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Vidro soprado

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Fundado em janeiro de 2014, o estúdio da designer Sarah Colson, em Londres, vem ganhando notoriedade com suas linhas de vasos e luminárias em vidro soprado. Segundo a artista, sua arte em vidro é inspirada nas cores e formas orgânicas encontradas na natureza.
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Após passar por cidades como Londres e Milão, sua exposição ganhou destaque durante a Maison & Objet 2015, evento de decoração que aconteceu em Paris.
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Fonte: vidrado

Durante a Maison et Objet 2015, badalado evento de decoração que aconteceu em Paris entre os dias 4 e 8 de setembro, o mestre vidreiro Massimo Lunardo apresentou a exposição “Poets“, onde ele convida uma série de designers internacionais para criarem em parceria com o seu estúdio uma série de utilidades domésticas e objetos decorativos em vidro capazes de romper com o conceito de design tradicional.
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Através da técnica do vidro soprado eles recriaram peças para mesa e para casa com uma estética divertida e, em alguns casos, buscando criar a noção de deformações e até mesmo quebras. O resultado é a evidência de uma sabotagem minuciosa e controlada pelas habilidosas mãos dos artistas.
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Fonte: vidrado

Esculturas monumentais, instalações ao ar livre, jardins coloridos, programas educativos, acervos de artistas renomados e um estúdio para workshops e experimentações com o vidro soprado. Essas são algumas das atrações oferecidas pelo Museum of Glass (MOG), museu do vidro no Estado de Washington, nos Estados Unidos. Quase 7 mil m2 integralmente dedicados à arte vidreira resumem a proposta do espaço, inaugurado na cidade de Tacoma em 2002. “Mais do que um museu, o MOG é um ambiente dinâmico de aprendizagem, que propõe múltiplas formas de apreciar o vidro como matéria-prima artística, por meio de experiências criativas, exposições e atividades educativas”, comenta Hillary Ryan, gerente de comunicação do museu.
Com o propósito de celebrar o movimento artístico “Studio Glass”, iniciado nos Estados Unidos nos anos 60, os criadores do MOG escolheram a cidade de Tacoma para abrigar esse complexo artístico multidisciplinar, reconhecido como um dos mais ricos e diversificados no âmbito vidreiro. A cidade é berço do artista Dale Chihuly, precursor do movimento que há mais de 50 anos conduziu artesãos vidreiros de todo o mundo a um novo status e elevou o vidro à categoria de matéria prima artística. “A ideia de fundar o museu nasceu no início dos anos 90 e junto com ela a missão de enaltecer o vidro inserido no contexto da arte contemporânea”, conta Hillary.
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Conectando conhecimento
Inicialmente, diz a gerente, a proposta era criar um espaço integralmente focado na arte e na história de Chihuly, mas o próprio artista enfatizou que o museu deveria expandir sua proposta e sua abrangência, de modo a incluir trabalhos de artistas vidreiros de todo o mundo. Ainda assim, a arte de Chihuly viria a se consolidar na principal atração do museu, com a construção da Chihuly Bridge of Glass, uma impressionante passarela de vidro de 150 metros de extensão, iniciada em junho de 2000 e inaugurada dois anos depois, junto com o museu.
Com estrutura de aço e vidro, a ponte conta com três instalações assinadas por Chihuly e conecta a cobertura do edifício do MOG ao centro da cidade, onde estão instalados outros importantes museus e a Universidade de Tacoma. “Trata-se de um portal de boas-vindas aos visitantes. Queríamos algo que fosse único no mundo e que oferecesse uma experiência de alegria às pessoas”, comenta Dale Chihuly.
Segundo Hillary, além de prestar uma homenagem ao mais importante movimento da arte vidreira mundial, o MOG foi concebido como um centro de aprendizagem, interatividade e estímulo à criatividade. No total, o complexo cultural soma 4 mil metros quadrados de área de exposição, além de exposições ao ar livre, um teatro com 180 lugares, um estúdio experimental para programas educacionais, loja e café, além de uma praça de lazer com vistas panorâmicas para a cidade e o mar.
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Arte viva
O MOG conta ainda com um Ateliê Educativo, espaço interativo e experimental em que as crianças têm a oportunidade de desenvolver seus próprios projetos artísticos com base nos conceitos e temas das obras expostas no museu. O programa inclui visitas guiadas e atividades práticas sobre a origem do vidro e todas as peculiaridades que fazem dele um material tão sedutor para produção artística.
No estúdio de vidro sopradoHot Shop Live”, visitantes de todas as idades participam de atividades recreativas e interativas com o material, ministradas por artistas visuais e performáticos. “A visita propicia a experiência de manipular as ferramentas usadas na modelagem do vidro, sentir as altas temperaturas de um forno de fusão e testemunhar de perto a produção artística com vidro soprado, acompanhando de perto o processo e os estágios em que o material costuma ser trabalhado, quando atinge uma consistência maleável para se transformar em belas esculturas”, comenta Hillary.
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Ao ar livre
A escultura cônica de vidro e aço do edifício que abriga o anfiteatro do Hot Shop é outra atração oferecida pelo MOG. O cone atinge 27,5 m e pode ser visto de diversas partes da cidade, tendo-se transformado em um ícone no horizonte do Noroeste Pacífico. Segundo Hillary, a estrutura reluzente simboliza a transformação urbana de Tacoma, que de um distrito industrial passou a ser reconhecida como importante centro artístico e cultural.
Ao redor do cone gigante, uma série de instalações ao ar livre oferece experiências visuais intensas também nas áreas externas. Além da Chihuly Bridge of Glass, as obras incluem a Fluent Steps (Passos Fluentes), de Martin Blanks, composta por 754 peças de vidro esculpidas no Hot Shop do museu, e a Water Forest (Floresta de Água), de Howard Ben Tré, escultura composta por tubos verticais de bronze e acrílico, através dos quais a água sobe e desce.
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Fonte: www.vidroimpresso

