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Vidros

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No mercado das vidraçarias e empresas de esquadrias, a venda de um produto com alta durabilidade garante clientes mais satisfeitos. Para isso, é preciso trabalhar com materiais de qualidade e repassar aos consumidores alguns cuidados importantes de manutenção.
Confira a seguir algumas dicas que selecionamos para que você oriente melhor seu cliente a preservar os vidros e as esquadrias de alumínio ou PVC e ter maior durabilidade nos produtos adquiridos em seu negócio. Acompanhe!

Ofereça termo de garantia

Ao receber o produto adquirido é importante que o usuário confira se todos os itens estão corretos e entenda quais os critérios que o termo de garantia de cada um dos materiais prevê, seja defeito de fabricação ou problemas decorrentes de mau uso.
Oriente o cliente para verificar se as janelas de vidro estão corretas, incluindo não só os tipos de vidros escolhidos, mas também as esquadrias, roldanas, travas e demais materiais.
Invista tanto na qualidade dos seus produtos quanto do seu processo. Isso irá garantir que você está minimizando os erros na produção e consequentemente fabricando produtos de maior durabilidade. Para isto, verifique as certificações de qualidade que sua empresa pode obter.

Tenha cuidados na limpeza

Outro item fundamental para explicar ao cliente é mostrar os principais cuidados na limpeza dos materiais. Para que o produto tenha uma durabilidade maior, é recomendável:
– Não utilizar produtos que possam riscar o vidro
– Utilizar apenas agua e sabão neutro para limpeza
– A limpeza deve ser frequente
– Não usar produtos abrasivos

Observe os problemas

No decorrer dos dias, é preciso que o cliente observe sempre o funcionamento do material comprado. Caso perceba algo incomum, é importante solicitar a manutenção imediata e não esperar até que o produto fique inutilizável.

Faça manutenção preventiva

Em qualquer tipo de instalação de vidros e esquadrias, a manutenção preventiva é altamente recomendada para manter sua durabilidade. Sendo assim, a revisão é uma forma de evitar acidentes e mau funcionamento desses materiais.

Orientação é o melhor remédio

Quando o vidraceiro ou caixilheiro oferece o suporte necessário para o cliente, com o objetivo de tornar a experiência de compra dele ainda melhor, os problemas podem ser evitados.
Afinal, o consumidor já adquire o material e sabe as principais dicas para garantir a durabilidade, fazendo uma utilização cuidadosa que ajude a prevenir maus funcionamentos e acidentes.
REFERÊNCIA: Universo Transparente (blog PKO)  http://site.pkodobrasil.com.br/blog/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-durabilidade-do-produto/

Nesta sexta-feira (16 de dezembro), a Cebrace, maior produtora de vidros e espelhos da América do Sul, anunciou a seus clientes a oferta de mais serviços e novos produtos. Com o objetivo de se adequar às atuais demandas do mercado em termos de qualidade de serviços e soluções logísticas, a fabricante foi eleita como distribuidora exclusiva dos produtos Saint-Gobain Glass (vidro impresso) para os estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a partir de 1º de Janeiro de 2017.
Durante o período de transição desse novo modelo de comercialização dos produtos da Saint-Gobain Glass, as equipes comerciais das duas empresas organizarão, em conjunto, visitas aos clientes com o intuito de dirimir eventuais dúvidas.
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De acordo com Flavio Alves Vanderlei, gerente comercial da Cebrace, “esse novo formato é uma maneira de atender de forma mais ampla as demandas dos clientes e aumentar o leque de produtos e serviços oferecido pela Cebrace, o que também nos diferencia no mercado por meio do fortalecimento das duas marcas envolvidas nessa nova parceria”.
Sobre a Cebrace – A Cebrace é uma joint-venture entre o grupo japonês NSG/Pilkington e o grupo francês Saint-Gobain. Foi fundada em 1974 e reúne em seu processo de fabricação o know-how e a tecnologia de dois gigantes do setor de vidros. Consagrada como líder de mercado no segmento de vidro plano brasileiro, é a maior produtora de vidros e espelhos da América do Sul.

