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Nosso mercado tem passado por varias transformações. Todos estão tendo que se adaptar a esse novo cenário. Porém existem problemas que estão prejudicando muito os vidraceiros. Veja se você também sofre com isso.

Associar-se a uma entidade de representação de classe é fundamental para as empresas que querem se manter atualizadas sobre o mercado. Mais do que descontos pontuais, que também fazem parte das ações de uma entidade, o principal benefício de uma empresa ao se associar é fazer parte de um grupo que está disposto a compartilhar conhecimento e a representá-la. Essa representatividade é muito importante para que as conquistas no campo político e social aconteçam dentro de um segmento. Quanto maior o universo de empresas unidas, maior a chances de crescimento de uma categoria.
Quer saber mais?
Acesse: http://www.anavidro.com.br/associe/

Salas de radiografia, radioterapia, laboratórios de pesquisas e de testes de matérias, seja qual for o lugar, esse tipo de ambiente tem uma quantidade de radiação, os raios X e Y, nocivos à saúde.
O vidro Plumbífero tem alta capacidade de proteção contra radiações ionizantes, fornecendo a perfeita transparência para um observador ou pessoas que trabalham nesses ambientes, sem provocar riscos de problemas irreparáveis à saúde.
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O visor Plumbífero é montado com duas lâminas de vidro, formando uma câmara hermética onde é inserida uma moldura protetora que fixa as lâminas de vidro. Aplica-se também uma certa quantidade de gel Plumbífero, gel que é solidificado entre as lâminas formado uma placa sólida e transparente.
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Onde Encontrar?

Perigo invisível – a radiação e o visor para proteção radiológica
Entenda a diferença entre o visor para proteção radiológica multicristal e o vidro plumbífero
Quem trabalha com a construção de um hospital sabe: os custos são enormes. Estima-se que o valor gasto para a instalação de um hospital seja até quatro vezes maior do que a de um prédio corporativo, por exemplo, com a mesma área. Assim, diversas soluções vêm sendo desenvolvidas a fim de reduzir estes custos. Entretanto, é preciso tomar cuidado com as alternativas quando não se tem o conhecimento científico aprofundado para julgar a eficiência dos materiais. É o caso dos visores para proteção radiológica.
Com o advento das tecnologias da medicina por meio do uso da radiação, surgiu a necessidade de uso dos equipamentos de proteção radiológica para garantir a segurança do profissional que faz o monitoramento do paciente, seja ele o médico, o enfermeiro ou o técnico em radiologia. O vidro que contém chumbo (plumbífero) é transparente o suficiente para garantir a integração visual com alta eficiência de blindagem contra os raios-X (equivalência de atenuação em chumbo = mm pB).


Vidro plumbífero 8.0mm = 2.0mm pB de atenuação* – colocação amarelada pela presença de chumbo.
Entretanto, como o vidro plumbífero não é fabricado no Brasil, os custos de importação eram muito altos. Assim, visando ser competitivos no mercado, os fornecedores de equipamentos de proteção radiológica desenvolveram uma alternativa, unindo diversos vidros cristais comuns, conhecido como visor multicristal e, em alguns casos, visor nacional. Porém os vidros cristais comuns são livres de chumbo, então de que modo eles podem barrar a radiação? Segundo a lei física da massa: quanto maior a massa, mais difícil seria para a radiação ultrapassar a barreira. Neste caso, esses visores vêm sendo comercializados com espessuras entre 55.0 a 140.0 mm (7 a 18 vezes mais espessos), mas com menos da metade da equivalência de chumbo do vidro plumbífero e com peso muito superior (de 3 a 4 vezes maior).

