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Você sabe como cuidar da demissão ou contratação de um funcionário?Acompanhe nossas dicas e evite contratempos no futuro

O empresário nunca precisou demitir um funcionário que levante a mão. Cuidar do desligamento de um funcionário realmente não é tarefa agradável, concorda? Ao mesmo tempo, não deve ser subestimada pelas lideranças e funcionários que ocupam cargos de gerência.

Mas, se você não gosta ou não sabe cuidar de um processo de demissão pode optar, por exemplo, em contratar um profissional de RH, especializado em demissões para realizar essa função.

Não há uma maneira branda para noticiar a perda do emprego a alguém, mas existem algumas orientações que você pode incorporar, evitando problemas futuros.

A seguir, listamos algumas dicas valiosas que irão ajudar você na hora de dispensar um funcionário da maneira correta e profissional.

Agradeça, antes de mais nada

Antes de iniciar a conversa, você deve deixar claro que a contribuição daquele funcionário foi importante para os resultados da empresa. E mesmo ao iniciar o assunto da demissão, mostre a ele o tempo todo, que seu trabalho foi de grande valia para a empresa e certamente seu profissionalismo o levará para muitas outras possibilidades no mercado.

Siga regras previstas no regulamento da empresa

Para iniciar o processo de demissão, siga todas as regras e procedimentos previamente estabelecidos pela empresa para o desligamento do funcionário. Independentemente do porte da companhia, se é grande ou MEI, você deve passar por algumas etapas burocráticas para oficializar o pedido de demissão. Caso haja alguma dúvida em como proceder, contate seu contador ou mesmo um responsável em RH para lhe ajudar.

O respeito e a empatia nas relações são fundamentais

É importante lidar com o funcionário a ser demitido da mesma forma que você gostaria de ser tratado nessa situação. Nosso dever é lembra-lo que, apesar das diferenças entre as atitudes como profissional e as demandas da empresa, você o respeita. Não é necessário trata-lo com rispidez, mas com brandura para que a pessoa absorva a notícia – afinal, nunca é boa – de sua demissão com suavidade e não como se fosse o fim da linha para ele.

Prepare o funcionário com antecedência à data da demissão

Não aconselhamos chegar de um dia para o outro com a notícia da demissão. Alguns dias ou semanas antes de demitir, utilize estratégias que ofereçam oportunidades para que ele se redima da sua falta e repare aquilo que você considerou inapropriado. Faça reuniões para expor suas insatisfações e esclarecer o que você espera do funcionário. Se ele não atender suas demandas no prazo estipulado, pode partir para a demissão, de fato

Formalize o pedido de demissão

Pelas normas trabalhistas não é obrigatório, mas, por questões éticas, é importante elaborar uma carta para demitir o funcionário. No texto, enumere as razões da demissão de forma clara e concisa. A carta de demissão ajuda o ex-funcionário a entender onde errou, para que melhore na sua próxima experiência. Além disso, é uma garantia para a empresa, caso o empregado deseje abrir um processo por demissão indevida.

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Por que investir em treinamento para os seus funcionários?Regime CLT

Ocorreram algumas mudanças no segmento CLT de contratação que devem ser lembrados. O valor da multa para a empresa que não registrar um ou mais funcionários não é mais a mesma. Para o caso de empregador que não assina a carteira do funcionário, o valor da multa mudou. Antes, a penalidade era pagar o valor correspondente a um salário mínimo (R$ 937, em 2017) por funcionário não registrado, e o mesmo valor, em caso de reincidência.

Atualmente, esse valor passa a ser de R$ 3.000 por empregado e de igual valor em caso de reincidência. No caso de microempresas e empresas de pequeno porte, a multa é de R$ 800,00.

Serviço autônomo

Você sabia que para configurar uma relação de emprego desse trabalhador é necessário que existam outros elementos, não apenas a exclusividade, como a subordinação? Ou seja, ele tem que receber ordens diretas da empresa, ter de cumprir horários fixos de trabalho e justificar faltas.

A reforma define que um trabalhador autônomo pode prestar serviços a apenas uma empresa, e ainda assim não será considerado um funcionário. O contrato de serviço, porém, não pode ter uma cláusula definindo exclusividade, ou seja, que o autônomo só pode prestar serviços para aquela determinada empresa.

Serviço terceirizado

Não foi deliberado uma norma específica para todos os aspectos que envolvem a contratação de funcionários terceirizados. Porém, alguns pontos sobre esse regime de contratação foram firmados.  Em relação a casos de funcionários que são demitidos e depois recontratados, ocorreram mudanças. Para evitar que eles sejam recontratados como terceirizados pela mesma empresa, o texto da reforma determina que é necessário esperar, no mínimo, 18 meses para poder contratar novamente o mesmo empregado.

Também estabelece que, quando o terceirizado trabalhar no mesmo local dos demais funcionários da empresa, tem direito a usar o mesmo refeitório (se houver), serviço de transporte, atendimento médico do local e a receber o mesmo treinamento adequado.

Uma nova forma de contratação

A reforma trabalhista criou uma nova forma de contratação, chamada de Trabalho Intermitente. O que diferença essa forma de contratar das demais é que os funcionários não têm garantido tempo de trabalho mínimo e ganham de acordo com o tempo do serviço. O contrato deve ser por escrito, estipulando o valor da hora de trabalho. Esse valor não pode ser menor do que o mínimo, por hora dos que exercem a mesma função na mesma empresa, no esquema tradicional de contratação.

O regime não pode ser menor que a hora do salário mínimo no país. Esse tipo de contratação permite que a empresa chame o funcionário para trabalhar conforme o surgimento de demanda. O lado bom é que o funcionário pode trabalhar para outras empresas também. O empregado deve ser chamado pelo empregador com pelo menos três dias de antecedência, dizendo quanto tempo ele deve trabalhar. O funcionário pode aceitar, ou não, mas tem 24 horas para responder. Porém, quem descumprir o acordo, seja o patrão ou o empregado, deve pagar ao outro, metade do valor previsto pelo trabalho, ou compensar o trabalho não realizado.

Depois de cada período de serviço, será pago o salário correspondente, incluindo direitos trabalhistas, como férias proporcionais, 13º e outros adicionais. Quando for demitido, o trabalhador pode sacar 80% do FGTS, mas não tem direito ao seguro-desemprego.

Fontes:
https://atitudeenegocios.com/contratacao-de-um-novo-funcionario/
https://www.siteware.com.br/gestao-de-equipe/como-demitir-um-funcionario/
https://meusucesso.com/artigos/pessoas/como-demitir-um-funcionario-de-maneira-discreta-e-profissional-220/
https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/11/09/reforma-trabalhista-o-que-muda-na-contratacao.htm
https://blog.rhopen.com.br/como-demitir-um-funcionario-veja-o-que-fazer-com-estas-5-dicas/
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