De espírito empreendedor nato, Claudio Luis Acedo montou seu primeiro negócio com apenas 15 anos de idade. Alguns anos depois ingressou na Mansur Vidros, empresa de seu pai, amigo e fiel apoiador. Já tradicionalmente conhecida pela distribuição e instalação de vidros de obras ícones de São Paulo e hoje uma das mais antigas do setor,  a empresa iniciou seu auge em 2006 com um pioneirismo no desenvolvimento de envidraçamento de sacadas com mais segurança e realizando um trabalho de conscientização e esclarecimentos em condomínios.
Mansur Vidros,  então, deu um salto, saindo de 20 para 200 funcionários tornando-se referência no mercado e aumentando seu leque de fabricações de outros produtos que hoje compõem a empresa.
Em 2011 veio mais um grande passo com a construção de uma planta no Chile, dando início à internacionalização da companhia. Aos 38 anos e com cerca de 20 anos de experiência no setor vidreiro, Acedo marca sua trajetória e começa uma nova fase de sua carreira a frente da Associação das Vidraçarias ANAVIDRO-SP e Nacional, trazendo uma nova proposta de interação entre todos os elos da cadeia e estreitando o relacionamento com o vidraceiro, com foco na qualificação profissional da classe em todo Brasil através de parcerias que buscam alavancar nosso mercado.
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Em conversa exclusiva com a revista Vidro Impresso, o novo presidente da ANAVIDRO adianta seus planos para a associação.
Quais são suas propostas para fortalecer a cadeia do vidro e aumentar o nível dos profissionais e vidraçarias?
A ANAVIDRO, em seus dez anos de existência, sempre foi a única ponte entre o vidraceiro e a cadeia produtiva e solidificou seu nome no mercado com o Prêmio ANAVIDRO. A grande contribuição para o mercado é entender o quanto este prêmio ajuda no seu dia a dia, os participantes dedicam esforços para atender melhor o vidraceiro em todos os aspectos, durante o ano inteiro, esperando ter o reconhecimento em forma de voto e garantir a premiação máxima do evento. A metodologia até então foi acertada, mas agora é hora de dar um passo adiante.
Um de nossos objetivos é criar espaços para ouvir mais o vidraceiro, como fóruns de discussões presenciais, cuja interação é benéfica para ambas as partes, pois a indústria tem a oportunidade de entender as necessidades de seu cliente, que por sua vez vê seus anseios sendo ouvidos e desenvolvidos pelos fabricantes.  Planejamos aumentar o acesso a  cursos em todo o país, promover palestras, conferências e eventos com a finalidade de gerar mais interação do setor como um todo. As mudanças se estendem inclusive para o Prêmio Destaque ANAVIDRO, as quais ainda estão em fase inicial de estruturação. Os associados terão vantagens diferenciadas e mais acessíveis a todo este pacote de benefícios.
Como trazer os cursos para outros estados mais carentes de qualificação fora do eixo Rio-São Paulo?
Vamos intensificar as ações nas associações regionais e aumentar a atuação da ANAVIDRO a partir do momento que estabelecermos um formato para ser replicado, além de firmar parcerias locais para viabilizar os cursos e eventos nessas regiões. O mercado é carente de qualificação e de eventos específicos. Este planejamento será ainda estruturado para ser colocado em prática a partir de 2017. Vamos trabalhar para que os cursos cheguem até os vidraceiros de outros estados.
Qual o porquê dessa aproximação com o consumidor final?
A melhor forma de educar o vidraceiro é conscientizando o consumidor final, conscientizar sobre a qualificação que ele deve buscar neste profissional. É através dele que o vidraceiro elevará seu nível de qualidade ao ser cobrado na hora da venda. Comunicar-se com este consumidor final e mostrar a importância de um profissional qualificado é um desafio que vamos superar através de  maior comunicação na mídia, principalmente as digitais.
Qual é hoje a maior falha dos profissionais de vidraçarias a ser superada para elevar o nível do setor?
É comum quem está hoje à frente de uma vidraçaria não se preparar para administrar. O profissional brasileiro em geral se preocupa com a parte técnica e não tem a tradição de ser empreendedor. Este é um ponto importante, pois um ótimo profissional de instalação, se não souber gerenciar não terá lucro ou não o lucro esperado. Com uma administração correta terá lucro sem burlar as leis e procedimentos. Outro desafio, que parte desse domínio da gestão, é saber cobrar. Quanto mais conhecimento o vidraceiro tem, mais ele vende valor, e não preço.
Por isso é importante também saber agregar valor ao serviço, muitas ações não demandam custos adicionais, já que um bom atendimento é questão de postura, que começa em pequenos detalhes, como a apresentação, uniformes e uso dos equipamentos adequados de segurança.
O que esperar da ANAVIDRO e como começará a nova gestão?
A ANAVIDRO vem para quebrar paradigmas, aproximar todos que lutam pelo setor sem qualquer distinção, e agora precisará do apoio do vidraceiro para que faça parte da associação, para que juntos possamos aumentar sua voz e atingir os anseios de um setor imenso. Nosso planejamento já começou e em breve muitas novidades agitarão o mercado.
Fonte: vidroimpresso