Visor multicristal 100.0mm = 1.1mm pB de atenuação* – colocação esverdeada por ser vidro comum.
O visor multicristal não é eficiente para blindagem de radiações ionizantes diretas (primárias), somente de radiações indiretas (secundárias), de modo que, a depender da posição e distância do equipamento, a radiação ultrapassa a barreira. Além disto, de acordo com a norma NBR 61331-2, as placas de vidro para proteção radiológica devem ter transparência maior que 85% e conter chumbo na proporção de no mínimo 22% da sua espessura. Porém o visor multicristal atinge no máximo 60% de transparência e 2% apenas na proporção de equivalência em chumbo.
É fácil perceber a diferença entre o vidro plumbífero e o visor multicristal e, os produtos não podem (e não devem) ser comparados de igual forma, no caso de uma especificação de uma sala com blindagem radiológica. Para reverter esse preocupante cenário, é preciso haver uma conscientização dos especificadores e responsáveis técnicos (arquitetos, engenheiros e físicos) e dos administradores hospitalares em utilizar o produto de acordo com a norma, a fim de garantir a integridade dos profissionais que serão expostos durante anos àquela radiação. Mais importante do que isto, é que os fornecedores devem esclarecer ao cliente que os produtos são diferentes e possuem níveis de blindagem radiológica díspares.
Mas como solucionar isto? Apesar do vidro plumbífero ainda não ser fabricado no Brasil, sua importação vem sendo ampliada pelos fabricantes Corning (Med-X® Glass) e a Schott (Radiation Shielding Glass) através dos seus escritórios nacionais e de parcerias com distribuidores locais com capacidade de beneficiamento e estocagem maior, de modo que os custos vêm sendo reduzidos de maneira significativa, com prazos menores e possibilidades de dimensões personalizadas.
Vidro plumbífero
O vidro plumbífero fornece proteção radiológica de alta qualidade, transparente e segura contra a radiação de raios-X para aplicações médicas, técnicas e de pesquisa. O seu elevado teor de chumbo e de bário, bem como uma ampla gama de espessuras, proporcionam uma proteção excelente contra a radiação de equipamentos que operam na faixa de 80 a 300 kV.
O vidro plumbífero pode ser fornecido como chapas de 3,5 mm a 20 mm de espessura, com dimensões de até 2800 x 1400 mm. Isso permite aos arquitetos projetar janelas de visualização com um campo de visão mais amplo para maximizar os requisitos de observação dos operadores de diagnóstico. Tamanhos menores podem ser cortados para atender a maioria dos requisitos do cliente.
É possível ser laminado com camadas de polivinil butiral (PVB) assegurando também a integridade do vão em caso de quebra, pois os fragmentos de vidro ficam presos à película e garantindo também maior resistência contra riscos. Pode também ser montado em unidades seladas de vidro duplo para fins de isolamento térmico e acústico.
É compatível com uma ampla gama de instalações e outras aplicações de visualização, tais como: visores para salas de radiografia, angiografia, tomografia computadorizada, telas para diagnóstico médico, janelas de proteção / caixas de luvas em laboratórios, telas de raios X de segurança aeroportuária, lentes para óculos de segurança.
Atende integramente a norma NBR 61331 com transparência superior a 85% e proporção de equivalência de atenuação em chumbo superior a 22%.
Laudos e testes
Para garantir que um visor de proteção radiológica consiga ter o nível de atenuação exigido para cada projeto, é preciso que seja emitido um laudo em laboratório especializado de acordo com os parâmetros de teste estabelecidos pela norma NBR 61331-1. Porém, o fato do visor ter sido testado de acordo com a parte 1 da norma, não garante que ele atenderá todos os quesitos da parte 2, onde constam o mínimo de transparência (85%) e a proporção de equivalência de chumbo por espessura (22%).
Uma outra questão é que os laudos têm que ser emitidos por lote de fabricação, ou seja, laudos de anos anteriores ou de lotes anteriores não são válidos, pois não tem como garantir se o material terá as mesmas propriedades. Esta questão ainda é mais séria quando falamos do visor multicristal, que é feito a partir da união de diversos vidros comuns, que podem ter vidros de vários fabricantes diferentes. Atualmente no Brasil existem quatro fabricantes de vidros planos: Cebrace, Guardian, Vivix e AGC, cada um com sua receita e formulação química.
Além disto, o laudo deve considerar ainda em qual nível de energia (medido em kV) foi feito o teste, pois cada equipamento opera num nível diferente.
Para podermos entender a fundo as diferenças entre os produtos, enviamos para o Departamento de Saúde Pública da Inglaterra (Public Health England – UK Health Protection Agency), com alta capacidade de ensaios radiométricos, uma amostra de um produto amplamente comercializado no Brasil como visor multicristal sendo composto por sete vidros cristais comuns de 8.0mm cada, espaçados por borracha, totalizando 100mm de espessura. O resultado foi o demonstrado na figura 1:

Figura 1. Equivalência de chumbo do visor multicristal de 100mm, composto de 7 vidros comuns de 8mm espaçados por borracha.
Uma outra opção oferecida é unir esses conjuntos de vidro por uma película plástica (PVB – polivinil butiral). Esta película é amplamente utilizada na construção civil para fins de segurança, pois em caso de quebra do vidro os fragmentos ficam presos a ela, e é chamado de vidro laminado. Entretanto, ela não tem função de blindagem radiológica e o ganho neste caso seria a redução da espessura total do conjunto. Assim, enviamos para um laboratório de uma Universidade Federal aqui no Brasil, uma amostra composta também de sete vidros cristais comuns de 8mm cada, porém desta vez espaçados por seis camadas de PVBs de 0.76mm cada. O resultado foi o demonstrado na figura 2. Neste caso não foi possível medir os diferentes níveis de energia pois o laboratório não é equipado o suficiente para isto.

Figura 2. Equivalência de chumbo do visor multicristal de 60mm, composto de 7 vidros comuns de 8mm laminados com PVB.
Por fim, solicitamos a um fabricante de vidro plumbífero que de fato contém chumbo, que nos enviasse os laudos do seu vidro plumbífero, também realizados na Inglaterra, conforme figura 3.

