott David Hazard, Holger Krueger, Peter Lenk, James O’Callaghan and Yutang Zhang como inventores do processo, fala também sobre um projeto patenteado por Steve Jobs, cofundador da empresa, sobre estruturas de suporte para vidros laminados.
Para visualizar com detalhes a patente obtida pela Apple, basta clicar aqui.
Inovação da Apple é marcante em design de produtos e também na arquitetura de suas lojas (appleinsider.com)
Inovação da Apple é marcante em design de produtos e também na arquitetura de suas lojas (appleinsider.com)
Fontes:
Apple Insider
Abravidro

Todo mundo sabe que vidro é um material reciclável. Porém, alguns processos químicos na produção podem tornar a reciclagem bem complicada. É o caso da maior parte dos vidros de janela, que podem ser feitos com vários tipos de vidro, do comum ao laminado – é muito importante que você conheça qual tipo compõe a sua janela, para saber como proceder com ele na hora de trocá-lo. Os mais comuns são o laminado e o temperado.
O vidro temperado tem analogia com o aço temperado. Ambos têm a sua resistência aumentada pelo processo de têmpera, que consiste em aumentar a temperatura de forma lenta e depois resfriar o material rapidamente, por diversas vezes. Esse processo permite uma maior resistência ao choque e à temperatura, e, em contrapartida, proporciona uma menor resistência à tensão de compressão. Isso acontece devido às características da produção desse tipo de vidro, que induz diversas compressões na superfície do material, desgastando-a.
No vidro temperado, a resistência à tensão de compressão é neutralizada por um choque aplicado ao vidro em um determinado ponto. Isso ocorre porque quando algum ponto é rompido, toda a chapa se quebra em pequenos fragmentos sem arestas cortantes ou lascas pontiagudas, o que reduz a chance de alguém se ferir quando entra em contato com esses fragmentos. Desse modo, o vidro temperado pode ser designado como um vidro com características de segurança, muito recomendável para janelas, porém, difícil de ser reciclado por conta de sua alta resistência.
Um outro tipo de vidro muito usado em janelas é o vidro laminado, que é feito basicamente de duas chapas de vidro unidas ao meio por uma resina plástica especial – normalmente polivinil butiral (PVB). No caso de um vidro desse tipo quebrar, os fragmentos ficarão presos na resina, minimizando os riscos de laceração ou ferimentos. Além disso, o vidro laminado é excelente em filtrar radiação UV, bloqueando aproximadamente 99,6% desse tipo de radiação.
Graças à sua resistência ao choque (não quebrando mesmo quando atravessado ou diminuída a incidência térmica), esse tipo de vidro pode ser utilizado em automóveis, fachadas de edifícios, etc.
Como é feito?
O vidro temperado usado normalmente em janelas é produzido quando o vidro comum (float) é aquecido e depois resfriado rapidamente. Esse processo o torna cerca de cinco vezes mais resistente à quebra por impacto. Infelizmente, depois de temperado, o vidro não pode ser cortado ou furado, ou seja, ele deve ser transformado antes de passar por um processo de reciclagem.
O vidro laminado, por sua vez, possui um processo de fabricação diferente: duas chapas de vidro são unidas com uma camada de PVB, uma resina plástica resistente que adere aos vidros e evita que eles se estilhacem com um choque físico.
Como reciclar?
O primeiro passo para a reciclagem do vidro de janela, também encontrado nos automóveis, nos eletrodomésticos da chamada linha branca, como fogões, micro-ondas e geladeiras, é identificar o tipo de vidro usado na fabricação.
Se você constatar que a sua janela é feita de vidro comum ou temperado sem qualquer revestimento, este produto pode ser encaminhado para a reciclagem. Mas caso o vidro seja do tipo laminado, o melhor é buscar o fabricante ou postos especializados na reciclagem deste tipo de produto, pois ele tem uma camada intermediária feita de outro elemento, geralmente de plástico PVB ou algum outro tipo de resina, o que demanda um trabalho maior e diferente na hora de reciclar.

Vidros especiais também podem ser reciclados (ecycle.com.br)
Vidros especiais também podem ser reciclados (ecycle.com.br)
Conteúdo retirado do eCycle.com.br

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