A PKO do Brasil – uma das maiores beneficiadoras de vidros no país – participa de mais uma edição da Fesqua – Feira Internacional de Esquadrias, Ferragens e Componentes, que acontece de 21 a 24 de setembro, no Expo Exhibition & Convention Center, na Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, Capital paulista.
Entre as novidades expostas dentro do seu estande de 112 m², destaque para o Privacy Glass – um vidro tecnológico, desenvolvido para controlar a privacidade dos ambientes. Sua tecnologia transforma o vidro de cor branco translúcido a incolor ao simples apertar de um botão. Além disso, o produto pode receber projeções quando está desligado.
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Esse tipo de vidro pode ser utilizado para compor salas de reunião, data centers, hospitais, clínicas, restaurantes, residências e qualquer ambiente que requer privacidade ou limitação de visão.
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Sobre a Fesqua 2016
A Fesqua é a maior feira do país voltada para o segmento de esquadrias e acontece de 21 a 24 de setembro, no espaço São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, na Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, Capital paulista.
A PKO irá expor parte dos seus produtos que destacam-se no mercado por apresentarem a melhor relação custo x benefício, capacidade tecnológica e promoverem conforto e bem-estar para o consumidor final. São eles: o Privacy Glass, a Pele de Vidro da linha Habitat e o vidro Antivandalismo – que é pouco conhecido no mercado, embora seja muito eficiente para proteção de patrimônio e segurança, Cover Glass Branco (Vivance), Espelho Infinito (Insulado), Laminado PVB Preto (modelado) e a Janela Acústica (Insulado Laminado).
Cada item compõe uma parte da decoração do estande de 112 metros quadrados da PKO do Brasil. No espaço, profissionais ligados à área de construção e consumidor final poderão ver na prática a aplicabilidade dos produtos.
Exposição da PKO do Brasil na Fesqua 2016
Local: Espaço São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, na Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, Capital paulista
Data: 21 a 24 de setembro (quarta-feira a sábado)
Estande da PKO: 112 m²
Exposição de produtos: Privacy Glass, a Pele de Vidro da linha Habitat e o vidro Antivandalismo, Cover Glass Branco (Vivance), Espelho Infinito (Insulado), Laminado PVB Preto (modelado) e Janela Acústica (Insulado Laminado)
Site: www.pkodobrasil.com.br
Facebook: www.facebook.com/pkodobrasil

Entre os dias 1 e 4 de março foi realizada a 14ª edição da Expo Revestir, evento que aponta as principais tendências da arquitetura e construção para o mercado brasileiro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Entre as novidades apresentadas, a principal na área de vidros foi o lançamento da linha decorativa Vivânce, pela Cebrace.
Segundo a coordenadora do mercado de decoração da Cebrace, Ana Carolina Granado, a escolha da Revestir para o lançamento dessa nova marca deve-se ao fato de ser a maior feira de decoração da América Latina. “Praticamente todos os profissionais do design de ambientes de todo o Brasil estão presentes; portanto, trata-se de espaço favorável para apresentarmos essa linha de produtos, esse é o foco”, explica Ana.
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Produtos já conhecidos pelo setor vidreiro com uma roupagem nova para melhor compreensão do mercado consumidor. Essa parece ser a fórmula da Cebrace com o lançamento, ampliando a boa experiência obtida há alguns anos com o lançamento da linha Habitat, de vidros de controle solar para residências.
A linha Vivânce é composta pelos produtos Diamant, Coverglass, Vidros Refletivos, Espelhos, Prisma e Optiview. Segundo Ana, praticamente todos eles entraram na composição do estande montado no evento, de forma criativa para mostrar suas possibilidades. “Aqui usamos o Diamant laminado com uma película fosca como tela para projeção, vidros Coverglass aplicados em paredes e fundos de estantes nas cores preta e vermelha.
Temos o Prisma aplicados em vários móveis, inclusive na mesa do bar, com tratamento para fosqueá-lo e retroiluminação e, na parte externa, espelhos embutidos na fachada, como gotas caindo para promover um aspecto lúdico aos visitantes. Os arquitetos e designers de interiores têm gostado bastante”, explica.
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A Cebrace participou da feira em parceria com vários profissionais e empresas clientes da Grande São Paulo. Segundo Ana, o objetivo foi o de utilizar esses profissionais que atuam na instalação para sanar dúvidas e, dependendo do caso, propor soluções de execução de trabalhos, atendendo suas necessidades imediatas, já que a Cebrace não participa de obras.
A linha Vivânce Vidros para Decoração inicialmente será composta por:
Vidros Diamant – vidro extraclaros, sem o tom esverdeado comum dos incolores.
Coverglass – vidros pintados nas cores branca, branca extraclara, preta e vermelha.
Vidros Refletivos – nas cores incolor, verde e prata, com possibilidade de têmpera.
Espelho Cebrace – nas espessuras de 4 mm a 6 mm nas cores incolor, cinza ou bronze.
Prisma – vidro extragrosso com espessuras de 12 mm, 15 mm e 19 mm.
Optiview – vidro antirreflexo que reduz a reflexão em até cinco vezes (quando laminado).
A 14º Expo Revestir teve poucos vidros