Figura 3. Equivalência de chumbo do vidro plumbífero de 8.0mm.
Se compararmos as três opções à 100 kV, o multicristal atenua entre 1.07 e 1.11mm pB e o plumbífero atenua 2.3mm pB., comprovando a hipótese de que os produtos são realmente muito diferentes em termos de desempenho e não devem ser vendidos como opções similares.
Nos Estados Unidos, na Europa e em todos os países desenvolvidos, vidro comum não entra em sala com blindagem radiológica. A cultura destes países é de se seguir à risca todas as normas e garantir o máximo de segurança à saúde das pessoas. Porém, até mesmo em países emergentes, como a Índia, já se percebe esta cultura: recentemente um fabricante de vidro plumbífero fez visitas a inúmeros hospitais com um aparelho que detecta a radiação e podendo comprovar que em alguns casos o visor não tinha o desempenho adequado, convencendo os administradores da substituição do produto.
Implicações legais
Mas então se o visor multicristal não atende integralmente à norma, como ele ainda pode ser comercializado? Às vezes é difícil de acreditar, mas a questão é meramente burocrática. Os equipamentos de proteção dos profissionais para fins de blindagem radiológica são regulamentados pelo Decreto 93.933 de 14 de janeiro de 1987 do Conselho Nacional de Saúde, segundo a resolução nº 06, que aprova técnicas gerais de rádio proteção, visando defender a saúde de pacientes, indivíduos profissionalmente expostos, que inclusive estabelece que as doses permitidas para cada indivíduo devem seguir a regulamentação do CNEN NE-3.01.
Porém o alcance deste Ministério é apenas para profissionais sob o regime CLT. Cooperativas e profissionais liberais por exemplo, estão “desprotegidos” pela regulamentação. Do outro lado está a ANVISA, que fiscaliza e aprova as salas de blindagem radiológica como um todo, através da portaria SVS/MS nº 453/ 1998, porém ela considera apenas o que está exigido pelo Ministério do Trabalho e não tem estrutura legal suficiente para conferir os laudos e testes de cada um dos produtos empregados no ambiente, sendo que os laudos antigos e pouco claros em seus resultados, não são conferidos o suficiente.
Porém, a mudança não está longe de acontecer: já existe um processo em curso de adequação das portarias e inclusão da parte 2 da norma na regulamentação, de modo que os vidros que não forem plumbíferos não poderão nem mesmo ser mais comercializados. Mas para que isto aconteça, é preciso passar por um processo burocrático de aprovações e acreditação pelo INMETRO de um laboratório que seja capaz de testar os produtos comercializados.
Enquanto isto, é preciso haver uma intensa conscientização dos fornecedores e especificados em determinar o produto ideal, que foi concebido especificamente para este fim, e que pode assegurar a total integridade da saúde ocupacional dos profissionais da área. Ainda neste sentido não é exagero afirmar que tanto os administradores hospitalares, os especificadores e os fornecedores poderão ser responsabilizados civil e criminalmente por oferecer intencionalmente produtos à revelia das normas vigentes, caso seja comprovado algum dano à saúde de um profissional em função da utilização de um produto que não ofereça a proteção radiológica adequada.
Em qualquer caso, no qual o responsável pela construção da edificação seja acionado judicialmente, o fabricante do produto que causou o problema também enfrentará as questões legais. O Inciso IX do Artigo 7º da Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, diz que “constitui crime contra as relações de consumo, vender, ter em depósito para vender ou expor à venda ou, de qualquer forma, entregar matéria-prima ou mercadoria, em condições impróprias ao consumo”. A pena é de detenção de dois a cinco anos, ou multa. Há vários casos que são objeto de jurisprudência no STJ – Superior Tribunal de Justiça. O STJ considerou que o não cumprimento de norma técnica pressupõe risco para a sociedade (delito de perigo abstrato).

Sediada na cidade de Burtonsville, nos Estados Unidos, a SolarWindow é pioneira em pesquisa e desenvolvimento em geração de energia elétrica em superfícies translúcidas. Sua atividade principal trata da aplicação de resinas líquidas sobre vidros e painéis, que posteriormente se solidificam e formam uma camada geradora de energia solar com eficiência cinco vezes maior que tecnologias atuais.
A empresa anunciou seus planos de expansão no setor de geração de energia limpa: cientistas aplicaram camadas de resina líquida em vidros flexíveis de tecnologia Corning Willow e laminaram em condições de alta pressão e temperatura, como nos processos industriais.

Conheça a película de vidro flexível que produz 5 vezes mais energia solar.
Conheça a película de vidro flexível que produz 5 vezes mais energia solar.

O resultado?
Foi criada a primeira película de vidro flexível, com espessura de um cartão de crédito, produtora de eletricidade a partir de luz solar.
Com esta nova descoberta, torna-se tangível e muito mais prática a utilização desta tecnologia em nossa realidade. A variedade de aplicações do produto é extensa: estas películas podem revestir vidros de arranha-céus, tornando prédios inteiros em geradores de energia, ajudando a reduzir as emissões de carbono na região. E mais: podem cobrir quaisquer superfícies de carros, caminhões, ônibus, aviões e barcos para gerar energia elétrica operacional.
Meios para comercialização do produto estão sendo amplamente estudados. Uma vez que, além da aplicação ser prática, a manufatura é muito rápida: os vidros são feitos em bobinas superiores a 400 metros quadrados, maximizando o volume de produção e reduzindo custos. Como último atrativo, testes e estimativas indicam que este investimento tem prazo de retorno de 1 ano, considerado interessante se comparado a tempos convencionais de 10 anos ou mais.
Fonte: vidroimpresso

Precisamos nos unir para superar os obstáculos. Muito mais que uma festa o Prêmio Destaque ANAVIDRO estimula no segmento uma competição saudável e faz com que as empresas aumentem a qualidade dos produtos e serviços beneficiando toda cadeia do vidro.
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No dia 3 de Setembro foi realizado um dos maiores eventos do setor o Prêmio Destaque ANAVIDRO 2016. Quem ficou de fora perdeu um grande evento, contrariando todas as tendências de mercado e mesmo sem o apoio das fábricas de vidro o evento foi um sucesso, casa cheia muita troca de experiência e ótimos negócios.
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INICIO DO EVENTO
O evento teve inicio as 19h com um coquetel de abertura e logo as 20:15 as portas do salão principal foram abertas. A abertura foi realizada pelo tenor Edson Ferreira (Tenor, ator e especialista em eventos) o mesmo também cantou o Hino Nacional junto com todos os convidados em voz livre o que causou grande comoção no público.
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PremioDestaqueANAVIDRO2016_EdsonFerreira_4O Mestre de cerimônia Sr. Natal Destro deu início ao evento agradecendo a participação de todas as empresas patrocinadoras, parceiras e apoiadoras e apresentou o vídeo institucional da ANAVIDRO.