A artista norte-americana Shayna Leib, além da paixão pelo vidro, descobriu há poucos anos sua paixão pela vida marinha, se tornando também uma mergulhadora e fotógrafa subaquática. Leib conta que o mar sempre foi uma fonte de inspiração e, desde que passou a se dedicar ao mergulho noturno e em águas profundas, a artista encontrou uma nova maneira de expressar sua arte.

Corais de vidro viram esculturas de parede
Corais de vidro viram esculturas de parede
Através da técnica do vidro soprado, Leib recria corais e anêmonas em grandes esculturas de parede, algumas chegam a medir quase dois metros de comprimento e contêm cerca de 40 mil peças de vidro moldadas e organizadas individualmente.
Corais de vidro viram esculturas de parede
Corais de vidro viram esculturas de parede
As esculturas de parede da série Wind & Water têm impressionado a crítica pela precisão de detalhes, cores e ideia de movimento das peças meticulosamente forjadas no fogo. Um trabalho de semanas para reproduzir o que a natureza parece criar tão facilmente.
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Fonte: vidrado

Placas de vidro plano e cola UV. Com essas duas matérias primas em mãos, o artista vidreiro Sidney Hutter desvendou uma nova forma de criar belas e exóticas esculturas. Semelhantes a um brinquedo de montar, as obras de Hutter são construídas a partir de um encaixe e empilhamento de placas de vidro de cores variadas, posicionadas de modo a formar infinitas formas e combinações. “O resultado sempre se aproxima de vasos ou peças que sugerem recipientes, mas em geral expande-se para a criação de formatos muito diversos”, diz o artista.
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Com uma admirável formação acadêmica em artes plásticas, iniciada na Universidade de Illinois e seguida pelo Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT), em Boston, Hutter especializou-se a tal ponto nas artes vidreiras que logo se tornou professor na Universidade de Boston e consultor em variadas corporações. Pouco tempo depois, o artista desvendaria sua própria linguagem, que o levou a criar seu estúdio próprio, o Sidney Hutter Glass & Light, fundado em 1987. “Desde cedo, meu interesse por arte, design, arquitetura e, sobretudo, pelo diálogo entre essas plataformas foi o fio condutor do meu trabalho”, conta Hutter. “Além disso, minha experiência com vidro soprado foi fundamental para sedimentar as bases do que se tornaria meu trabalho criativo.”