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No restante da principal feira de decoração nacional, pouca presença do vidro. Somente algumas novidades importadas que se perdiam diante de um universo enorme de produtos, que incluíam cerâmicas, azulejos, materiais sintéticos, metais, madeiras, mármores e diversos outros.
Na área de revestimentos, diversas empresas apresentaram variedades de pastilhas de vidro. A mais chamativa era a apresentada pela Glass Mosaic, composta por pedaços grandes de vidro com espessura de 6 mm intercalados com pedaços de metal escovado. A mesma empresa apresentou cubas importadas de vidro com acabamento artístico dourado ou vermelho brilhante, que impressionavam os visitantes.
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No estande da empresa Viegas, especializada em sistemas sofisticados para caixas de descarga de embutir, o vidro foi o material escolhido na composição dos acionadores de descargas. Os modelos em vidro pintado podem ser acionados manualmente, mas também possuem opção de acionamento automático por movimento ou por luz.
Já no estande da empresa espanhola Aleppo, os espelhos para banheiros compostos também por estante de madeira eram a principal novidade em vidros ali presentes.

Para mais informações:
www.vidrosvivance.com.br

Fonte: vidros

No auge da crise europeia, há poucos anos atrás, a principal discussão entre as empresas do setor vidreiro daqueles países eram as soluções que promoviam economia e aproveitamento de energia. Existia consenso de que a manutenção no consumo de vidros seria obtida, mesmo durante a crise, destacando-se sua capacidade de promover economia de energia elétrica
A tática funcionou relativamente bem e pode ser estendida também para o Brasil. Principalmente porque estão surgindo novidades importantes relacionadas ao vidro. Uma delas é o OPV (abreviatura em inglês de material fotovoltaico orgânico), lançado pela recém-criada Sunew, sediada em Belo Horizonte (MG).
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Trata-se de uma película com estampas em diversos níveis de transparência, que pode ser laminada entre vidros. Tal produto capta energia do sol e a transmite a um gerador de energia elétrica. Ou seja: os vidros, dessa forma, podem gerar energia e deixar passar luz. E mais: como a absorção energética é retirada da luz invisível (infravermelho) e da luz visível, tal vidro tem ainda a propriedade de barrar o calor no ambiente interno.
Algumas empresas, inclusive da área de vidros, já estão aderindo à novidade e já está prevista para 2017 a inauguração do prédio da empresa de software TOTVS, em São Paulo, com fachada de 2 mil metros quadrados inteiramente composta por essa nova tecnologia.
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Suporte
O OPV brasileiro é um fotovoltaico de terceira geração; ou seja, com alto poder de captação de energia. Uma fachada gera da ordem de 50 watz/pico por metro quadrado. Estima-se que a fachada da TOTVS, por exemplo, poderá manter funcionando 2 mil computadores. Seu diferencial a outros produtos é a possibilidade de ser aplicado em filme plástico no formato de listas, desenhos e diferentes padrões, sendo que o mais utilizado é o padrão listado.
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Energia limpa e acessível
Dentre todas as fontes renováveis de energia, a fonte Solar é a maior por ampla margem e já é a que mais cresce mundialmente, sobretudo na modalidade de geração distribuída. Com quase o dobro da irradiação média anual de países como Alemanha e Espanha, nações europeias que mais exploram a fonte, o Brasil tem grande potencial de participação em um mercado que deve crescer, em média, 10,5% nos
próximos cinco anos.
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Fonte: vidros