Mestre de cerimônia Sr. Natal Décio
Mestre de cerimônia Sr. Natal Destro
Setor Vidreiro, Projeto Certo, Central do Vidraceiro, Vidro Impresso, Guia do Vidro, Tecnologia & Vidro, Contramarco, Primecolors
Setor Vidreiro, Projeto Certo, Central do Vidraceiro, Vidro Impresso, Guia do Vidro, Tecnologia & Vidro, Contramarco, Primecolors
Bonnadio, Alumiplast, Glasspeças, Poliplás, Via HG Turismo, Glasscontrol, Company Glass, Space Glass, Adespec, Dorma, Glassvetro, Divinal
Bonnadio, Alumiplast, Glasspeças, Poliplás, Via HG Turismo, Glasscontrol, Company Glass, Space Glass, Adespec, Dorma, Glassvetro, Divinal
Tec-Vidro, Glass South America, Ideia Glass, Unividros, Gusmão, Multimetais, Divibras, Tempermax, WR Glass, AL Puxadores
Tec-Vidro, Glass South America, Ideia Glass, Unividros, Gusmão, Multimetais, Divibras, Tempermax, WR Glass, AL Puxadores
DISCURSO DO PRESIDENTE ANAVIDRO SP
No decorrer da cerimônia o então presidente da ANAVIDRO SP – Walmir Lopes comentou da importância da associação para a construção de um mercado mais sólido, salientando a responsabilidade do treinamento das empresas vidreiras.

Presidente da ANAVIDRO SP - Walmir Lopes
Presidente da ANAVIDRO SP – Walmir Lopes

DISCURSO DO PRESIDENTE ANAVIDRO NACIONAL

Em seguida discursou o Presidente da ANAVIDRO Nacional, José Miguel o assunto abordado gerou comoção pois o mesmo relatou como é gratificante participar da associação e o quanto vem se dedicando durante esses 10 anos para construir junto com todo corpo de diretores uma instituição relevante para o segmento, lembrou também que antes de empresas todos somos pessoas e devemos sempre nos preocupar com o futuro de nossos familiares, amigos e colegas de trabalho.

Presidente da ANAVIDRO Nacional José Miguel
Presidente da ANAVIDRO Nacional José Miguel

APRESENTAÇÃO DO NOVO PRESIDENTE NACIONAL

Após o discurso José Miguel anunciou uma nova eleição presidencial que ocorreu na semana anterior elegendo Cláudio Luiz Acedo como presidente da ANAVIDRO nesta mesma eleição o corpo diretivo decidiu por unanimidade pela unificação da presidência  SP / NACIONAL sendo assim ambas terão um único presidente. Cláudio Luiz Acedo tomará posse na próxima reunião geral que será realizada em outubro de 2016.
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Em discursos de apresentação Cláudio Luiz Acedo salientou a honra de ser eleito e presidir uma associação tão importante para o setor como a ANAVIDRO disse que dará continuidade em todos os projetos que estão em funcionamento e tem ótimas ideias para melhorar ainda mais o trabalho atual.

Cláudio Luiz Acedo, novo presidente da ANAVIDRO
Cláudio Luiz Acedo, novo presidente da ANAVIDRO

HOMENAGEADO
Logo após os discursos presidenciais José Miguel chamou ao palco o Sr. Mattar para uma homenagem especial em função de todos os anos de dedicação ao segmento. A homenagem se deu por meio do troféu do prêmio e da apresentação de um vídeo que pode ser assistido abaixo. Esse foi mais um momento de comoção no evento.

Ao término do agradecimento iniciou a cerimônia de premiação das categorias que foi aberta com a apresentação de um vídeo mostrando como a Artista plástica Vânia Vergamini elaborou a obra.

O Presidente Walmir Lopes faz uma singela homenagem a Sra. Vânia Vergamini.
O Presidente Walmir Lopes faz uma singela homenagem a Sra. Vânia Vergamini.

A ANAVIDRO parabeniza todas as empresas que participaram do evento e agradece todo apoio dado durante a organização.
Veja a lista de ganhadores do Prêmio Destaque ANAVIDRO 2016

Rebolos e Brocas para o vidro – Ouro: Arbax, Prata: Poliglass, Bronze: Diamanlan
Rebolos e Brocas para o vidro – Ouro: Arbax, Prata: Poliglass, Bronze: Diamanlan

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Acessórios para o Vidro – Ouro: Glass Vetro, Prata: Pado, Bronze: WR Glass
Acessórios para o Vidro – Ouro: Glass Vetro, Prata: Pado, Bronze: WR Glass

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Categoria – Distribuidores de Vidros – Ouro: Space Glass, Prata: Divibras, Bronze: Pestana
Categoria – Distribuidores de Vidros – Ouro: Space Glass, Prata: Divibras, Bronze: Pestana

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Fabrica de Ferragens – Ouro: Al Puxadores, Prata: Multimetais, Bronze: Glasspeças
Fabrica de Ferragens – Ouro: Al Puxadores, Prata: Multimetais, Bronze: Glasspeças

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Kits para Box – Ouro: Tec-Vidro , Prata: Ideia Glass, Bronze: Orion
Kits para Box – Ouro: Tec-Vidro , Prata: Ideia Glass, Bronze: Orion

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Softwares Direcionados ao Setor – Ouro: Corte Certo, Prata: Projeto Certo, Bronze: GlassControl
Softwares Direcionados ao Setor – Ouro: Corte Certo, Prata: Projeto Certo, Bronze: GlassControl

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Máquinas e Equipamentos para o Vidro - Ouro: Agmaq, Prata: Bottero, Bronze: Gusmão
Máquinas e Equipamentos para o Vidro – Ouro: Agmaq, Prata: Bottero, Bronze: Gusmão

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Molduras – Ouro: Moldurarte, Prata: Casa Castro, Bronze: Molducolor
Molduras – Ouro: Moldurarte, Prata: Casa Castro, Bronze: Molducolor