Incríveis obras esculpidas com placas de vidro empilhadas.
Incríveis obras esculpidas com placas de vidro empilhadas.
A criatividade marca não apenas as obras de Hutter, mas passa também por todo o instrumental com que ele constrói suas esculturas. Ao longo dos anos, Hutter aprendeu ele mesmo a desenvolver as técnicas, ferramentas, máquinas e materiais especificamente projetados para esculpir suas peças. “Uso basicamente técnicas a frio, incluindo o corte e a montagem, ou empilhamento, das placas laminadas de vidro, para compor as formas volumétricas das esculturas”, revela o artista, que há tempo se dedica ao estudo dos avanços tecnológicos das formulações que compõem os pigmentos, corantes e adesivos ultravioleta usados no trabalho manual com o vidro. A incorporação dessas tecnologias à sua arte tem resultado em peças com um surpreendente espectro de cores.
Como é comum entre os escultores, a arte de Hutter sempre começa no papel. Cada obra é primeiro projetada por meio de um desenho técnico e detalhado, que estabelece a forma genérica da peça, além dos ângulos, cortes e dimensões de cada pedaço de vidro. Em seguida, o artista usa técnicas tradicionais de corte para transformar as folhas em pedaços de 10 X 15 cm, até que se tornem os filetes e quadrados de vidro a serem trabalhados. Esses então são cortados em barras ou círculos minuciosamente medidos.
Incríveis obras esculpidas com placas de vidro empilhadas.
Incríveis obras esculpidas com placas de vidro empilhadas.
“As bordas de cada peça são lixadas, polidas e limpas, para então serem laminadas por um sistema altamente refinado, que emprega adesivo UV misturado a corantes e pigmentos com efeito especial”, conta o artista, que então escolhe as cores e padrões de cada peça. “Quando vistas sob diferentes ângulos, as cores das peças se misturam e se separam conforme o grau de incidência luminosa, para criar uma espécie de pintura tridimensional e mutante. Os efeitos visuais produzidos por esses pigmentos alteram-se drasticamente conforme a luz incide, fazendo com que o vidro se torne às vezes opaco e às vezes transparente.”
Incríveis obras esculpidas com placas de vidro empilhadas.
Incríveis obras esculpidas com placas de vidro empilhadas.
As esculturas de Huttter têm como foco trabalhar tanto a parte externa como as formas internas dos vasos que, segundo ele, constituem a essência de suas esculturas. “O volume é definido do lado de fora, enquanto, do lado de dentro, retrata um cenário de cores e luzes, enfatizando a interação entre esses dois elementos”, descreve o artesão. Por meio da combinação de superfícies ásperas e polidas e corantes adesivos, surge uma espécie de pintura tridimensional. “Cada peça é trabalhada a mão e meticulosamente esculpida, de forma a reforçar intersecções únicas de cor, forma e luz”, ressalta Hutter. “Como um profissional das artes visuais, produzo as peças sempre andando em volta de cada uma delas, para investigar como reage à luz e ao movimento e ao ambiente a seu redor.”
Incríveis obras esculpidas com placas de vidro empilhadas.
Incríveis obras esculpidas com placas de vidro empilhadas.
Os processos de produção empreendidos por Hutter envolvem sofisticadas técnicas de corte, lapidação, polimento, perfuração e laminação das folhas de vidro. Com uma ampla variedade de escala dimensional, as obras do artista vão de pequenas esculturas de mesa a peças de piso e parede, além de séries funcionais como móveis e luminárias.  “Minhas obras são um reflexo da minha trajetória de vida, em transformação contínua e sempre em desenvolvimento.” O trabalho de Hutter está exposto em inúmeras galerias de arte em vidro públicas e privadas dos Estados Unidos.
Fonte: vidroimpresso

Versatilidade é a sua força: o vidro pode estar na fachada de um prédio suntuoso, numa taça de vinho, numa luminária de formas ousadas ou até compondo um aparador inteiro. Mesmo fazendo parte do dia a dia, ele não perde a sofisticação e se encaixa em qualquer estilo de décor.
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Em matéria para a Casa Vogue, profissionais de diversas áreas, indicaram suas peças favoritas feitas de vidro.
Veja abaixo cada uma delas.
 