A FESQUA 2016 chega à sua 11ª edição consolidada como o maior evento de Esquadrias, Ferragens e Componentes da América Latina.
A feira vem sendo um verdadeiro e poderoso centro gerador de negócios e oportunidades lucrativas para as empresas expositoras, visitantes e potenciais compradores desse mercado.FESQUA-2016-Uma-das-maiores-feiras-do-segmento-vidreiro-está-chegando-615x340
 
Apresentando novas soluções e tecnologias para o segmento, a FESQUA trará inovações em portas, janelas, fachadas, portões, fechaduras, vidros, maquinário e equipamentos de ponta para a indústria.
De 21 a 24 de setembro de 2016, venha para a FESQUA, evento que se tornou o grande encontro do mercado de esquadrias dentro da construção civil. Venha fazer parte ativa desse amplo conjunto de itens indispensáveis, que contribuem significativamente para o sucesso e a qualidade das edificações.
As melhores soluções em esquadrias, fachadas, vidros e arquitetura reúnem-se na FESQUA.
 
Faça sua inscrição aqui –>>INSCRIÇÕES<<—
Venha participar!
 
Fonte: FESQUA

Como já vimos no site da ANAVIDRO sobre artistas que utilizam o vidro para explorar efeitos de ilusão de ótica, agora é a vez de Dustin Yellin mostrar a sua arte.
A mistura de luz, transparência e cor, envolvidas em camadas de vidros translúcidos são características marcantes de suas obras, que representam silhuetas humanas pintadas meticulosamente em camadas de vidros.
Essas camadas quando unidas, dão vida a movimentos que se assemelham a bailarinos dançando naturalmente.
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Assista o vídeo abaixo que mostra o making off da produção e todo o planejamento que essas obras exigiram do artista e da sua equipe.
 
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Fonte: grupocinex

Cansada das tradicionais janelinhas de acrílico de 10cm especificadas na maioria das aeronaves comerciais, uma companhia de engenharia aeroespacial norte-americana apresentou o conceito do SkyDeck, uma cabine de vidro panorâmica instalada no topo da fuselagem do avião.
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Segundo a Windspeed Technologies, responsável pelo projeto, as opções de entretenimento a bordo não mudaram muito ao longo das décadas, o objetivo é criar uma experiência exclusiva, reduzindo o tédio de longos vôos. Caso a patente seja concedida, o SkyDeck será composto por dois assentos elétricos, capazes de girar 360 graus e vedados por vidros com revestimento antiembaçante e proteção UV.
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A empresa vem trabalhando em sua especificação e funções por mais de um ano, e já entrou com o pedido de patente. A estrutura será projetada para resistir a todas as condições de carga e impacto, utilizando vidros semelhantes aos usados ​​para construir as cabines de caças supersônicos.
Veja o vídeo do projeto abaixo:
 