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Molas para Portas – Ouro: Dorma, Prata: Soprano, Bronze: Meron
Molas para Portas – Ouro: Dorma, Prata: Soprano, Bronze: Meron

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Perfis de Alumínio – Ouro: Alumiplast, Prata: SP Aluminio, Bronze: Olgacolor
Perfis de Alumínio – Ouro: Alumiplast, Prata: SP Aluminio, Bronze: Olgacolor

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Portas Automáticas - – Ouro: Dormakaba, Prata: Prime Portas, Bronze: Edlei
Portas Automáticas – – Ouro: Dormakaba, Prata: Prime Portas, Bronze: Edlei

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Selantes e Adesivos - – Ouro: Adespec, Prata: Poliplás, Bronze: Dow Corning
Selantes e Adesivos – – Ouro: Adespec, Prata: Poliplás, Bronze: Dow Corning

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Temperas de Vidro - – Ouro: Divinal Prata: Tempermax, Bronze: Vitron
Temperas de Vidro – – Ouro: Divinal Prata: Tempermax, Bronze: Vitron

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Vidros Laminados – Ouro: PKO, Prata: Divimax, Bronze: Laminar
Vidros Laminados – Ouro: PKO, Prata: Divimax, Bronze: Laminar

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Vidros Especiais – Ouro: Unividros, Prata: Cyberglass, Bronze: Fanavid
Vidros Especiais – Ouro: Unividros, Prata: Cyberglass, Bronze: Fanavid

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Apresentando uma realidade da indústria da construção civil, o edifício AR3000Cabral Corporate & Offices, concluído pela construtora Andrade Ribeiro, tornou-se referência de sustentabilidade com uma das envoltórias mais eficientes do país. O edifício recebeu recentemente a certificação LEED Platinum, a maior classificação existente para o selo verde, na qual o grande protagonista desta conquista é a fachada envidraçada.

Com apoio técnico da Cebrace, a Petinelli,consultoria especializada em construções sustentáveis,realizou diversos estudos para determinar as melhores soluções em eficiência energética para a fachada, escolhendoo vidro de proteção solar Cool Lite KNT, de alta performance fabricado pela Cebrace, em aproximadamente 7.808,00 m².  Isso colaborou para o resultado final de uma economia de 38% no consumo de energia.

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Localizado em Curitiba (PR), o AR3000 é um edifício de 25 pavimentos, com cerca de 33.450 m². Para se ter uma ideia, em um prédio padrão da região sul do Brasil, a necessidade de ar-condicionado gira em torno de uma máquina de 12.000BTU/hr para cada 20 m². No AR3000, devido ao desempenho da fachada, a necessidade será uma máquina para cada 38 m². Isso significa que o cliente que adquirir uma sala comercial no edifício irá instalar metade da capacidade do ar-condicionado de um prédio convencional.

Com os benefícios da aplicação do vidro no AR3000, a redução no consumo de ar-condicionado chegou em 26%. Essa porcentagem representa uma economia total de R$671 mil por ano na conta de energia do empreendimento. Para o cliente, seria uma redução de R$3 mil na conta de energia anual.

De acordo com Bruno Martinez, engenheiro da Petinelli, o vidro Cool Lite KNT ofereceu o resultado procurado para a fachada do AR3000 por sua performance no bloqueio da radiação solar. “A escolha do vidro é fundamental para garantir conforto para os seus ocupantes. Assim, como a temperatura do ar, o bloqueio da radiação solar é um dos fatores mais importantes para garantir conforto térmico dos ocupantes. Por mais eficiente e bem projetado que o sistema de ar-condicionado possa ser, este não garante o conforto se a pele de vidro for mal projetada”, explica o engenheiro.

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Esse resultado foi alcançado porque os vidros de proteção solar utilizados permitem a entrada de luz no ambiente, ao mesmo tempo bloqueando 76% do calor e quase 100% dos raios UV. Com mais luz e menos calor, o aproveitamento da luminosidade natural é maior, assim como o conforto. Além disso, os vidros foram utilizados na versão insulada, que são lâminas duplas intercaladas por uma cavidade preenchida com ar ou gás, com o objetivo de obter melhor desempenho termo acústico.

No AR3000, os vidros foram preenchidos com o gás argônio entre as lâminas, elemento que otimiza ainda mais a performance do produto por ter baixa condutividade térmica. Ou seja, isso potencializou o bloqueio do calor,resultando em ainda maior eficiência energética.

Mais que funcional, a aplicação dos vidros também resultou em uma estética moderna. O produto foi aplicado por meio da “StructuralGlazing”, ou seja, um tipo de fachada-cortina em que o vidro é colado com silicone nos perfis dos quadros de alumínio, deixando a estrutura oculta na face interna e com um aspecto clean.

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A Baggio Schiavon Arquitetura destacou o aspecto estético e funcional que a fachada proporcionou para construção do AR3000. “Alguns benefícios do vidro em edifícios corporativos são a otimização com gastos energéticos e a proteção solar. Esse investimento gera qualidade de vida na rotina de trabalho, pois é possível desfrutar uma ampla visão, tornando o prédio atraente esteticamente. O design arrojado também é um diferencial, pois o prédio torna-se referência não apenas por sua aparência, mas pelo conjunto de fatores que compõem: aspecto inovador, eficiência enérgica e localização privilegiada”, ressalta o arquiteto Gianmarco Haddad.