André Carício: arquiteto

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“A luminária Kaipo Too traz o espírito da marca holandesa Moooi, cujas criações surpreendem com combinações inusitadas. Na peça concebida pelo designer Edward van Vliet, por exemplo, as formas de uma lamparina antiga aparecem no vidro, material moderno e atual, e isso a torna fascinante. Gosto muito do trabalho de Edward, que desenha produtos para interiores inspirado na mistura de várias culturas, do Oriente Médio, da África e da Ásia.”
 
Beto Galvez e Nórea de Vitto: Decorador e arquiteta

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“Gostamos do vidro por sua leveza e transparência: essas características permitem que os objetos decorativos e utilitários feitos do material se combinem a diferentes peças e integrem estilos variados de decoração com harmonia. Entre os itens que admiramos estão as elegantes garrafas coloridas da designer americana Elizabeth Lyons para a Holly Hunt, que trazem uma leitura contemporânea do vidro no desenho de linhas clean.”
 

Denise Barreto: arquiteta

DeniseBarreto_Pendente_Scripted_Chandelier“Acho que o luxo, hoje, está ligado à arte, ao design e ao artesanal. Os objetos precisam emocionar. É exatamente o caso do pendente assinado por Alison Berger: são pequenas campânulas de cristal tcheco que recebem gravações de textos de Leonardo da Vinci sobre luz, atmosfera, estrelas e os ciclos da lua. Quando acesas, revelam um efeito mágico.”
 

Otto Felix: arquiteto

Otto_Felix_copos_coloridos“Copos coloridos são interessantes pelo efeito que dão a uma mesa de refeições ou quando exibidos numa cristaleira da sala de jantar. As cores lisas junto à transparência do vidro alegram o décor de forma sofisticada, sem serem cansativas nem chamarem a atenção em demasia. Este conjunto da Missoni Home é versátil, pois, mesmo idealizado para vinho, pode ser usado no dia a dia.”
 

João Mansur: arquiteto

Joao_Mansur_Castiçal_Bone“Sou fã da designer de joias italiana Elsa Peretti. Em seus produtos, ela revela criatividade em formas inusitadas e sabe usar como ninguém as cores certas para cada objeto. Foi um grande boom quando ela estabeleceu sua parceria com Tiffany e ainda hoje continua um sucesso. Suas peças viraram clássicas e atemporais. É ela que assina este elegante castiçal de vidro azul. Puro bom gosto!”
 

Jorge Elias: arquiteto

Jorge_Elias_Luminaria_Bauhaus“Gosto muito desta luminária que me leva às mais remotas lembranças dos meus tempos de faculdade de arquitetura, quando estudávamos as criações da escola Bauhaus. É uma peça absolutamente atemporal, em que é possível se observar a versatilidade do vidro, uma vez que ele compõe a cúpula leitosa e também a base transparente. Um material curinga, que se adapta a qualquer estilo de ambientação.”
 

Andrea Teixeira e Fernanda Negrelli: arquitetas

Andrea-Teixeira-e-Fernanda-Negrelli_Peso-de-papelVidro é um material incrível, pois pode dar forma às peças mais variadas, neutras ou coloridas, de características diversas. Por isso, se encaixa em qualquer ambientação, da mais sofisticada à mais divertida. Os pesos de papel da Armani Casa são bons exemplos: reúnem beleza e exclusividade, além de serem assinados por um dos maiores estilistas do mundo e produzidos artesanalmente, um a um. Não existem dois iguais.”
 

Ari Lyra: designer de interiores

Ari-Lyra_Chaleira-Teapot,-de-vidro“Sou um aficionado dos vidros. Na minha casa tenho muitas peças feitas do material: pratos, vasos, cinzeiros, luminárias e até móveis. De um mesmo objeto, tenho modelos de estilos variados, antigos e modernos. E não os deixo guardados – meus vidros são usados sempre, no cotidiano. Um dos utilitários que adoro é a chaleira de vidro transparente com infusor de aço inox, que comprei na loja Scandinavia Designs.”
 