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Fonte: vidrado

O ponto de interrogação desta matéria foi introduzido após a apresentação da palestra do consultor Francisco Palácios Marin, no Segundo Encontro Nacional de Temperadores de Vidros, realizado no mês de julho em Atibaia (SP). A introdução de sua apresentação foi justamente questionar o título sugerido para sua palestra
Os organizadores sugeriram o título baseados em sugestões dos próprios transformadores, que apontavam os vidraceiros como o “elo mais fraco da corrente” e a “perna mais frágil do tripé composto por fabricantes, transformadores/distribuidores e vidraceiros”. A reportagem também já acompanhou reuniões de transformadores no qual o vidraceiro era jogado em uma vala comum.
Segundo Marin – que atuou 40 anos no setor vidreiro, começando na Santa Marina e dirigindo uma vidraçaria por 33 anos – essa visão pode estar distorcida. É claro que existem vidraceiros mal informados, que buscam somente o preço ou fazer somente serviços básicos; mas, segundo ele, não se pode generalizar.
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Em sua palestra, Marin destacou primeiramente o fato de que os vidraceiros continuam sendo os maiores e principais clientes dos transformadores e distribuidores. Como consequência lógica, se estes querem ter suas empresas fortalecidas, devem investir para que seus clientes sejam fortes.
O palestrante explicou que, como presidente da ANAVIDRO, conseguiu ainda captar as necessidades de vários perfis de vidraceiros. “Os vidraceiros têm necessidades que muitas vezes não são objetivas, têm necessidades subjetivas que muitas vezes são difíceis de identificar exatamente”, explicou.
Respondendo à pecha de que os vidraceiros são carentes, melindrosos e ignorantes, o consultor explicou que não podemos tratar todo vidraceiro da mesma forma, porque existem vários profissionais e tipos. Os que estão dedicados à área da decoração, por exemplo, com uma clientela final diferenciada, lidam com o arquiteto e com o decorador para se pensar em casas ou apartamentos de alto padrão, comerciais ou residenciais.
Outro tipo de vidraceiro é o que se dedica um pouco mais a obras e instalações. Obras que podem ser prédios, edifícios, residências e envolvem vidros comuns, laminados, temperados e todos os tipos de ferragens.
Citou ainda empresas especializadas em produtos específicos, como boxes, fechamentos de sacadas, vitrines, entre outros, e explicou que cada um desses vidraceiros especializados possuem necessidades diferentes: o da área de decoração vai precisar de produto especializado; o de obras não tem problemas de risquinhos; já o que vai levar um tampo de mesa para uma dona de casa não pode ter um único risco sequer. “Se o transformador e o distribuidor não conhecerem o perfil de seus vários clientes, não poderão satisfazer suas necessidades. Não adianta equipamentos de última geração – não é o que ele está precisando. Os clientes vidraceiros são diferentes e não podem ser tratados como iguais, cada um tem seu perfil”.
O ex-vidraceiro citou, como curiosidade e para exemplificar uma situação específica, que nos últimos anos de seu negócio, apesar de se tratar de uma vidraçaria, o vidro não era o principal produto. Quando comparados os valores vidro, serviços e projetos, os vidros estavam abaixo de 50%.

PREÇO

Outro mito combatido por Marin em sua palestra é o de que todo vidraceiro procura unicamente por preço baixo. Ele enfatizou que um preço competitivo é importante, mas que não é o único fator que deve ser levado em conta – pois, muitas vezes, o vidraceiro acaba “pagando o preço baixo mais caro do mercado”, segundo suas próprias palavras.
Marin enfatizou cada um dos itens que compõem o custo do vidro para o vidraceiro, incluindo prazo de pagamento, entrega, pontualidade, correta proteção do vidro, apoio técnico e outras.
Marin sugeriu ainda entregas periódicas dentro de roteiros pré-definidos, para otimizar os custos e facilitar a vida dos pequenos.

Entendimento x Atendimento

Para Marin, o empresário tem o vocabulário, mas às vezes não há o entendimento. Ele cita: “A vírgula, às vezes, não é interpretada corretamente; é importante porque você se esforça no atendimento, mas o cliente não entende. Ou ao contrário – o cliente fala e você não entende. Tem um elo negativo na comunicação que vai gerar um estresse lá na frente. Essa comunicação tem 70% ou 80% de erros”.
Marin cita que uma das formas de comunicação está no apoio ao cliente. Ele cita como exemplo o caso de vidraceiros que atrasam pagamentos não porque não possuem serviços, mas sim por desorganização.
Nesse caso sugere que o fornecedor lhe ofereça apoio de gestão, visitas de profissionais ou cursos para que este aprenda a se organizar.
Outra dica passada foi para que o fornecedor participe do pós-venda ao cliente final, para ver se o vidro está sendo bem colocado pelo cliente vidraceiro. “Se não estiver direito não é para puxar a orelha, é para orientar e aperfeiçoar”, recomenda o palestrante. O ex-vidraceiro sugere ainda a diferenciação dos clientes com promoções tipo fidelização, por milhas com doação de prêmios e inovação.
Para finalizar, cita a frase de que “a vaca não nos dá nada, nós é quem temos que ir lá tirar dela”, de Mário Sérgio Cortella.
Associa tal pensamento ao fato de que as máquinas dos transformadores não vão dar resultado se estes não forem atrás. Ele argumenta: “caso contrário, quebrarão ou ficarão paradas e o prejuízo será maior quanto melhor e sofisticado for o equipamento”.

Mande sua mensagem para o Marin pelo e-mail:

fp.marin@uol.com.br
 
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Fonte: vidros

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