Outras soluções foram adotadas para a redução do consumo de energia em toda a estrutura externa e interna do AR 3000, como uso de brises, drywall com isolamento térmico, materiais recicláveis, a correta separação de resíduos ea redução total de 53% no consumo de água, obtida por meio de um uso mais eficiente, bem como tratamento e reuso de águas servidas. O comprometimento com essas e outras soluções tornou o AR3000Cabral Corporate & Offices referência nacional.

Certificação LEED

De acordo com o último levantamento realizado pelo GBC Brasil, o Brasil ocupa atualmente a quarta posição no ranking dos países que possuem o maior número de edificações em processo de certificação LEED. A Certificação é o sistema de avaliação para edificações que seguem os padrões internacionais de sustentabilidade mais reconhecido mundialmente.

Quando ainda era um projeto, o AR 3000 foi pré-certificado em 2012 com o selo LEED nível prata. Ao ser concluída, a obra totalizou 82 pontos dentro da regulamentação do selo, assegurando o reconhecimento do edifício com a certificação de nível mais elevado existente, o LEED Platinum. Nas categorias avaliativas, o AR3000 é referência em Sustainable Sites, WaterEfficiency, Materials&Resources, Indoor Environmental Quality, Energy &Atmosphere, Innovation in Design e Regional Priorities.

Um prisma de vidro dentro de um shopping no Rio de Janeiro, com estrutura similar a do renomado cubo de vidro da loja Apple, em Nova York (EUA). Este era o desafio de execução da Inovention do Brasil, que usou cerca de 1.000m2 do vidro Diamant, o extra clear fabricado pela Cebrace, na criação de uma loja impactante, moderna e inovadora dentro do Bossa Nova Mall.
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A ideia era apostar na transparência, então como criar um estabelecimento inteiramente de vidro com poucos elementos estruturais aparentes?
A Inovention resolveu essa questão usando o vidro de forma estrutural. Com isso, as peças de fixação ficam praticamente invisíveis no prisma de vidro, valorizando a ideia original de transparência, leveza e modernidade.
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Para garantir a segurança e a sustentação, a empresa utilizou vidros Diamant temperados e laminados 8+8mm com película SentryGlass aplicados na fachada e no teto.
Para os “pilaresde vidro da estrutura que sustenta o cubo foram usados extra clear Diamant temperados e laminados 8+8+8mm também com película SentryGlass. A versão laminada e temperada é a mais segura para a aplicação, considerando que o vidro laminado evita acidentes e o devassamento do vão, pois em caso de quebra os cacos ficam retidos na película, mantendo-se inclusive a função estrutural.
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Ficha Técnica
Arquiteto: Paulo Baruki Arquitetura
Construtora: Método Engenharia
Consultor de fachada: Igor Alvim
Consultores estruturais: Ângelo Arruda e Raimundo Calixto,
Vidros: Cebrace
Beneficiamento: Unividros
Design, execução e instalação: Inovention do Brasil – Diretores responsáveis: André Luiz de Aquino e Sergio El Beck

Nós dias 06 e 07 de julho mais uma turma foi qualificada na elaboração de projetos, folgas e cálculos para trabalhar em beneficiadora de vidros (têmperas), vidraçarias e no mercado da construção civil.
Os alunos aplicaram conceitos precisos sobre, cálculos para conhecimentos de elaboração de folgas definitivas para projetos de vidros temperados, discutindo os prós e contras de como elaborar um projeto de vidros dentro da conformidade.
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Cada aluno agora está capacitado com conceitos fundamentais de aplicação para vidros temperados na construção civil divisão engenharia, com instalações e tipologias prontas para tirar dúvidas de boxes, janelas, portas de giros, portas de correr, basculas, maxim-ar e outros.
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A ANAVIDRO agradece a cada aluno por ter participado do curso de Projetos, Folgas e Cálculos.