Felipe Diniz: arquiteto

Felipe-Diniz_Aparador-PI“O vidro, além de ser um material bonito, é prático. Graças à sua versatilidade, ele vai bem em diferentes situações, como é o caso do aparador Pi, da designer Jacqueline Terpins, que me agrada muito por sua leveza. Suas linhas simples e elegantes, aliadas à transparência das superfícies, fazem com que o móvel pareça flutuar, assim como os objetos colocados sobre ele.”
 

Esther Giobbi: decoradora

Esther-Giobbi_Vaso-AD3-Bastão“Eu sou uma admiradora das peças de Murano, que são feitas comas técnicas artesanais do vidro soprado. Aqui, no Brasil, nós temos um verdadeiro representante dessa artesania veneziana, o Mario Seguso. Da sua fábrica, em Minas Gerais, saem copos, bowls e cinzeiros cheios de beleza e criatividade. Um exemplar que eu adoro é o vaso AD3, que combina linhas nos tons de vermelho e água-marinha sobre o fundo incolor.
 
Fonte: casavogue
 
 

Feita em vidro soprado e com uma estética divertida, a jarra Half Pint é inspirada nas tradicionais caixas de leite criadas pela Tetra Pak, empresa sueca reconhecida mundialmente por suas caixas de papelão em formato de tetraedro. Ideal para sucos, água e leite, claro, cada jarra comporta meio litro de bebida e é comercializada pela Fancy por 14 dólares.

Jarra de vidro em formato de caixa de leite
Jarra de vidro em formato de caixa de leite
Veja a Galeria de Imagens:
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Fonte: vidrado

A artista norte-america Emma Howell encontrou uma maneira de aliar sua paixão pela arte em vidro soprado e a fotografia, a técnica usada é antiga chamada Wet Plate, ou colódio úmido, método para impressão de fotos em vasos de vidro.
Difundida a partir de 1851, a técnica utiliza chapas de vidro como base para negativos e o colódio como substância ligante para fazer aderir o nitrato de prata fotossensível à chapa de vidro. O processo de exposição deveria ser realizado com o negativo ainda úmido, daí o termo colódio úmido.

Fotos impressas em vasos de vidro
Fotos impressas em vasos de vidro
A artista teve que desenvolver sua própria câmera, com suas habilidades de artesã ela  elaborou seu próprio protótipo, o resultado são fotos de paisagens e pessoas impressas em vasos de vidro com diferentes formatos.
Confira a galeria de imagens logo abaixo:
 
Fonte:
vidrado

O norte-americano Robert Mickelsen nasceu em 1951, na Virgínia, e é um grande entusiasta da arte em vidro, tendo se envolvido no aprendizado de uma série de técnicas singulares de artesanato e sendo mundialmente reconhecido pelo seu trabalho em vidro a fogo.
Com trabalhos extremamente complexos e delicados, Mickelsen acabou conquistando o apelido de ‘mago’, tamanha a sua habilidade e precisão na manipulação do vidro fundido.
A principal técnica utilizada por Mickelsen em suas obras é o lampwork, que consiste no manuseio de finos bastões de vidro – canas – no fogo. Aliado ao sopro, o artista consegue criar as mais diversas formas, construindo obras riquíssimas em detalhes. O networking, lenta moldagem de pequenos fragmentos de vidro, também é uma especialidade de Mickelsen, e é responsável por garantir a leveza que enrique os trabalhos do artesão.

Obra de Robert Mickelsen: artesanato rico em detalhes (www.cinex.com.br)
Obra de Robert Mickelsen: artesanato rico em detalhes (www.cinex.com.br)
Acessando o site oficial de Robert Mickelsen, você pode conhecer melhor a extensa obra do artista e adquirir algumas peças, já que o artista tem disponibilizado seus trabalhos para diversas galerias. Abaixo, deixamos algumas das criações do norte-americano para serem apreciadas.
Fontes:
http://www.mickelsenstudios.com/
http://www.cmog.org/bio/robert-mickelsen
http://www.cinex.com.br/blog/robert-mickelsen-e-a-arte-surpreendentemente-minuciosa-no-vidro/

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