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O que fazer com pedaços de vidro que não podem ser utilizados? A pergunta que muitos profissionais vidreiros se fazem tem uma resposta mais simples do que parece. Saiba quais as melhores soluções disponíveis no mercado para a reciclagem e descarte de cacos e pó de vidro.
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Quais processos geram descarte de vidro?
Cacos de vidro
Todo vidro que não pode ser utilizado no processamento é considerado um descarte. São diversos os motivos:
– Retalhos (pedaços que sobram) do processo de corte que não possuem tamanho adequado para serem aproveitados;
– Cacos de vidro que surgem de quebras durante a lapidação, furação ou no forno de têmpera — seja pelo manuseio errado das peças ou defeitos de fabricação;
– Baixa qualidade da matéria-prima, revelada pela presença de bolhas no vidro, por exemplo;
– Peças enviadas pelos fabricantes de vidro que não estão de acordo com o pedido realizado. “Podemos dizer que o descarte gerado em todo o processo está em torno de 11% a 12% do vidro que entra na empresa”, comenta Albert Pestana, diretor-industrial da Pestana Vidros.
Pó de vidro
É gerado durante dois processos:
– Lapidação — polimento das bordas da peça;
– Furação/recorte — feitos para o encaixe de ferragens e acessórios.
O que fazer com os cacos de vidro?
Reciclagem do vidro
“O mercado ainda não nos oferece muitas opções para a comercialização dos cacos”, opina Vânia Felix, gerente-administrativa da New Temper. A melhor opção, sem dúvidas, está na reciclagem do vidro, escolha de inúmeras processadoras pelo Brasil, incluindo Brazilglass, Divinal Vidros, DVM Vidros, GlassecViracon, New Temper e Pestana Vidros. “Além de atender às normas ambientais de destinação, gera receita e possibilita a reutilização desses resíduos pelas empresas vidreiras, economizando recursos naturais e energia”, explica Maurício Zaramella, coordenador de Logística da GlassecViracon.
Como fazer?
Para isso, é necessário entrar em contato com uma empresa especializada nesse serviço. De forma geral, essas companhias são responsáveis por coletar, tratar e destinar o vidro. Elas pagam às processadoras pela tonelada do material, de acordo com o tipo do produto (incolor, colorido, laminado, espelho etc.), e depois vendem para a indústria.
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Qual o destino?
“Atualmente, grande parte dos nossos volumes se destina à fabricação de float ou embalagem”, comenta Juliana Schunck, diretora da Massfix, uma das maiores empresas de reciclagem de vidro no País. “Entretanto, também destinamos para outros segmentos, como sinalização viária, jateamento e cerâmica.”
Vantagens
Para o diretor-propretário da Pastglass, Benedito Aparecido Bueno, em relação ao custo-benefício, a coleta é a melhor forma de reuso do descarte. “Caso a empresa geradora queira destinar o material para aterros, terá de pagar muito caro”, diz ele. Sua companhia, especializada em reciclagem, também cria objetos decorativos com cacos, como fruteiras e lustres — mais uma forma de atrair lucro a partir de resíduos. A processadora Brazilglass também ganha dinheiro assim. “Vendemos sucata de laminado para fábricas de lustres e materiais de decoração”, comenta o diretor-comercial Carlos Almeida.
Retornar o vidro ao fabricante
Algumas fabricantes de vidro nacionais possuem programas para que seus clientes retornem os cacos.
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Vivix
Em fevereiro de 2015, a Vivix criou o Projeto Capta Caco. A ideia é simples e se baseia na gestão de logística reversa: a Vivix compra os cacos dos processadores e estes podem enviar a sucata quando forem retirar um pedido de vidro na fábrica. Além de eliminar o custo de descarte em aterros por parte das empresas, o projeto ainda gera receita para elas. Para participar, o cliente deve enviar materiais livres de impurezas e separados por cores.
Guardian
Cerca de quarenta clientes participam de forma contínua do programa oferecido pela Guardian. “Incentivamos o retorno dos cacos no mesmo caminhão que carregará vidro em nossas unidades”, revela o gestor nacional de Meio Ambiente, Saúde e Segurança, Cléber Campos. “Em situações específicas, estabelecemos uma rota de coleta de cacos em locais de concentração”. A empresa afirma que todo caco recebido é revisado e avaliado para garantir que não existam contaminantes (sujeira, rebolos etc.) ou mistura entre cores de vidro.
A Cebrace não possuir iniciativa desse tipo.
Bolsa de Resíduos da Fiesp: solução para compra e venda de descarte
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) possui, desde 2002, uma solução para fazer com que as empresas lucrem com a venda e compra de material descartado. Trata-se da Bolsa de Resíduos, um serviço gratuito e simples: basta se inscrever no site www.fiesp.com.br/servicos/bolsa-residuos-fiesp e cadastrar sua sucata. Assim, outras empresas poderão ver seu anúncio e entrar em contato. Vale lembrar que a negociação não se dá por meio da plataforma — isso é de responsabilidade dos usuários.
O objetivo da iniciativa é oferecer um espaço para a troca de informações. “Dos mais de 2.600 inscritos, cerca de 80% são pequenas e médias empresas”, revela Ricardo Garcia, criador do programa e membro do Departamento de Meio Ambiente da entidade. Qualquer empreendedor pode participar da Bolsa de Resíduos, basta possuir CNPJ.
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Vidraceiros: como eles descartam
Vidraçarias também geram sucata, porém em menor quantidade se comparada às processadoras. Para elas, o descarte não tem segredos: o vidro deve ser levado a aterros ou coletado por empresas de reciclagem. Algumas processadoras oferecem parcerias para a coleta, separando caçambas especiais para o vidraceiro descartar seus materiais. Portanto, vidraceiro, pergunte ao seu fornecedor se ele recolhe sucata.
O que fazer com o pó de vidro?
O material deve ser tratado antes do descarte. Para isso, a empresa precisa ter uma central de tratamento de água. Em geral, o processo ocorre da seguinte forma:
– A água utilizada na lapidação e furação, misturada com o pó de vidro, descansa em tanques decantadores;
– Nessa mistura, são aplicados floculantes, substâncias químicas que separam materiais sólidos de líquidos;
– A massa de pó é retida enquanto a água é filtrada para ser reutilizada no processamento do vidro;
– Por fim, a massa de pó deve secar antes de ser embalada para o descarte.
O ambiente correto para a destinação do pó de vidro é o aterro industrial — local próprio para receber resíduos sólidos produzidos por empresas. “Creio que muitos não se preocupam com o destino final, dispensando em lugares impróprios para esse fim”, alerta Fernando Passi, da Divinal Vidros. Todas as processadoras precisam estar atentas à forma de descarte para neutralizar seu impacto ambiental.
Pó de vidro é reciclável?
Hoje, para a indústria vidreira, o pó não tem serventia. Porém, estudos apontam que ele pode ser usado como matéria-prima de argamassas e cerâmicas. O engenheiro civil e gerente-administrativo da DVM Vidros, Luís Augusto Knorst, abordou a substituição da cal hidratada por pó de vidro em argamassas de revestimento em sua monografia de graduação pela Universidade Federal de Ouro Preto (MG). “Detectamos um aumento na resistência à compressão simples conforme o percentual de pó de vidro aumentava, e uma menor necessidade de água para se chegar à consistência desejada da argamassa, aumentando a durabilidade do material”, explica Knorst. “Como foi um estudo inicial, destacamos a necessidade de mais pesquisas sobre o tema”.
O que a legislação diz sobre o descarte de resíduos?
A principal lei brasileira a tratar do assunto é a 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que define diretrizes para o combate à poluição. A implementação da logística reversa pela indústria é abordada na PNRS, assim como outros objetivos fundamentais:
– Redução na geração de resíduos;
– Reutilização, reciclagem e tratamento;
– Disposição final adequada de rejeitos (materiais que não podem ser recuperados).
Vale salientar que o descarte ilegal de resíduos sólidos é crime ambiental.
Fonte: abravidro

Está na hora de se preparar para a Glasstec 2016. Ao invés de ser realizada no ultimo trimestre do ano, como de costume, a Messe Dusseldorf, organizadora do evento, passou a feira para os dias 20 e 23 de setembro. O local continua o mesmo: a cidade de Dusseldorf, na Alemanha. Mais de 1.200 expositores de todo o mundo já estão confirmados e a expectativas de público é alta: 45 mil visitantes.
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Alguns temas ganharão destaque na Glasstec: estarão presentes em conferencias, seminários e exposições.
– Redução de custos e emissões nos processos de produção de vidro;
Indústria do vidro 4.0 – Integração inteligente de processos e produtos;
– Inovações tecnológicas para produção e processamento de vidros finos;
– Vidros inteligentes para envelopes de vidro, displays, interiores e veículos;
– Vidros leves, fortes, ocos e para embalagens;
– Produtos inovadores para processamento no comercio de vidros.
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Mostras simultâneas
Glass Technology Live: Mostra mais aguardada pelos profissionais vidreiros e um dos principais destaques da feira, revela o futuro do vidro, representando por inovações tecnológicas na produção instalação do material expostas em um espaço de mais de 2.500 m². Terá ainda um simpósio gratuito sobre o tema;
Craft Center: Espaço para atividades práticas e interativas relacionadas à aplicação do vidro;
Glass Art: Mostra de peças artísticas de vidro feitas por renomados artistas internacionais;
Auto Glazing Competition: Novidades em relação ao envidraçamento para veículos;
Façade Center: Tendências atuais em revestimentos externos de edificações.

Conferencias e Congressos
Evento: Function Meets Glass (Função de encontro ao vidro)
Data: 19 a 20 de Setembro
Tema abordado: Estreante na programação da Glasstec, vai abordar a tecnologia de ponta  para a fabricação de vidro finos e funcionais.

Evento: Engineered Transparency (Engenharia Transparente)
Data: 20 a 21 de Setembro
Tema abordado: Conferência técnica e cientifica sobre engenharia de vidro estrutural, focada no tripé energia, fachada, vidro.

Evento: Congresso Internacional de Arquitetura
Data: 22 de Setembro
Tema abordado: As visões do vidro na arquitetura segundo consagrados escritórios de arquitetura  pelo mundo. Serão apresentados cases de projetos diferenciados com o material.

Fonte: Revista O Vidro Plano – Nº 521

A Glass South America, principal plataforma de negócios do setor vidreiro na América Latina, acontecerá entre 8 e 11 de junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. O evento apresentará as mais recentes novidades em aplicações de vidro, máquinas, equipamentos e acessórios, e deve receber 12 mil profissionais qualificados do setor e 200 marcas nacionais e internacionais em exposição.
Neste ano, empresas como Cebrace, Bottero, Dorma, Eastman, Glaston, Keraglass, Saint Gobain, Lisec, Interbox, Elber Ferragens, Guardian, GlassVetro e muitas outras já confirmaram sua participação como expositores da Glass South America. O evento, segmentado em design e tecnologia, reúne as mais modernas máquinas da indústria de transformação do vidro e permite que seus visitantes interajam e troquem experiências, acompanhando demonstrações ao vivo de máquinas em funcionamento.
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“O vidro é uma matéria-prima que sempre se destacou na aplicação para diversas indústrias, como construção civil, arquitetura, moveleira e automotiva. A partir disso, o principal objetivo da Glass South America é proporcionar um espaço ideal para compartilhar conhecimento, conectar pessoas e criar experiências junto aos importantes players desse mercado que buscam soluções e novas ideias para o uso do vidro”, afirma a diretora-geral da NürnbergMesse Brasil, Ligia Amorim.
Após a última edição, 92% dos expositores relataram que a Glass South America contribui para que a empresa gere novos negócios e relacionamentos. “Oferecemos aos nossos expositores, visitantes e parceiros uma completa ferramenta de marketing e negócios”, complementa Ligia. “Entendemos que as feiras têm um valor estratégico ainda maior em períodos de turbulência econômica e, nesse cenário, a Glass South America proporciona oportunidades de desenvolvimento de negócios e troca de melhores práticas entre profissionais do mercado e também entre as empresas”, finaliza.
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A 12ª edição da Glass South America, por meio de uma parceria com a Landesmesse Stuttgart, receberá também a estreia da feira R+T South America. O evento internacional referência no mercado de persianas, portas/portões e proteção solar interna e externa já conta com edições na Austrália, Turquia, China e Alemanha, que em 2015 comemorou sua 50º edição, recebendo 888 expositores e cerca de 60 mil visitantes.
A primeira edição do evento no Brasil ocorrerá simultaneamente à Glass South America, contando com mais de 1500 m² de área em exposição e expositores da Espanha, Itália, Polônia, Turquia, China, Holanda, Estados Unidos entre outros. Uma oportunidade para que os profissionais do setor encontrem uma gama completa de fornecedores, produtos e serviços desse mercado.
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12ª Glass South America e R+T South America
Data: 8 a 11 de junho de 2016
Onde: Transamerica Expo Center – São Paulo
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo
www.glassexpo.com.br
www.rt-southamerica.com

Fonte: vidroimpresso

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